Ouro

Ouro encerra em queda com tensão entre EUA e Irã impulsionando temores inflacionários

27 abr 2026, 16:12 - atualizado em 27 abr 2026, 16:12
Aura minerals Negociação de ouro, barras de ouro com estoque gráfico (Crédito da imagem: e-crow/istockphoto) ID da foto: 2219056031
(Crédito da imagem: e-crow/istockphoto)

O ouro encerrou a sessão desta segunda-feira (27) em queda, com a aparente estagnação das negociações no Oriente Médio impulsionando mais uma vez os preços do petróleo e evidenciando novamente as preocupações com o cenário prospectivo da inflação e potenciais respostas de política monetária.

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Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para junho encerrou em queda de 1%, a US$ 4.693,7 por onça-troy.



As expectativas por um fim diplomático do conflito foram frustradas mais uma vez após os Estados Unidos e o Irã não se encontrarem durante o fim de semana.

Enquanto os iranianos se reuniram com o Paquistão durante o fim de semana e se reuniram hoje com a Rússia, os EUA cancelaram o envio dos negociadores à região.

Contudo, o Irã teria proposto o fim do bloqueio no Estreito de Ormuz caso o seu programa nuclear deixasse de fazer parte das negociações.

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Segundo o Macquarie, as notícias restauraram alguma esperança no mercado. “O fato de ser o Irã a fazer a proposta sugere que a pressão do bloqueio econômico dos EUA está sendo sentida e que os EUA podem não precisar invocar novamente seu poder militar”, afirmam os analistas.

Para o MUFG, a interrupção contínua no Estreito, rota “fundamental” para o comércio do petróleo, “tem sustentado o choque energético, reforçando as expectativas de que os bancos centrais possam manter as taxas de juros altas por mais tempo, um grande obstáculo para o ouro, que não gera rendimento”.

O Federal Reserve (Fed) se reúne ainda nessa semana para definir os rumos da política monetária dos Estados Unidos. A expectativa, de acordo com o Macquarie, é que as taxas permaneçam inalteradas.

Outro ponto também sendo acompanhado de perto, segundo o MUFG, é a mudança na presidência do Fed. O atual presidente Jerome Powell encerra seu mandato em maio e o indicado por Donald Trump, Kevin Warsh, deve assumir.

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Para o Goldman Sachs, porém, a mudança na liderança não deve trazer alteração imediata no direcionamento da política monetária.

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Estadão Conteúdo é uma agência de notícias que pertence ao grupo O Estado de S. Paulo e fornece notícias, análises, colunas e cotações, entre outros conteúdos, para veículos de imprensa de todo o Brasil.
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