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Taesa (TAEE11) vira ‘compra’ após aquisição de ativos, diz BB Investimentos

21 maio 2026, 17:06 - atualizado em 21 maio 2026, 17:33
dividendos taesa taee11
(Imagem: Getty Images)

O BB Investimentos (BB-BI) elevou a recomendação das units da Taesa (TAEE11) de neutra para compra após o anúncio da aquisição de cinco ativos operacionais de transmissão atualmente controlados pela Energisa. Na avaliação da instituição, a operação acelera a expansão da companhia e aumenta o potencial de valorização dos papéis.

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A instituição estima que, considerando margem Ebitda de 90% para os ativos adquiridos e custo médio de capital de 8,8%, a aquisição adiciona valor presente líquido de R$ 622,5 milhões para a Taesa. Na visão do BB Investimentos, isso equivale a R$ 1,81 por unit TAEE11 e adiciona 4,2% ao potencial de valorização anteriormente estimado.

A Taesa informou nesta quinta-feira (21) a celebração de contrato para compra dos ativos por R$ 2,3 bilhões, valor que inclui dívida líquida consolidada de R$ 748 milhões dos empreendimentos adquiridos. As concessões adquiridas somam Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 291 milhões, o equivalente a um acréscimo de 6,5% sobre a RAP consolidada atual da companhia.

Histórico de expansão volta ao radar

O BB Investimentos afirmou que a transação marca a retomada da estratégia histórica de crescimento da Taesa por meio de aquisições. Segundo a casa, a operação permite expansão com ativos já operacionais e geradores de caixa, além de abrir espaço para futuras melhorias, reforços e captura de sinergias.

Mesmo sem incorporar integralmente o valor adicional estimado ao preço-alvo da companhia, o BB Investimentos afirmou que a recente queda das ações, somada ao incremento do potencial de valorização após a transação, justificou a mudança de recomendação para compra.

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O preço-alvo para a Taesa é de R$ 42,60, o que representa um potencial de valorização de 10,5%. As ações da companhia encerram o dia praticamente de lado, na faixa de R$ 38,57, apesar da transação anunciada.

A conclusão da operação ainda depende de aprovações do Cade, Aneel, credores e acionistas em assembleia extraordinária que ainda será convocada.

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Editor
Jornalista formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com MBA em finanças. Colaborou com revista Veja, Estadão, entre outros.
Jornalista formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com MBA em finanças. Colaborou com revista Veja, Estadão, entre outros.
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