Tempo Real

Tempo real: Ibovespa sobe com Itaú (ITUB4) e retoma os 126 mil pontos; dólar volta a cair e fecha a R$ 5,76

06 fev 2025, 6:30 - atualizado em 06 fev 2025, 18:40
ibovespa dólar
Confira o Ibovespa (IBOV) em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) estendeu os ganhos da sessão anterior, apoiado por bancos e Vale (VALE3), mais uma vez.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta quinta-feira (6), o principal índice da bolsa brasileira fechou com alta de 0,55%, aos 126.224,74 pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,7639 (-0,52%). 

No cenário doméstico, sem indicadores econômicos relevantes, os investidores repercutiram novas declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O chefe do Executivo disse que a economia brasileira “vive o seu melhor momento” e afirmou não ter dúvidas de que o Produto Interno Bruto (PIB) seguirá crescendo.

Já na seara corporativa, hoje foi a vez do Itaú (ITUB4) divulgar os números do quarto trimestre de 2024. O banco teve uma alta de 15% do lucro recorrente gerencial na base anual, com aumento de rentabilidade e queda dos principais indicadores de inadimplência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No exterior, o mercado seguiu atento a movimentações do governo Trump. Mais cedo, o suposto vazamento de um acordo de paz proposto pelo Estados Unidos para a guerra na Ucrânia e novas sanções do governo norte-americana contra o Irã dividiram as atenções. Os investidores ainda ficaram em compasso de espera pelo relatório de empregos, o payroll, que será divulgado amanhã (7).

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quinta-feira (6) em tempo

Ao vivo
BrasilAgro (AGRO3) reporta prejuízo de R$ 19,625 milhões no 2T25

A BrasilAgro (AGRO3) divulgou nesta quinta-feira (6) seus números referentes ao segundo trimestre da safra 2024/2025 (2T25), finalizado em dezembro de 2024.

A empresa reportou um prejuízo líquido de R$ 19,625 milhões, contra um prejuízo líquido total de R$ 5,822 milhões no segundo trimestre da safra 2023/2024 (2T24).

Leia mais.

Ultrapar (UGPA3) prevê investir R$ 2,5 bilhões em 2025

A Ultrapar (UGPA3) divulgou nesta quinta-feira (6) plano de investimentos para 2025, aprovado pelo Conselho de Administração, no valor de R$ 2,542 bilhões – uma redução de R$ 136 milhões em relação ao planejamento de 2024, devido, principalmente, à conclusão de expansões da Ultracargo.

O plano de investimentos está dividido entre expansão e manutenção, com cerca de 60% do montante destinado ao crescimento dos negócios.

Leia mais.

CCR (CCRO3) tem lucro ajustado 8,6% menor no 4T24, em R$ 360 milhões

O lucro líquido ajustado da CCR (CCRO3) caiu 8,6% no quarto trimestre em comparação com o mesmo período de 2023, para R$ 360 milhões, conforme balanço divulgado nesta quinta-feira.

O resultado operacional, medido pelo Ebitda ajustado, somou R$ 2 bilhões no período, alta de 5,2% ano a ano, informou a companhia, em resultado abaixo do esperado pelo mercado.

Leia mais.

Automob (AMOB3) cai quase 7%; confira as maiores quedas nesta quinta-feira (6)

Já na ponta negativa, Automob voltou a liderar as perdas sem notícias corporativas. Embraer também recuou em movimento de realização de ganhos da véspera (5).

Confira as maiores quedas nesta quinta-feira (6):

> Automob (AMOB3) -6,90%, a R$ 0,27

> Embraer (EMBR3): -2,82%, a R$ 64,50

> Vamos (VAMO3): -2,29%, a R$ 4,27

> Hapvida (HAPV3): -2,16%, a R$ 2,27

> Caixa Seguridade (CXSE3): -1,75%, a R$ 14,57

Raízen (RAIZ4) lideram ganhos com possível aumento de capital; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (6)

Entre as ações com melhor desempenho no dia do Ibovespa, as ações da Raízen saltaram mais de 10% durante o pregão com a notícia de a companhia estuda aumentar o capital para “aliviar” a dívida do grupo Cosan.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (6):

> Raízen (RAIZ4): +8,28%, a R$ 1,83

> Magazine Luiza (MGLU3): +7,41%, a R$ 7,39

> Cogna (COGN3): +7,14%, a R$ 1,50

> Yduqs (YDUQ3): +4,11%, a R$ 10,39

> CSN Mineração (CMIN3): +4,00%, a R$ 5,46

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Ibovespa tem alta com bancos e Vale (VALE3) e retoma os 126 mil pontos; dólar cai a R$ 5,76

O Ibovespa (IBOV) estendeu os ganhos da sessão anterior, apoiado por bancos e Vale (VALE3), mais uma vez.

