Clima

Possibilidade de Super El Niño ganha força e cientistas alertam para um dos mais fenômenos mais intensos de todos os tempos

18 ago 2026, 13:58
Onda de calor clima el niño
(iStock.com/trekandshoot)

O Brasil pode enfrentar um cenário de calor acima da média nos próximos meses. Isso porque o El Niño de 2026 continua ganhando força e já é apontado por especialistas como um candidato a entrar para a lista dos eventos climáticos mais intensos da história.

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Segundo projeções atualizadas, o fenômeno pode atingir intensidade muito forte entre a primavera de 2026 e o início de 2027, entrando na categoria popularmente conhecida como “Super El Niño“.

A expectativa ganhou força após novas análises indicarem que o aquecimento das águas do Pacífico Equatorial segue avançando em ritmo acelerado. Se as projeções se confirmarem, este poderá ser um dos episódios mais intensos da série histórica moderna.

El Niño terá pico entre a primavera e o começo do verão

Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) apontam alta probabilidade de o fenômeno alcançar seu pico entre a primavera e o começo do verão.

Nesse cenário, as anomalias da temperatura da superfície do mar no Pacífico Equatorial poderão superar 2°C, patamar associado aos eventos mais fortes de El Niño.

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A configuração oficial do fenômeno foi confirmada em junho de 2026, e os modelos climáticos seguem indicando elevada probabilidade de sua permanência até o início de 2027.

Como o Brasil vai sentir o evento climático

Os impactos podem ser sentidos em diferentes regiões do Brasil. As projeções apontam para temperaturas acima da média nos próximos meses, aumentando o risco de ondas de calor e favorecendo condições para incêndios florestais em algumas áreas.

Ao mesmo tempo, a tendência climática sugere chuvas acima da média na Região Sul e volumes abaixo do normal em partes do Centro-Norte do país.

Apesar do cenário extremo, especialistas ressaltam que ainda é cedo para confirmar um recorde histórico. A classificação definitiva dependerá das temperaturas efetivamente registradas durante o auge do fenômeno.

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Ainda assim, o ritmo de aquecimento observado no Pacífico Equatorial elevou a possibilidade de que o episódio de 2026/2027 fique entre os mais intensos já monitorados.

*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.

*Com informações do Estadão Conteúdo.

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Jornalista em formação pela Faculdade Cásper Líbero. Atualmente, estagia como redatora de notícias no Money Times e no Seu Dinheiro. Antes, trabalhou no site da Empiricus, onde cobriu empresas e investimentos.
Jornalista em formação pela Faculdade Cásper Líbero. Atualmente, estagia como redatora de notícias no Money Times e no Seu Dinheiro. Antes, trabalhou no site da Empiricus, onde cobriu empresas e investimentos.

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