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Tempo real: Ibovespa fecha no maior nível histórico, aos 138 mil pontos, com Vale (VALE) e Petrobras (PETR4); dólar cai a R$ 5,60

13 maio 2025, 6:30 - atualizado em 13 maio 2025, 17:43
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: Ibovespa (IBOV) saltou quase 3 mil pontos e registrou um “duplo recorde” nesta terça-feira (13). Desaceleração da inflação nos Estados Unidos, valorização das commodities — que impulsionaram os pesos-pesados — e expectativa de fim do ciclo de aperto monetário no Brasil patrocinaram o forte apetite ao risco local.

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Hoje (13), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 138.963,11 pontos, com avanço de 1,76%, em novo recorde. O maior nível até então foi registrado em 28 de agosto, quando o índice encerrou a sessão aos 137.343,96 pontos.

Durante a sessão, o Ibovespa também renovou a máxima histórica intradia aos 139.418,97 pontos. A marca anterior tinha sido registrada em 8 de maio, aos 137.634,57 pontos.

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,6087, com queda de 1,32% ante o real. 

Em destaque, os investidores repercutiram o balanço da Petrobras (PETR4). A estatal registrou lucro líquido de R$ 35,21 bilhões no 1T25, acima da projeções dos analistas.

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Já a ata do Copom afirmou que as expectativas seguem desancoradas, o que torna apropriado ter juros elevados por mais tempo.

Nos Estados Unidos, o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) registrou alta de 0,2% em abril, em linha com as expectativas. Já em 12 meses, a inflação subiu para 2,3%, um pouco abaixo da previsão do mercado. O dado consolidou as apostas de corte de 50 pontos-base nos juros pelo Federal Reserve até dezembro, sendo setembro o mês mais provável para o início do afrouxamento monetário.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta terça-feira (13) em tempo real

Ao vivo
Ibovespa: ‘Não seria loucura imaginar a 150 mil pontos’; analista cita 3 gatilhos para continuar otimista

O Ibovespa conseguiu encostar nos 139 mil pontos, máxima histórica. Após ‘vacilar’ na última sessão, quando as bolsas nos Estados Unidos subiram mais de 4% com um possível acordo com a China, o índice desencantou nesta terça.

Entre os fatores que ajudaram o IBOV, está o índice de inflação nos Estados Unidos, que veio melhor do que o esperado. Isso alimenta a esperança de um corte de juros no país.

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CVC (CVCB3) reduz prejuízo líquido a R$ 7,4 milhões no 1T25

A CVC Brasil (CVCB3) divulgou nesta terça-feira um prejuízo líquido de R$ 7,4 milhões no primeiro trimestre, uma redução do prejuízo de R$ 34,4 milhões apurado no mesmo período do ano passado, conforme apresentado em relatório de resultados.

Considerando ajustes, a companhia de viagens registrou lucro líquido de R$ 24 milhões no período, acima do ganho de R$ 4,1 milhões apurado um ano antes.

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SLC Agrícola (SLCE3): Lucro salta 123,1% e totaliza R$ 510,7 milhões no 1T25

SLC Agricola (SLCE3) reportou um lucro líquido de R$ 510,7 milhões no primeiro trimestre de 2025, crescimento de 123,1% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado.

O Ebitda ajustado cresceu 34% no mesmo comparativo, para R$ 943 milhões. Já a receita líquida avançou 101%, para R$ 2,331 bilhões.

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PagBank tem lucro 6% maior no 1T25 e anuncia primeiro dividendo para acionistas

O PagBank (PAGS34) anunciou a distribuição de cerca de R$250 milhões em dividendos aos acionistas nesta terça-feira (13), após reportar crescimento de 6% no lucro líquido recorrente do primeiro trimestre de 2025 (1T25) na comparação com o mesmo período de 2024.

O PagBank teve lucro líquido recorrente de R$ 554 milhões nos meses de janeiro a março, enquanto a média de estimativas de analistas apontava para um resultado de R$ 558,9 milhões, segundo dados compilados pela LSEG.

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Nubank (ROXO34) lucra US$ 557 milhões no 1T25, alta de 74%; ação cai

O Nubank (ROXO34) apurou lucro líquido de US$ 557 milhões no primeiro trimestre de 2025, alta de 74% em relação ao mesmo período do ano passado, mostra balanço divulgado nesta terça-feira (13).

