Resumo: O Ibovespa (IBOV) fechou próximo da estabilidade, mesmo com o aumento do apetite no exterior. No fim de semana, Estados Unidos e China acordaram reduzir as tarifas adicionais de importação por 90 dias.
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Nesta segunda-feira (12), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 136.563,18 pontos, com avanço leve de 0,04%.
Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,6840, com alta de 052% sobre o real.
Por aqui, os investidores repercutiram novos balanços do primeiro trimestre (1T25), enquanto esperavam os números de Petrobras (PETR3;PETR4).
Entre os destaques, o Relatório Focusreduziu a projeção para a inflação pela quarta vez consecutiva, de 5,53% para 5,51% em 2025. Os economistas consultados pelo Banco Central mantiveram a estimativa de Selic a 14,75% em dezembro deste ano, com a perspectiva de que o ciclo de aperto monetário chegou ao fim. Na semana passada, o Copom elevou a Selic para 14,75%.
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No exterior, as bolsas de Wall Street fecharam próximas dos recordes.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta segunda-feira (12) em tempo real:
Ao vivo
20h20
Brava (BRAV3) lucra R$ 829,2 milhões no 1° tri e reverte prejuízo de um ano antes
A Brava Energia(BRAV3) registrou um lucro líquido de R$829,2 milhões no primeiro trimestre, revertendo o prejuízo de R$20,7 milhões apurado um ano antes, em base proforma, conforme relatório de resultados divulgado nesta segunda-feira.
O Ebitda ajustado da Brava no período retraiu 14% ano a ano, para R$1,07 bilhão, com a margem Ebitda encolhendo para 37,2%, de 44,0% nos primeiros três meses de 2024.
Itaúsa (ITSA4) tem lucro líquido recorrente de R$ 3,9 bilhões no 1T25, alta de 8%
A Itaúsa (ITSA4) teve um lucro líquido recorrente de R$ 3,9 bilhões no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 8% sobre o mesmo período de 2024, de acordo com o relatório de resultados publicado nesta segunda-feira.
A empresa atribuiu o desempenho ao crescimento do resultado recorrente do Itaú Unibanco (+R$ 274 milhões) e ao aumento nos resultados das companhias do portfólio do setor não financeiro (+R$ 113 milhões).
Hapvida tem lucro líquido ajustado de R$416,4 mi no 1° tri
A Hapvida apurou um lucro líquido ajustado de R$416,4 milhões no primeiro trimestre de 2025, uma queda de 15,8% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com os resultados da companhia publicados nesta segunda-feira.
O Ebitda ajustado da empresa nos três meses iniciais deste ano foi de R$1 bilhão, oscilando 0,5% para cima na comparação com o registrado em 2024.
(Reuters)
19h51
Itaúsa tem lucro líquido recorrente de R$3,9 bi no 1° tri
A Itaúsa teve um lucro líquido recorrente de R$3,9 bilhões no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 8% sobre o mesmo período de 2024, de acordo com o relatório de resultados publicado nesta segunda-feira.
Segundo a holding, a alta se deve aos “resultados crescentes do Itaú Unibanco e pela boa performance do portfólio de investidas do setor não financeiro”.
(Reuters)
19h45
Telefônica Brasil (VIVT3) lucra R$ 1,06 bilhão no 1T25, alta de 18,1%
A Telefônica Brasil (VIVT3) registrou lucro líquido de R$1,06 bilhão no primeiro trimestre, crescimento de 18,1% em relação ao mesmo período do ano passado e em linha com a média das estimativas de analistas compiladas pela LSEG.
O Ebitda da empresa de telecomunicações, dona da Vivo, subiu 8,1% entre janeiro a final de março em base anual, para R$5,7 bilhões, enquanto analistas apontavam, em média, um Ebitda de R$5,6 bilhões, ainda segundo dados da LSEG.
Direcional (DIRR3) bate o mercado de novo; veja números do 1T25
A Direcional Engenharia (DIRR3) apresentou nesta segunda-feira um lucro líquido de R$ 164,5 milhões no primeiro trimestre, um crescimento de 9,5% em relação ao mesmo período do ano passado e acima das estimativas no mercado, conforme balanço.
Analistas, em média, projetavam um lucro líquido de R$159 milhões para a construtora, segundo dados compilados pela LSEG.
Toque de dividendos: BofA adiciona elétrica ‘rendeira’ para carteira Brasil; veja o portfólio
O Bank of America continua otimista com o Brasil, mantendo uma exposição comprada no país.
Para os analistas, a queda dos juros, que poderá ocorrer ainda em 2025 — o banco projeta os primeiros cortes da Selicem dezembro —, será um “belo” gatilho para os mercados e, especialmente, para a bolsa.
