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Tempo real: Ibovespa (IBOV) sobe e renova recorde aos 155 mil pontos; Justiça decreta falência de Oi (OIBR3) e negociações são suspensas

10 nov 2025, 6:30 - atualizado em 10 nov 2025, 18:33
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: Em uma maré positiva, o Ibovespa (IBOV) operou em alta no pregão desta segunda-feira (10), superando a marca inédita dos 155 mil pontos.

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O principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações em novo recorde nominal com alta de 0,77%, aos 155.257,31 pontos. O recorde anterior era da sessão anterior, quando encerrou o dia aos 154.063,53 pontos. Esse é o 26º recorde do Ibovespa em 2025. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,3073, com queda de 0,53%. 

Por aqui, os investidores reagiram à última semana da temporada de balanços do terceiro trimestre de 2025 (3T25). Em destaque, o Boletim Focus manteve as projeções para inflação em 4,55% no final deste ano e Selic a 15% ao ano.

No cenário corporativo, a Oi (OIBR3;OIBR4) chegaram a derreter mais de 35% após a companhia protocolar pedido de falência. Por volta de 14h30 (horário de Brasília), as negociações dos papéis foram suspensas pela B3.

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O mercado também operou na expectativa por dados de inflação (IPCA) de outubro e a ata da Copom. Na última quarta-feira (5), o colegiado do Banco Central manteve os juros pela terceira vez consecutiva e sinalizou que a taxa deve ficar em nível elevado por período bastante prolongado.

No exterior, o possível fim da paralisação (shutdown) da máquina pública dos Estados Unidos concentrou as atenções.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta segunda-feira (10) em tempo real:



Ao vivo
Em meio à crise hídrica, Sabesp (SBSP3) reporta lucro ajustado de R$ 1,28 bilhão, em linha com o esperado

A Sabesp (SBSP3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 1,28 bilhão no terceiro trimestre de 2025, aumento de 9,5% em relação ao mesmo período do ano passado e quase em linha com o consenso de mercado medido pela Bloomberg, que era de R$ 1,32 bilhão.

Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi de R$ 3,2 bilhões, 14,7% maior em relação ao ano passado, mas levemente abaixo da média estimada do mercado, de R$ 3,32 bilhões. A margem Ebitda, de 58,6%, veio um pouco acima do consenso de mercado, de 57,8%.

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SBF (SBFG3), dona da rede de lojas Centauro, tem recuo no lucro do 3T25

O Grupo SBF (SBFG3) teve lucro líquido ajustado de R$ 96,7 milhões no terceiro trimestre, uma queda de 14% sobre o desempenho de um ano antes, com o indicador vendas mesmas lojas crescendo dois dígitos na rede de artigos esportivos Centauro, segundo balanço publicado nesta segunda-feira.

A companhia teve um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$248 milhões entre julho e o final de setembro, 8,8% abaixo do registrado um ano antes.

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Itaúsa (ITSA4) tem lucro líquido recorrente de R$ 4,12 bilhões no 3T25, alta de 6%

A holding controladora do Itaú Unibanco, Itaúsa (ITSA4), anunciou nesta segunda-feira lucro líquido recorrente de R$4,12 bilhões para o terceiro trimestre, crescimento de 6% sobre o desempenho de um ano antes.

A companhia, que também tem investimentos em empresas como Motiva, Aegea, Alpargatas e Copa Energia, teve um retorno recorrente sobre o patrimônio líquido médio de 18,1% de julho ao final de setembro, ante 18,3% no mesmo período de 2024.

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Natura (NATU3) tem prejuízo de R$ 119 milhões no 3° tri

A Natura (NATU3) teve prejuízo líquido recorrente de R$119 milhões no terceiro trimestre, segundo balanço divulgado pela fabricante de cosméticos nesta segunda-feira.

O prejuízo ocorreu em função das pressões sobre receita e rentabilidade, aliadas ao aumento das despesas financeiras líquidas, disse a empresa.

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Adeus, Oi: B3 suspende negociações das ações após Justiça decretar falência

Na tarde desta segunda-feira (10), a B3 anunciou a suspensão das negócios com valores mobiliários da  Oi (OIBR3;OIBR4). Ou seja, as ações da companhia não terão mais negociações na bolsa brasileira.

A medida foi tomada após a Justiça decretar a falência da telecomunicações, que enfrentava seu segundo processo de recuperação judicial.

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MBRF (MBRF3): Lucro recua 62%, em R$ 94 milhões no 3T25; receita líquida totaliza R$ 41,76 bilhões

A MBRF (MBRF3) reportou um lucro líquido atribuído ao controlador de R$ 94 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), uma queda de 62% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. Esse é o primeiro balanço da companhia após a fusão entre Marfrig e BRF.

A receita líquida cresceu 9,2%, saindo R$ 38,233 bilhões para R$ 41, 766 bilhões. Já o Ebitda ajustado da empresa recuou 8,6% e totalizou R$ 3,503 bilhões.

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Bradesco (BBDC4) e Rede Dor (RDOR3) ampliam parceria com hospitais

A parceria entre o Bradesco (BBDC4) e a Rede D’or (RDOR3) vai incluir o hospital Maternidade São Luiz Star, em São Paulo, mostra documento enviado pelo banco ao mercado nesta segunda-feira (10).

Em outro documento, a Rede D’or informa que o Bradesco pagará R$ 223 milhões pela inclusão.

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Ibovespa supera os 155 mil pontos e renova recorde nominal pelo 11º pregão consecutivo; dólar cai

O Ibovespa (IBOV) engatou a sua 14º alta consecutiva — a série de ganhos mais longa desde 1994 — e o seu 11º recorde seguido com balanços corporativos e retomada do apetite ao risco no exterior com negociações para o fim do ‘shutdown‘ nos Estados Unidos.

