Ouro

Ouro sobe mais de 3% e retoma os US$ 4,3 mil de olho em Ormuz

05 ago 2026, 16:00
Aura minerals Negociação de ouro, barras de ouro com estoque gráfico (Crédito da imagem: e-crow/istockphoto) ID da foto: 2219056031
(Crédito da imagem: e-crow/istockphoto)

O ouro encerrou o pregão desta quarta-feira (5) em alta diante da nova rodada de alívio dos investidores em relação ao Oriente Médio, com baixa dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries, e do dólar.

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Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para dezembro encerrou em alta de 3,7%, a US$ 4.305,26 por onça-troy.



Já a prata para setembro subiu 3,4%, a US$ 62,288 por onça-troy.

O que mexeu com o ouro hoje?

O metal dourado acompanhou os desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmando que um acordo sobre o controle do Estreito de Ormuz poderia sair entre hoje e amanhã (6).

O Irã, no entanto, indicou que a reabertura do estreito está sujeita ao comportamento dos norte-americanos.

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De acordo com fontes à agência de notícias Associated Press, os negociadores do Irã e de Omã finalizaram o rascunho de acordo para reabertura da hidrovia e aguardam a aprovação do líder supremo iraniano, o aiatolá Mojtaba Khamenei.

As fontes descreveram o possível acordo como uma solução temporária para a disputa entre os EUA e o Irã sobre o trânsito de embarcações.

Na política monetária, o presidente do Federal Reserve de Minneapolis, Neel Kashkari, acredita que este é o momento de começar a elevar gradualmente as taxas de juros, em meio à alta da inflação associada à guerra no Oriente Médio.

Kashkari foi um dos dissidentes da última reunião de política monetária, votando por um aumento de juros de 25 pontos-base em julho.

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O setor privado dos Estados Unidos criou 44 mil empregos em julho, segundo pesquisa com ajustes sazonais divulgada hoje pela ADP. A expectativa de analistas consultados pela FactSet era de geração de 75 mil postos de trabalho no mês passado.

*Com informações de Estadão Conteúdo

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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