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Taurus (TASA4) vai ao prejuízo com Trump; empresa espera receber US$ 18 milhões com revisão judicial

15 maio 2026, 18:59 - atualizado em 15 maio 2026, 18:59
taurus
A revisão judicial da política tarifária possibilitará a devolução da totalidade dos valores pagos, disse a empresa (Imagem: Divulgação)

A Taurus Armas (TASA4) divulgou nesta sexta-feira prejuízo de R$ 36,6 milhões no primeiro trimestre, revertendo resultado positivo de R$ 18,6 milhões obtido um ano antes, segundo balanço ao mercado.

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A companhia obteve um resultado operacional medido pelo Ebitda negativo em R$ 20,1 milhões, em meio a uma relativa estabilidade na receita líquida enquanto os custos do produto vendido (CPV) subiram 8%. Um ano antes, a Taurus teve Ebitda positivo em R$7 milhões.

A Taurus afirmou que seus resultados no primeiro trimestre foram atingidos pela tarifa de importação de 50% imposta pelo governo dos Estados Unidos, seu principal mercado, que acabou sendo retirada pela Suprema Corte do país em fevereiro.

“A revisão judicial da política tarifária possibilitará a devolução da totalidade dos valores pagos a maior ao longo do período anterior, estimados, em nosso caso, em cerca de US$ 18 milhões”, afirmou a Taurus no balanço.

A empresa teve receita líquida de R$ 355 milhões no primeiro trimestre, 1,7% acima do faturado um ano antes, com as vendas no mercado externo mostrando recuo de 1,4%.

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No período, além do CPV ter subido, as despesas operacionais cresceram 15,4%, para R$135,5 milhões.

A Taurus afirmou no balanço que o mercado nos EUA apresentou “sinais de leve retomada” na demanda e que pela primeira vez a empresa produziu mais armas nos EUA que no Brasil. A carteira de pedidos encerrou março em cerca de US$100 milhões, afirmou a empresa.

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Editor-assistente
Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022, 2023 e 2024. Possui curso intensivo de mercado de capitais oferecido pelo Insper em parceria com a B3. É também setorista de bancos. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
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