AgroTimes

Cacau se recupera de mínimas de várias semanas; açúcar bruto também avança

22 set 2026, 18:58
açúcar etanol
(iStock.com/Zarina Lukash)

Os contratos futuros do cacau se recuperaram nesta terça-feira (22), após atingirem mínimas de sete semanas e meia no início do pregão, enquanto o açúcar bruto também voltou a subir, depois de cair para uma mínima de 4 semanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O cacau de Londres fechou com alta de £37, ou 0,9%, a £3.998 por tonelada métrica. O mercado havia registrado, anteriormente, uma mínima de 7 semanas e meia, de £3.799.

Os corretores afirmaram que a recente fraqueza foi impulsionada pelo excesso de oferta, embora se espere um mercado mais equilibrado na safra de 2026/27, com a produção global prevista para cair.

A precipitação ficou abaixo da média na semana passada na maioria das principais regiões produtoras de cacau da Costa do Marfim, e os agricultores afirmaram na segunda-feira que as condições de seca poderiam ameaçar o desenvolvimento das pequenas vagens que devem ser colhidas no próximo ano, durante a safra principal, que vai de setembro a fevereiro.

O contrato futuro de cacau de Nova York subiu 1%, para US$ 5.402 por tonelada, após atingir uma mínima de 7 semanas e meia, de US$ 5.111.

Açúcar

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O açúcar bruto fechou com alta de 0,11 centavo, ou 0,6%, a 17,59 centavos por libra-peso, após atingir uma mínima de 4 semanas de 17,11 centavos.

Operadores afirmaram que a retração do mercado em relação à máxima de 16 meses de 18,88 centavos, registrada em 10 de setembro, ainda pode se aprofundar, embora as perspectivas sejam mais positivas no médio a longo prazo, com o fenômeno climático El Niño previsto para prejudicar a produção e, potencialmente, levar a um déficit global na safra de 2026/27.

O preço do açúcar branco permaneceu praticamente inalterado em US$ 507,90 por tonelada, após atingir uma mínima de US$ 496,80, a menor cotação em 6 semanas e meia.

Café

O café arábica fechou em queda de 4,1 centavos, ou 1,5%, a US$ 2,723 por libra-peso, após atingir uma mínima de três meses de US$ 2,7130.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os corretores afirmaram que as condições climáticas favoráveis à safra nos principais países produtores, Brasil e Vietnã, contribuíram para a recente desvalorização.

Eles observaram, no entanto, que a atividade no mercado físico no Brasil começou a ser afetada, já que os produtores se abstiveram de vender mais grãos aos preços atuais.

O café robusta recuou 2,3%, para US$ 3.260 a tonelada. O mercado havia atingido, anteriormente, uma mínima de mais de três meses, de US$ 3.245.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar