Economia

Taxa de desemprego no Brasil fica em 5,2% no trimestre encerrado em setembro, em linha com o esperado

30 out 2026, 9:06 - atualizado em 30 out 2026, 9:18
emprego desemprego trabalho
(Imagem: Reuters/Amanda Perobelli)

A taxa de desemprego no Brasil teve um leve recuo em relação à divulgação anterior em 5,2% no trimestre até setembro de 2026. Trata-se do menor patamar para o intervalo na série histórica iniciada em 2012.

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A mediana da taxa de desemprego para o período, segundo as projeções do Broadcast, apontava para uma leve queda em relação ao mês anterior e passaria de 5,3% para 5,2%.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice apresentou queda de 0,2 p.p frente ao trimestre terminado em junho (5,4%) e recuou 0,4 p.p. ante o igual trimestre de 2025 (5,6%).

No trimestre encerrado em setembro, a taxa de informalidade foi de 37,5% da população ocupada, o equivalente a 38,8 milhões de trabalhadores informais. Esse indicador mostrou leve alta em relação aos 37,4% registrados no trimestre anterior.

No período, o número de trabalhadores do setor privado que estavam empregados com carteira assinada ficou em 39,4 milhões, sem variações significativas no trimestre e no ano. Este foi o maior contingente da série.

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Já o rendimento médio real habitual dos trabalhadores chegou a R$ 3.790, mantendo estabilidade em relação ao trimestre anterior e avançando 3,6% no ano.

A massa de rendimento real habitual chegou a R$ 387,5 bilhões e cresceu 1,5% na comparação trimestral, enquanto aumentou 4,7%, ou mais R$ 17,5 bilhões, na anual.

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Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.

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