Nesta quinta-feira (6), o principal índice da bolsa brasileira fechou com alta de 0,55%, aos 126.224,74 pontos. 

Leia mais.

Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quinta-feira (06) em alta de 0,55%, aos 126.224,74 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Bolsas de Nova York fecham sem direção única com balanços, Trump e à espera do payroll

Nos Estados Unidos, as bolsas de Nova York terminaram a sessão sem direção única na reta final dos balanços corporativos e à espera do relatório oficial de empregos, o payroll.

O mercado seguiu acompanhando os desdobramentos da política tarifária do governo Trump, em temor de uma guerra comercial com a China. A União Europeia também entrou no radar.

O indicado do presidente Donald Trump para exercer o cargo de representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, disse que está analisando o potencial da implementação de tarifas de importação universais como uma forma de reverter o déficit comercial do país.

Na seara econômica, o número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego teve uma leve alta na semana passada. Agora, os investidores aguaram o payroll de janeiro, previsto para amanhã (7). Os economistas consultados pela Dow Jones esperam um crescimento de 169.000 empregos no mês, o que é uma desaceleração em relação a dezembro — em que foram criados 256 mil postos de trabalho.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

  • Dow Jones: -0,28%, aos 44.747,63 pontos;
  • S&P 500: +0,36%, aos 6,0,83,57 pontos;
  • Nasdaq: +0,51%, aos 19.791,99 pontos.
Parte da soja do RS tem redução do potencial com seca e calor, diz Emater

Parte da safra de soja 2024/25 do Rio Grande do Sul apresenta redução do potencial produtivo devido ao tempo seco e calor que atingem o Estado, com algumas lavouras com “perda total, inviabilizando a colheita”, afirmou nesta quinta-feira (6) a Emater, empresa de assistência técnica ligada ao governo.

A condição das lavouras do Rio Grande do Sul, um dos três principais Estados produtores de soja do Brasil, “permanece crítica em diversas áreas, especialmente no centro e no oeste, onde os volumes de chuva têm ficado abaixo da média histórica desde novembro de 2024”, apontou o relatório.

Leia mais.

Depois de uma breve pausa, dólar volta a cair e fecha a R$ 5,76

Após uma breve pausa na sequência de quedas, o dólar à vista (USDBRL) voltou a perder força ante o real, em meio a valorização das commodities metálicas e alívio nas tensões geopolíticas.

Nesta quinta-feira (6), a moeda norte-americana encerrou a R$ 5,7639 (-0,52%). Durante a sessão, a divisa bateu mínima a R$ 5,7488.

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Petróleo cai com cessar-fogo na Ucrânia e sanções dos EUA contra o Irã no radar

Os preços do petróleo encerraram em queda, com movimentos contrários. De um lado, o óleo bruto foi pressionado pelo vazamento de um acordo de cessar-fogo entre Ucrânia e a Rússia, intermediado pelos Estados Unidos. Por outro, o anúncio de novas sanções ao Irã limitou as perdas da commodity.

Nesta quinta-feira (5), os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para abril, caíram 0,42%, a US$ 74,29 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já os contratos do petróleo West Texas Intermediate (WTI) para março registraram queda de 0,59%, a US$ 70,61 o barril, em New York Mercantile Exchange (Nymex).

O possível vazamento de plano de paz dos Estados Unidos para a Ucrânia foi informado pelo jornal britânico The Daily Mail, pela manhã.

De acordo com o jornal, Donald Trump tentará pressionar Volodymyr Zelesky a aceitar um cessar-fogo com a Rússia até a Páscoa. O relatório vazado também prevê que as negociações para o acordo começariam com uma ligação entre Zelensky e Vladimir Putin em fevereiro, seguidos por uma reunião entre os líderes e a declaração de cessar-fogo até 20 de abril.

Já as novas sanções ao Irã foram anunciadas pelo Tesouro dos Estados Unidos, com foco na rede facilitadora de transporte de petróleo e energia do país.

Ouro fecha em queda de olho no Oriente Médio e guerra comercial entre União Europeia e EUA

O ouro fechou em queda, interrompendo a sequência de recordes registrados nas últimas três sessões, com a redução das preocupações com uma guerra comercial entre a União Europeia e os Estados Unidos e em meio a rumores de um possível acordo de paz entre Ucrânia e Rússia.

