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Tempo Real: Ibovespa cai aos 125 mil pontos com bancos; dólar renova recorde a R$ 6,06

02 dez 2024, 6:43 - atualizado em 02 dez 2024, 18:13
ibovespa
Acompanhe o Ibovespa e os demais mercados em tempo real. (Imagem: Getty Images)

RESUMO: O Ibovespa (IBOV) sustentou os 125 mil pontos, mas terminou a sessão em queda puxada por bancos.

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Nesta segunda-feira (2), o principal índice da bolsa brasileira caiu 0,34%, aos 125.235,54 pontos.

Já o dólar à vista (USBRL) terminou a sessão a R$ 6,0680 (+1,11%) e renovou a máxima nominal histórica para a divisa desde a criação do real pela quarta sessão consecutiva. 

Os investidores locais continuaram cautelosos com o pacote fiscal apresentado pelo governo na semana passada. Hoje, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu com os ministros da  Fazenda, Fernando Haddad, e das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, além de líderes do Congresso para discutir a tramitação do pacote fiscal. As informações são do Broadcast.

O mercado também teve as atenções divididas por falas do diretor de Política Monetária e futuro presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em evento. Ele afirmou que a Selic deve permanecer elevada por mais tempo, sem dar um guidance para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

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Nos Estados Unidos, os índices S&P 500 e Nasdaq renovaram os recordes de fechamento.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta segunda-feira (02) em tempo real:

Ao vivo
Azzas 2154 (AZZA3) anuncia R$ 118,8 milhões em juros sobre capital próprio; veja condições

A Azzas 2154 (AZZA3) anunciou nesta segunda-feira (2) a aprovação em Conselho de Administração da distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no valor total bruto de R$ 118,75 milhões.

O montante, equivalente a R$ 0,575 por ação, foi definido com base no lucro líquido apurado no balanço de 30 de setembro de 2024.

Leia mais.

As 10 ações para superar o Ibovespa em dezembro, segundo a Genial

A Genial Investimentos divulgou sua carteira “Ibovespa +10″ para o mês de dezembro.

Para o mês, saíram as ações da Direcional (DIRR3), Engie Brasil (EGIE3),Energisa (ENGI11), Itaú Unibanco (ITUB4), Irani (RANI3) e Tenda (TEND3).

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Petrobras (PETR4) e Braskem (BRKM5) dizem que não há arranjo para atrair investidor

A Petrobras (PETR4) disse nesta segunda-feira (2) que não está envolvida em um suposto novo modelo de negociação da Novonor e das instituições financeiras em relação à Braskem (BRKM5)

A companhia afirmou que não tomou qualquer decisão sobre sua participação na petroquímica e que segue avaliando alternativas.

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Vale (VALE3) conclui aquisição de participação no Minas-Rio junto à Anglo American

A Vale (VALE3) anunciou nesta segunda-feira (2) ao mercado que concluiu aquisição de 15% da Anglo American, em compensação a Anglo American passará a deter os ativos da Serra da Serpentina, anteriormente pertencentes à Vale, no Brasil.

O acordo contempla a contribuição da Vale com recursos de minério de ferro do depósito de Serpentina e foi fechado no valor de US$ 30 milhões.

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Weg (WEGE3) diz que compra da fabricante turca Volt será consolidada nos resultados a partir do 4T24

A WEG (WEGE3), que comprou a fabricante de motores elétricos industriais e comerciais Volt Electric Motor, da Turquia, por US$ 88 milhões, disse nesta segunda-feira (2) em comunicado ao mercado que os negócios adquiridos serão consolidados em suas demonstrações financeiras a partir deste mês, que encerra o quarto trimestre do ano.

Segundo a Weg, a Volt é uma empresa verticalizada, fundada em 1987, com capacidade de produção de 1 milhão de motores por ano. A empresa tem forte presença no mercado turco e exporta para diversos países, principalmente na Europa, Oriente Médio e Ásia Central.

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Azul (AZUL4) cai quase 8% com dólar forte; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (2)

As ações da Azul ficaram na liderança da ponta negativa do Ibovespa. Os papéis foram pressionados pela forte valorização do dólar, que apesar das receitas da companhia serem atreladas à moeda, a divisa mais forte encarece os combustíveis — cotados na moeda norte-americana. Além disso, o dólar mais forte reduz o interesse por viagens internacionais.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (2):

  • Azul (AZUL4): -7,91%, a R$ 4,54
  • Raízen (RAIZ4): -4,55%, a R$ 2,52
  • LWSA (LWSA3): -4,28%, a R$ 3,58
  • Auren (AURE3): -3,35%, a R$ 9,53
  • Eztec (EZTC3): -3,32%, a R$ 12,24

 

Ambev (ABEV3) sobe 4%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (2)

Ambev subiu 4% e liderou os ganhos. O destaque da ponta positiva, porém, foi SLC Agrícola. As ações da companhia registraram alta com a elevação de recomendação de neutra para compra pelo Bank of America (BofA) e a forte valorização do dólar à vista.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (2):

  • Ambev (ABEV3): +4,08%, a R$ 13,25
  • SLC Agrícola (SLCE3): +3,22%, a R$ 17,97
  • Minerva (BEEF3): +2,74%, a R$ 6,01
  • Petz (PETZ3): +2,33%, a R$ 4,40
  • Braskem (BRKM5): +2,13%, a R$ 15,32
Carteira recomendada: Empiricus escala banco que sobe mais de 20% desde mínimas; veja qual

A Empiricus Research retirou o Grupo SBF (SBFG3), dona da Centauro, para colocar no lugar a BR Partners (BRBI11) em sua carteira referente ao mês de dezembro devido ao seu alto crescimento em rentabilidade e valuation atrativo, disse analista Larissa Quaresma, no Giro do Mercado desta segunda-feira (2).

Segundo Quaresma, a empresa recentemente declarou um dividendo extraordinário de R$ 0,75, o que na época do comunicado correspondia a um yield considerado positivo, fazendo com que a casa reintroduzisse o papel que estava fora desde fevereiro deste ano em sua carteira.

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Ibovespa cai com bancos e destoa de recordes em Wall Street; dólar renova máxima histórica a R$ 6,06

O Ibovespa (IBOV) iniciou dezembro em tom negativo, puxado por bancos e a permanência da aversão ao risco com o cenário fiscal.

Nesta segunda-feira (2), o principal índice da bolsa brasileira caiu 0,34%, aos 125.235,54 pontos.

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S&P 500 e Nasdaq renovam recordes de fechamento

Nos Estados Unidos, os índices de Nova York renovaram os recordes intradiários com apoio das ações de tecnologia — impulsionadas pela ‘Cyber Monday’.

Os investidores aguardam uma bateria de dados econômicos ao longo da semana. Entre eles, o relatório oficial de empregos (payroll) de novembro, com divulgação prevista para a próxima sexta-feira (6).

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

  • S&P 500: +0,24%, aos 6.047,15 pontos — no maior nível histórico de fechamento;
  • Dow Jones: -0,29%, aos 44.782,00 pontos;
  • Nasdaq: +0,97%, aos 19.403,95 pontos — no maior nível histórico de fechamento.
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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a segunda-feira (02) em baixa de 0,13%, aos 125.508,06 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

SLC Agrícola (SLCE3): BofA eleva recomendação para compra por dólar e maior área plantada

O Bank of America (BofA) elevou a recomendação para as ações da SLC Agricola (SLCE3) de neutro para compra, com o preço-alvo passando de R$ 22 para R$ 24 (potencial de alta de 39%).

Em reação, as ações SLCE3 subiram 3,22%, a R$ 17,97.

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Petróleo começa mês estável com dólar forte e reunião da Opep+ no radar

Nesta segunda-feira (2), o petróleo operou em linha de estabilidade e fechou sem direção única com a proximidade da reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+) e ataques entre Israel e Hezbollah, apesar do acordo de cessar-fogo.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para fevereiro de 2025, terminaram a sessão com baixa de 0,01%, a US$ 71,83 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

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Dólar sobe mais de 1% e renova recorde a R$ 6,06 com taxação de Trump e pacote fiscal no radar

Nesta segunda (2), o dólar à vista (USDBRL) renovou recorde de fechamento — pela quarta vez consecutiva.