Nesta segunda-feira (10), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações em novo recorde nominal com alta de 0,77%, aos 155.257,31 pontos. O recorde anterior era da sessão anterior, quando encerrou o dia aos 154.063,53 pontos. Esse é o 26º recorde do Ibovespa em 2025. 

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a segunda-feira (10) em alta de 0,64%, aos 155.053,28 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

>> B3 suspende as negociações das ações da Oi (OIBR3;OIBR4) nesta segunda-feira (10)
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Dólar engata a 4ª queda consecutiva e fecha a R$ 5,30 com negociações para o fim do ‘shutdown’ nos EUA

O dólar começou a semana estendendo as perdas anteriores com as atenções dos investidores concentradas nas negociações no Congresso dos Estados Unidos para o fim da paralisação, que já dura 41 dias e é a mais longa em toda a história do país norte-americano. 

Nesta segunda-feira (10), o dólar à vista (USDBRL) encerrou a sessão a R$ 5,3073, com queda de 0,53%. 

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,3073, com queda de 0,53%
Nubank vs home office: Sindicato cobra diálogo e revisão de demissões

O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região pediu uma reunião emergencial com a direção do Nubank (ROXO34) após a demissão de 12 funcionários, ocorrida na sexta-feira (8), um dia depois de uma live interna conduzida pelo CEO e fundador David Vélez.

O encontro virtual, chamado Coffee Break, foi convocado para anunciar a mudança do modelo de trabalho — do remoto para o híbrido — a partir de julho de 2026.

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Ouro fecha em alta de quase 3% com expectativa de corte nos juros nos EUA

Os contratos futuros do ouro fecharam em forte alta nesta segunda-feira (10), com o metal precioso voltando a ultrapassar o patamar de US$ 4,1 mil por onça-troy pela primeira vez em duas semana, em meio às expectativas de um novo corte nos juros dos Estados Unidos em dezembro.

O contrato mais líquido do ouro, com vencimento em dezembro, encerrou com avanço de 2,8%, a US$ 4.122,00 por onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

Brasil habilita os primeiros estabelecimentos para exportação de DDGs e sorgo à China

O Brasil habilitou os primeiros cinco estabelecimentos para exportação de DDG/DDGs (grãos secos de destilaria), coproduto da indústria de etanol de milho, além de dez unidades para exportar sorgo à China, informou o Ministério da Agricultura nesta segunda-feira.

“Com as habilitações, o Brasil passa a contar com um canal regular de embarques para o maior importador global de grãos e insumos para ração animal, ampliando a previsibilidade dos contratos e criando espaço para o aumento do volume exportado nas próximas safras”, afirmou o ministério em comunicado.

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Suzano (SUZB3) estende perdas pelo 4º pregão em reação ao balanço do 3T25

As ações da Suzano (SUZB3) lideram a ponta negativa do Ibovespa, estendendo as perdas ainda em reação ao balanço do terceiro trimestre e caminham para fechar a quarta sessão seguida em queda. Às 15h50, SUZB3 caía 2,27%, a R$ 46,54.

Entre julho e setembro, a companhia registrou um lucro de R$ 1,96 bilhão, um recuo de 39% em relação ao mesmo período do ano passado. O BTG Pactual viu resultados fracos para Suzano, reflexo da forte pressão sobre a receita líquida decorrente da valorização do real e da fraqueza da celulose.

 

‘Hoje Lula é favorito, mas não podemos encarar como profecia’, diz chefe da Eurásia sobre 2026

O cenário eleitoral de 2026 ainda está longe de ser definido, mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá partir em vantagem rumo à reeleição. A avaliação foi feita por Silvio Cascione, diretor de pesquisa e chefe da Eurasia Group no Brasil durante o Fórum Debates 2025, evento realizado em São Paulo.

“Hoje, o favorito é o Lula, mas a gente não pode encarar isso como profecia. Essa conclusão pode mudar bastante, pois essa eleição está muito difícil de prever”, afirmou, comparando a tentativa de adivinhar o resultado à meteorologia.

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Ibovespa agora

O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em alta de 0,73%, aos 155.195,49 pontos, nesta segunda-feira (10).

Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra alta de 0,49%, cotada a R$ 65,10. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em alta de 0,96%, a R$ 32,49, e os do Itaú (ITUB4), em alta de 0,77%, a R$ 40,48.

Tyson Foods prevê aumento da receita, com demanda por frango compensando divisão de bovinos

A Tyson Foods previu nesta segunda-feira uma receita anual acima das estimativas dos analistas, apostando na demanda por produtos de frango para compensar os pontos fracos em seu negócio de carne bovina, fazendo com que suas ações subissem até 5,7% no início do pregão.

Os consumidores, especialmente os de famílias de baixa renda, estão cozinhando cada vez mais em casa em meio à inflação persistente e à incerteza da política comercial, o que ajuda a demanda por alimentos embalados.

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Haddad diz que resultado fiscal deve se aproximar da meta do ano com empoçamento das despesas

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira que, se a arrecadação federal seguir “vindo bem”, o governo deve se aproximar de centro da meta fiscal para 2025, em virtude do empoçamento — recursos que são liberados para ministérios, mas que terminam o ano em caixa.

Segundo Haddad, em entrevista à CNN Brasil, o valor total do empoçamento “usualmente” varia entre R$15 bilhões e R$25 bilhões do orçamento para o ano.

A meta para o ano é de resultado primário zero.

— Com informações da Reuters

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