O contrato mais líquido do ouro encerrou as negociações com recuo de 0,56%, aos US$ 2.876,70 a onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). Durante a sessão, o metal precioso chegou a atingir US$ 2.855,00 a onça-troy na mínima.

Pela manhã, a commodity chegou a operar em queda de mais de 1% na última hora após um possível vazamento de plano de paz dos Estados Unidos para a Ucrânia, segundo o jornal britânico The Daily Mail.

De acordo com o jornal, Donald Trump tentará pressionar Volodymyr Zelesky a aceitar um cessar-fogo com a Rússia até a Páscoa, com um acordo que inclui o congelamento do avanço russo, a proibição da adesão da Ucrânia à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e a aceitação da soberania russa sobre as terras anexadas.

O relatório vazado também prevê que as negociações para o acordo começariam com uma ligação entre Zelensky e Vladimir Putin em fevereiro, seguidos por uma reunião entre os líderes e a declaração de cessar-fogo até 20 de abril.

>> Dólar à vista fecha a R$ 5,7639, com queda de 0,52%
Shoppings: O que esperar do 4T24 de MULT3, ALOS3, IGTI11 e JHFS3?

A temporada de resultados do quarto trimestre de 2024 (4T24) já teve o seu ponta pé inicial com o setor de bancos. Agora, chegou a vez dos shoppings iniciarem a sua safra. Nesta quinta-feira (6), a Multiplan (MULT3) abre os trabalhos.

Para essa temporada, Caio Araújo, analista da Empiricus Research aguarda por resultados robustos para o setor, uma vez que o último trimestre do ano é sempre mais agitado devido às vendas mais fortes no varejo com a Black Friday em novembro e as compras de Natal, em dezembro.

Leia mais.

>> Ibovespa bate máxima aos 126.390,07 pontos, com alta de 0,68%
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Bradesco corta projeção para PIB do Brasil em 2025 e alerta para ‘quadro de recessão’ no 2º semestre

O Bradesco revisou suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para os anos de 2025 e 2026, refletindo um cenário econômico de maior volatilidade. Apesar das mudanças, o banco optou por manter a taxa Selic estável em sua previsão.

O banco reduziu sua estimativa para o crescimento do PIB para 1,9% em 2024. Em 2026, a expectativa é de uma expansão ainda mais modesta, em torno de 1,3%, embora os riscos sejam inclinados para um resultado um pouco melhor.

Leia mais.

Dividendos de até R$ 1,20 por ação: veja as 5 ações indicadas pela Planner para fevereiro

A Planner incluiu as ações do Banco do Brasil (BBAS3) e da Engie (EGIE3) em sua carteira recomendada de dividendos para o mês de fevereiro. Para abrir espaço, deixam o portfólio Caixa Seguridade (CXSE3) e Taesa (TAEE11).

Completam o portfólio as ações de BB Seguridade (BBSE3), Copasa (CSMG3) e Telefônica Brasil (VIVT3).

Leia mais.

>> Ibovespa bate máxima aos 126.256,66 pontos, com alta de 0,58%
Ação da Embraer (EMBR3) cai após recorde de pedidos no 4T24; Citi indica compra

Após um dia brilhando no Ibovespa (IBOV), a Embraer (EMBR3) está na ponta negativa do índice nesta quinta-feira (6). Em um movimento de correção após disparada de 15% na véspera, os papéis da fabricante de aviões caíram 2,82%, a R$ 64,50.

A ação da companhia foi o grande destaque de 2024, com uma disparada anual de 150%. Em 2025, o avanço já supera 10% e os recentes comunicados seguem renovando o otimismo de analistas.

Leia mais.

Google elimina cotas de contratação com base em diversidade

O Google, da Alphabet (GOGL34), está descartando sua meta de contratar mais funcionários de grupos sub-representados e está revisando algumas de suas iniciativas de diversidade, equidade e inclusão (DEI), juntando-se a uma série de empresas norte-americanas que estão reduzindo as iniciativas de diversidade.

“Em 2020, estabelecemos metas de contratação ambiciosas e nos concentramos no crescimento de nossos escritórios fora da Califórnia e de Nova York para melhorar a representação”, disse Fiona Cicconi, diretora de pessoal da Alphabet, em um email para a equipe na quarta-feira — a Reuters analisou uma cópia desse documento. “…mas no futuro não teremos mais metas ambiciosas.”

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar