Mercados

Siderúrgicas seguem em queda com tensão comercial; Vale tem leve valorização

26 jun 2018, 11:24 - atualizado em 26 jun 2018, 11:24

Por Investing.com – As incertezas com a tensão comercial entre Estados Unidos e China, e também com a queda nos preços do minério de ferro nos mercados internacionais, as das principais siderúrgicas brasileiras operam com desvalorização no início da sessão desta terça-feira na bolsa paulista. Em sentido oposto, os papéis da Vale (SA:VALE3) têm valorização.

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Entre as siderúrgicas, as perdas mais expressivas são da Gerdau (SA:GGBR4), que perdem 2,53% a R$ 13,53, com Usiminas (SA:USIM5) recuando 0,45% a R$ 7,12. No caso da CSN (SA:CSNA3), a desvalorização dos ativos é de 0,92% a R$ 7,54. Para a Vale, depois de recuar 1,77% na sessão de ontem, os papéis têm alta de 0,23% a R$ 47,29.

A Samarco e seus sócios assinaram ontem um Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público, a Defensoria Pública e Advocacias Públicas. Em linhas gerais, o acordo traz uma segurança jurídica maior, alinhando todos embaixo do acordo de Marco de 2016 (entre R$11 e R$ 13 bilhões), e delineando que garantias depositadas fiquem travadas a depender do acompanhamento do MP.

Para a XP Investimentos, o acordo é importante, mas o foco está na obtenção ou não da licença de operação de Samarco. O que falta é a licença operacional corretiva, que permitiria a operação do complexo como um todo. A partir da obtenção desta, o início da operação levaria por volta de 6 meses.

Os contratos futuros do minério de ferro fecharam a sessão desta terça-feira com leve queda de 0,54% a 462,50 pontos, para os papéis com data de vencimento em setembro deste ano e negociados na bolsa de mercadorias de Dalian na China. A variação diária do produto foi de 2,50 iuanes.

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A sessão também foi negativa para a cotação do vergalhão de aço, que são transacionados na bolsa de mercadorias de Xangai. Os ativos com data para outubro tiveram desvalorização de 66 iuanes para um total de 3.675 iuanes para cada tonelada da commodity. Já o segundo ativo de maior liquidez, para janeiro de 2019, a queda foi de 71 iuanes para um total de 3.492 iuanes por tonelada.

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