Já o lucro líquido ajustado foi de US$ 606,5 milhões, enquanto analistas, em média, apontavam para um ganho de US$ 630,5 milhões, segundo pesquisa da LSEG.

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JBS (JBSS3) vê lucro crescer 77,6% no 1T25, para R$ 2,923 bilhões

A JBS (JBSS3) reportou um lucro líquido de R$ 2,923 bilhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25), um crescimento de 77,6% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado (1T24).

No mesmo comparativo, houve um avanço de 38,9% no Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado do frigorífico, que saiu de R$ 6,428 bilhões para R$ 8,929 bilhões.

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Balanço de Yduqs (YDUQ3) desagrada analistas e ação cai 8%; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (13)

A ponta negativa foi liderada por Yduqs (YDUQ3), com a reação negativa aos números do 1T25. A educacional registrou lucro líquido ajustado de R$ 153,7 milhões entre janeiro e março, uma queda de 11,4% em relação ao mesmo período de 2024. Para os analistas, a Yduqs apresentou resultados mistos no 1T25, com queda no lucro líquido e Ebitda ajustado e crescimento forte da geração de caixa. 

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (13):

> Yduqs (YDUQ3): -8,48%, a R$ 14,57

> JBS (JBSS3): -2,48%, a R$ 40,85

> Brava Energia (BRAV3): -2,35%, a R$ 19,54

> Cyrela (CYRE3): -1,53%, a R$ 25,17

> Braskem (BRKM5): -1,10%, a R$ 10,75

Hapvida (HAPV3) salta 11% com balanço do 1T25; confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (13)

As ações da Hapvida (HAPV3) lideraram os ganhos do Ibovespa, impulsionadas pelo balanço do primeiro trimestre (1T15). A operadora de saúde reportou um lucro líquido ajustado de R$ 416,4 milhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25), uma queda de 15,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

Apesar do recuo anual, os analistas consideraram os resultados positivos, com destaque para os depósitos judiciais e para a melhora na sinistralidade. 

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (13):

> Hapvida (HAPV3): +11,30%, a R$ 2,66

> Azul (AZUL4): +10,85%, a R$ 1,43

> CVC (CVCB3): +9,29%, a R$ 2,47

> GPA (PCAR3): +7,72%, a R$ 3,35

> Natura (NTCO3): +6,50%, a R$ 10,00

Ibovespa dispara e fecha no maior nível da história, aos 138 mil pontos, em ‘duplo recorde’; dólar cai a R$ 5,60

Um dia após uma sessão fraca e descolada do exterior, o Ibovespa (IBOV) saltou quase 3 mil pontos e registrou um “duplo recorde” nesta terça-feira (13). Desaceleração da inflação nos Estados Unidos, valorização das commodities — que impulsionaram os pesos-pesados — e expectativa de fim do ciclo de aperto monetário no Brasil patrocinaram o forte apetite ao risco local.

Hoje (13), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 138.963,11 pontos, com avanço de 1,74%, em novo recorde nominal. O maior nível até então era de 137.343,96 pontos, registrado em 28 de agosto.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a terça-feira (13) em alta de 1,78%, aos 138.987,17 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

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Bolsas de NY fecham sem direção única com CPI mais fraco que o esperado

Nos Estados Unidos, os índices de Wall Street operaram sem direção única, com os mercados reagindo a novos dados econômicos e declarações do presidente Donald Trump.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) registrou alta de 0,2% em abril, em linha o esperado pelo mercado. Já em 12 meses, a inflação subiu para 2,3%, um pouco abaixo da previsão dos analistas. O dado consolidou a chance de o Fed cortar os juros em 50 pontos-base até dezembro deste ano como aposta majoritária. Hoje, os juros dos EUA estão na faixa de 4,25% a 4,50% ao ano.

Embora o CPI não seja o dado inflacionário de referência do Federal Reserve (Fed), ele serve para calibrar as apostas dos agentes financeiros sobre a trajetória dos juros norte-americanos.

Com a desaceleração anual, Trump voltou a exigir que o Fed reduza a taxa de juros. “Não há inflação, e os preços da gasolina, da energia, dos mantimentos e de praticamente tudo estão em baixa! O Fed tem que baixar os juros, como fizeram a Europa e a China”, disse o presidente no Truth Social.