Na comparação com o real, a divisa norte-americana encerrou as negociações a R$ 5,0680 (+1,11%) — o maior nível nominal desde a criação do real, em 1994. A cotação recorde anterior foi registrada na última sexta-feira (29), a R$ 6,0012.

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Sai Petrobras (PETR4) e Carrefour (CRFB3): Veja as 10 ações recomendadas pela Terra para dezembro

A Terra Investimentos retirou as ações da Petrobras (PETR4) e do Carrefour (CRFB3) de sua seleção para o mês de dezembro. No lugar, Prio (PRIO3) e JBS (JBSS3) passam a compor a carteira recomendada.

O analista Régis Chinchila, que assina o relatório, comenta que, apesar dos desafios enfrentados pela Prio no terceiro trimestre, incluindo paradas de manutenção e questões regulatórias, a empresa está em um ciclo de crescimento significativo. Entre os fatores que impulsionam esse avanço estão a aquisição de 40% do campo de Peregrino e a entrada no campo de Wahoo, que tem o potencial de elevar a produção em 60 mil barris por dia até 2025.

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**Dólar à vista fecha a R$ 6,0680, com alta de 1,11%
Dividendos de até 14%: 18 FIIs para ter na carteira em dezembro, segundo o BTG Pactual

O BTG Pactual resolveu não fazer alterações na sua carteira recomendada de fundos imobiliários para o mês de dezembro. Com isso os 18 FIIs permanecem no portfólio sem alteração de peso.

O mês de novembro foi cheio de eventos. Enquanto nos primeiros dias o investidor acompanhava a vitória de Donald Trump nas eleições norte-americanas e mais cortes nos juros dos EUA, tivemos por aqui uma alta de 0,50 ponto percentual e o anúncio das medidas fiscais.

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Ouro fecha em queda com dólar forte

O ouro terminou em queda pressionado pelo fortalecimento do dólar após a ameaça do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, em impor uma tarifa de 100% sobre os produtos dos países do Brics, caso o bloco substitua as negociações e comércio na moeda norte-americana por uma outra moeda.

O contrato mais líquido do ouro encerrou a sessão com baixa de 0,83%, a US$ 2.658,50 a onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

Cemig (CMIG4): Dividendos são suficientes para comprar ações? Safra responde

O Safra rebaixou a sua classificação para a Cemig (CMIG4) de compra para neutra, após o que apontam como um “ano incrível” para a companhia, uma vez que as ações superaram tanto o Ibovespa (IBOV) quanto seus pares, com uma alta de 36% desde o início do ano (excluindo dividendos), contra recuo de 5% do índice.



Os analistas do banco comentam que o desempenho da empresa reflete parcialmente melhorias operacionais e estratégicas, incluindo iniciativas de redução de custos e vendas de ativos não essenciais.

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SLC Agrícola: Bank of America eleva recomendação de SLCE3 para compra

O Bank of America (BofA) elevou a recomendação para as ações da SLC Agrícola (SLCE3) de neutra para compra. O banco também elevou o preço-alvo de R$ 22 para R$ 24 — o que representa um potencial de valorização de 37,8% sobre o preço de fechamento da última sexta-feira (29).

Na avaliação dos analistas, a companhia tem um risco-retorno “atraente”, “dados os ganhos sólidos”.

“Embora vejamos um aumento limitado nos preços das commodities suaves em 2025, acreditamos que a SLC ainda deve ser capaz de aumentar significativamente o EBITDA para R$ 2,8 bilhões de R$ 2,16 bilhões em 2024, já que a área plantada deve aumentar 11% para 734 mil hectares, enquanto os rendimentos de soja e milho devem aumentar 21%-7% na base anual, respectivamente”, escrevem Isabella Simonato e Julia Zaniolo, que assinam o relatório.

 

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