Petrobras (PETR4) tem lucro de R$ 35,2 bilhões, alta de 48,6%
A Petrobras (PETR4) teve lucro líquido de R$ 35,2 bilhões no primeiro trimestre de 2025, alta de 48,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com relatório divulgado nesta segunda-feira (12). A linha superou a projeção de R$ 28,5 bilhões, de acordo com dados reunidos pela Bloomberg.
A empresa atribuiu o desempenho a uma melhora no resultado financeiro, que alcançou R$ 10,6 bilhões positivos. Esse resultado foi impulsionado pela valorização de 7% do câmbio no final do período, refletindo os efeitos da variação cambial sobre as dívidas entre a Petrobras e suas subsidiárias no exterior.
Petrobras (PETR4) pagará R$ 11,7 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio
A Petrobras (PETR4) anunciou nesta segunda-feira (12) que vai pagar R$ 11,72 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio (JCP), o que representa R$ 0,91 por ação.
O pagamento é uma antecipação da remuneração aos acionistas com base no balanço de 31 de março de 2025.
Soja atinge máxima em 3 meses em Chicago após acordo comercial entre EUA e China
Os contratos futuros da soja em Chicago registraram uma máxima de três meses nesta segunda-feira, com uma trégua na guerra comercial entre Estados Unidos e China e um relatório “altista” do Departamento de Agricultura dos EUA ajudando os preços a se recuperar para os níveis anteriores à disputa comercial, disseram traders e analistas.
O trigo caiu para os níveis contratuais mais baixos, devido às boas perspectivas de colheita nos EUA e aos estoques finais de maiores do que o esperado no mundo e nos EUA, enquanto os futuros do milho ficaram mistos.
Na visão da XP, a companhia reportou números em linha com as expectativas e apresentou uma melhora nas métricas, como Ebitda, em comparação com o trimestre anterior.
Confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (12):
> Braskem (BRKM5): +6,05%, a R$ 10,87
> Prio (PRIO3): +5,15%, a R$ 38,56
> Magazine Luiza (MGLU3): +4,65%, a R$ 8,78
> Suzano (SUZB3): +4,31%, a R$ 52,25
> RD Saúde (RADL3): +3,61%, a R$ 16,06
17h27
Ibovespa ‘patina’ aos 136 mil pontos com bancos e desancora das altas de Wall Street; dólar sobe a R$ 5,68
O Ibovespa (IBOV) iniciou a semana próximo da estabilidade com expectativa pela ata do Copom e balanços trimestrais. A realização dos ganhos recentes do setor bancário pesou no índice — impedindo a tração positiva de Wall Street.
Nesta segunda-feira (12), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 136.563,18 pontos, com avanço leve de 0,04%.
O Ibovespa fechou a segunda-feira (12) em alta de 0,11%, aos 136.654,38 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.
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17h02
Dólar à vista ganha força e fecha a R$ 5,68 com acordo entre EUA e China e à espera de ata do Copom
O dólar iniciou a semana seguinte às decisões de política monetária em alta, com apoio das negociações entre os Estados Unidos e os países parceiros comerciais.
Nesta segunda-feira (12), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,6840, com alta de 0,52% ante o real. Durante a sessão, a moeda bateu a marca de R$ 5,70.
>> Dólar à vista fecha a R$ 5,6840, com alta de 0,52%
16h55
‘Tem bastante espaço para ação andar’, diz CFO do BTG (BPAC11) após resultados; BB Investimentos vê ‘reprecificação’
A ação do BTG(BPAC11) ainda tem bastante espaço para andar, conforme entrega mais resultados, afirmou Renato Cohn, CFO do banco, em teleconferência com jornalistas nesta segunda-feira.
Para o executivo, o banco negocia a um patamar de múltiplo “adequado” e em linha com o crescimento e com a qualidade da entrega.
Petróleo sobe mais de 1% com acordo comercial entre EUA e China
Os preços do petróleo fecharam em forte alta nesta segunda-feira (12), impulsionados pelo acordo tarifário entre os Estados Unidos e a China.
No fim de semana, as duas maiores economias do mundo acordaram reduzir as tarifas adicionais de importação por 90 dias. Os EUA diminuíram as taxas de 145% para 30% sobre os produtos chineses, enquanto a China reduziu a alíquota de 125% para 10% sobre as mercadorias norte-americanas.
O contrato do petróleo Brent para julho teve alta de 1,64%, a US$ 64,96 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. Já o contrato do WTI para junho subiu 1,52%, a US$ 61,95 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA.
16h13
Azzas 2154 (AZZA3) tem nova alta com reaproximação dos acionistas e elevação de preço-alvo pelo BTG Pactual
AZZA3 encerrou a sessão com alta de 3,33%, a R$ 39,46, entre as maiores altas do Ibovespa (IBOV). Com o avanço, os papéis da varejista acumulam ganhos de 33,40% no ano, elevando o valor de mercado da companhia para R$ 8,16 bilhões. Acompanhe o Tempo Real.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
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