O chefe da Casa Branca também disse que removerá as sanções contra a Síria. “Vou ordenar o fim das sanções contra a Síria para dar a eles uma chance de grandeza”, disse Trump em um fórum de investimentos em Riad. “É a hora deles brilharem. Estamos tirando todas elas. […] Boa sorte, Síria, mostre-nos algo muito especial.”

Os EUA impuseram duras sanções à Síria durante o governo de Bashar al-Assad, e as mantiveram mesmo após a queda do ditador depois de mais de 13 anos de guerra.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

> S&P 500: +0,72%, aos 5.886,55 pontos; 

> Dow Jones: -0,64%, aos 42.140,43 pontos;

> Nasdaq: +1,61%, aos 19.010,09 pontos.

Dólar cai mais de 1% pressionado por commodities e ata do Copom; moeda fecha a R$ 5,60

O dólar devolveu parte dos ganhos da véspera com novos dados de inflação nos Estados Unidos — que abriram espaço para cortes nos juros norte-americanos, na avaliação do mercado. A forte valorização das commodities e a ata da mais recente reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central brasileiro também movimentaram o câmbio.

Nesta terça-feira (13), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,6087, com queda de 1,32% ante o real. 

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,6087, com queda de 1,32%
Azul (AZUL4) dispara 10% antes do balanço do 1T25; saiba o que esperar do trimestre

As ações da Azul (AZUL4) dispararam na tarde desta terça-feira (13), um dia antes da divulgação do balanço referente ao primeiro trimestre de 2025. A companhia aérea reporta os resultados na quarta (14), antes da abertura do mercado.

AZUL4 encerrou o pregão com alta de 10,85%, a R$ 1,43. Acompanhe o tempo real.

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Ex-presidente do Uruguai Mujica morre aos 89 anos

O ex-presidente do Uruguai José Mujica morreu, disse o atual líder do país sul-americano, Yamandu Orsi, em um post no X.

Mujica, que era frequentemente chamado pelo apelido de Pepe e foi presidente de 2010 a 2015, tinha 89 anos de idade.

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Funcionários do USDA alertam Congresso dos EUA para riscos após demissões de Trump

Sindicatos de funcionários das agências de pesquisa, saúde animal e nutrição do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) alertaram parlamentares, em carta enviada na noite de segunda-feira, sobre a interferência política e danos irreparáveis ao seu trabalho decorrentes dos esforços do presidente Donald Trump para reduzir o tamanho do governo federal.

Mais de 15.000 funcionários do USDA foram demitidos ou aceitaram os incentivos financeiros de Trump para deixar a agência, deixando menos especialistas para responder a um surto contínuo de gripe aviária e drenando a equipe técnica dos escritórios locais que atendem os agricultores.

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>> Ibovespa renova máxima intradia histórica
Petrobras (PETR4): Difícil imaginar que licença não será concedida, diz CEO sobre operação de navio-sonda na Margem Equatorial

A Petrobras (PETR4) aguarda uma resposta do Ibama até esta quinta-feira (15) sobre a licença para operar um navio-sonda na Margem Equatorial. Segundo a CEO Magda Chambriard, a empresa está cumprindo todos os requisitos e respeitando a institucionalidade do país. Ela afirmou que, caso a licença não seja emitida, a Petrobras já tem tudo programado para remover a locação.

Magda explicou que a última exigência do Ibama, que era a criação de um novo centro de despetrolização no município de Oiapoque, foi atendida no final de março. A empresa já realizou o exercício pré-operacional dessa base, disse durante coletiva de imprensa nesta terça-feira (13).

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>> Ibovespa sobe 1,95% aos 139.228,92 pontos
Azul (AZUL4) dispara mais de 10% e passa a liderar os ganhos do Ibovespa na expectativa por balanço

As ações da Azul (AZUL4) dispararam na última hora e saltam mais de 10%, na liderança do Ibovespa. Às 16h, AZUL4 subia 10,08%, a R$ 1,42.

A companhia aérea divulga os números do primeiro trimestre (1T25) amanhã (14). Nas contas do BTG Pactual, a Azul deve reportar um prejuízo líquido de R$ 11 milhões entre janeiro e março, ante o prejuízo R$ 257 milhões no 1T24, suportado pelo impacto positivo das iniciativas de gestão de passivos nas despesas financeiras.

Gol (GOLL4) também opera em queda, na esteira de Azul. Há pouco, GOLL4 entrou em leilão após registrar baixa de 10,99%, a R$ 1,01.

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