São Paulo

Só 1 em cada 10 praias de São Paulo está imprópria para banho no início do verão; veja onde

22 dez 2025, 16:16 - atualizado em 22 dez 2025, 16:16
Praia São Paulo
Apenas 19 das 175 praias monitoradas no litoral de São Paulo estão impróprias para banho no início oficial do verão.

O início oficial do verão chega com um cenário mais favorável para quem pretende aproveitar o litoral paulista. Levantamento da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) mostra que 19 das 175 praias monitoradas no estado estão impróprias para banho, o que equivale a cerca de 1 em cada 10. O quadro é melhor do que o registrado no ano passado, quando 28 praias tinham bandeira vermelha no começo da estação.

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Desta vez, o litoral norte concentra apenas cinco praias impróprias, entre elas a praia do Itaguá, em Ubatuba. O local aparece duas vezes no relatório porque, por ser extenso, conta com dois pontos distintos de monitoramento. As outras 14 praias com restrição estão na Baixada Santista.

Entre os municípios, Santos e Praia Grande lideram o ranking, com quatro praias impróprias cada. São Vicente tem três, enquanto Itanhaém e Peruíbe registram uma praia com bandeira vermelha em cada cidade.

Desde 2001, a Cetesb acompanha a qualidade da água em todo o litoral paulista, de Ubatuba, na divisa com o Rio de Janeiro, até Cananeia, na fronteira com o Paraná. As amostras são coletadas na faixa onde os banhistas entram no mar e passam por análises laboratoriais, que avaliam a presença de bactérias como o enterococo, seguindo normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

Uma praia é considerada imprópria quando a água apresenta mais de 100 colônias de bactérias por 100 ml, em duas ou mais amostras coletadas ao longo de cinco semanas. Nesses casos, a área recebe bandeira vermelha, e o banho de mar não é recomendado.

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Além da contaminação por bactérias fecais, a classificação de imprópria também pode ocorrer em situações como presença de óleo, maré vermelha — com floração de algas potencialmente tóxicas — ou surtos de doenças transmitidas pela água.

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Formado em Jornalismo pela PUC-SP, atua como repórter no Money Times e no Seu Dinheiro, onde também já trabalhou como analista de mídias sociais, com experiência em produção de conteúdo para diferentes plataformas digitais. Antes disso, foi repórter no site Monitor do Mercado.
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