Resumo: Um dia após encostar nos 140 mil pontos, Ibovespa (IBOV) acompanhou o aumento da aversão a risco do exterior em meio a rumores de envolvimento direto dos Estados Unidos no conflito entre Israel e Irã. O mercado também fez ajustes de olho na ‘Super Quarta‘.
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Nesta terça-feira (17), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 138.840,02 pontos, com queda de 0,30%.
No cenário doméstico, as movimentações em Brasília seguiram no radar. Na noite de ontem (16), a Câmara dos Deputados aprovou a urgência do projeto de lei que prevê a derrubada do aumento do IOF. Agora, a proposta pode ser apreciada diretamente em plenário sem a necessidade de passar pelas Comissões da Casa.
No exterior, o Banco do Japão (BoJ) manteve os juros inalterados em 0,50% ao ano. Nos Estados Unidos, além da guerra no Oriente Médio, os investidores operaram na expectativa pela decisão do Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês).
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta terça-feira (17) em tempo real:
Ao vivo
20h31
Aneel aprova reajuste médio de 2% para Copel Distribuição
A Copel (CPLE6) anunciou nesta terça-feira que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou reajuste médio de 2,02% para a distribuidora do grupo, segundo comunicado ao mercado.
A empresa afirmou que a chamada “Parcela A”, que compreende custos com encargos, transporte e energia, representou um aumento de 4,30% na composição do reajuste tarifário, “devido, sobretudo, ao aumento dos custos dos encargos setoriais de 5,79%, em especial da Conta de Desenvolvimento Energético – CDE, parcialmente compensada pela redução dos custos de transporte em 2,46%”.
Hypera (HYPE3) pagará R$ 185,1 milhões em juros sobre capital próprio; veja condições
A Hypera (HYPE3) informou nesta terça-feira (17) que seu Conselho de Administração aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 0,293 por ação ordinária, totalizando R$ 185,1 milhões.
A data-base para ter direito ao provento é 26 de junho de 2025, com as ações passando a ser negociadas “ex-JCP” a partir de 27 de junho.
BRF (BRFS3) confirma adiamento de Assembleia Geral Extraordinária após decisão da CVM
A BRF(BRFS3) confirmou nesta terça-feira (17) que adiou a Assembleia Geral Extraordinária (AGE) anteriormente convocada para o dia 18 de junho de 2025.
A decisão atende à deliberação do Colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), proferida em 16 de junho de 2025. A AGE será realizada em nova data, após a divulgação das informações solicitadas pela autarquia.
Congresso derruba parte de vetos de Lula à lei das eólicas offshore
O Congresso Nacional derrubou nesta terça-feira parcialmente vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a uma série de itens incluídos pelos parlamentares durante a tramitação do projeto de lei que regulamenta as usinas eólicas em alto mar, o que deverá ter um impacto nos próximos anos na conta de luz.
Ao todo, deputados e senadores concordaram em derrubar os vetos de Lula a oito “jabutis”, como são chamadas alterações feitas pelo Poder Legislativo para adicionar temas alheios ao eixo principal de um projeto de lei. Essas medidas trouxeram grande apreensão no setor elétrico.
BTG Pactual vê alta da Selic a 15% como chance de reforço da credibilidade do Copom
O BTG Pactual revisou sua projeção para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) desta quarta-feira (18) e, agora, prevê uma alta de 0,25 ponto percentual (p.p.) na Selic. O banco espera que a taxa fique estável em 15% até o fim de 2025.
A economista do banco, Iana Ferrão, afirma que a reavaliação da projeção vem após uma sequência de indicadores que apontam “atividade resiliente e inflação de serviços ainda elevada, em um contexto de expectativas desancoradas”. Esse cenário reforça a necessidade de um ajuste residual.
Soja termina em alta nos EUA com suporte de ganhos no petróleo; trigo sobe
Os contratos futuros da soja negociados na bolsa de Chicago fecharam em alta nesta terça-feira (17), apoiados pelo aumento dos preços do petróleo e pela incerteza sobre o clima das safras do Meio-Oeste nas próximas semanas.
Já os preços do óleo de soja diminuíram após uma forte alta de dois dias, ligada ao fortalecimento dos mandatos de mistura de biocombustíveis dos EUA.
Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (17):
> Usiminas (USIM5): -6,90%, a R$ 4,59
> Vale (VALE3): -4,50%, a R$ 51,41
> Cosan (CSAN3): -3,79%, a R$ 8,12
> Bradespar (BRAP4): -3,00%, a R$ 15,50
> Suzano (SUZB3): -2,97%, a R$ 52,64
17h42
Petrobras (PETR3;PETR4) sobe com disparada do petróleo; confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (17)
As ações da Petrobras (PETR3;PETR4) recuperaram parte das perdas da véspera e subiram mais de 2%, assumindo a dianteira do índice, na esteira da disparada do petróleo.
Confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (17):
> Petrobras ON (PETR3): +2,95%, a R$ 35,95
> Vamos (VAMO3): +2,46%, a R$ 5,00
> Petrobras PN (PETR4): +2,27%, a R$ 32,94
> Prio (PRIO3): +1,97%, a R$ 44,03
> Direcional (DIRR3): +1,90%, a R$ 41,75
17h38
Weg (WEGE3) pagará quase R$ 400 milhões em juros sobre o capital próprio
A Weg (WEGE3) aprovou o pagamento de R$ 394 milhões em juros sobre o capital próprio, mostra documento enviado ao mercado nesta terça-feira (17).
Segundo o comunicado, o valor por ação será de R$ 0,079, a ser pago em 23 de junho.
Ibovespa recua aos 138 mil pontos com Vale (VALE3) e escalada de tensão no Oriente Médio; dólar sobe a R$ 5,49
Um dia após encostar nos 140 mil pontos, Ibovespa (IBOV) acompanhou o aumento da aversão a risco do exterior em meio a rumores de envolvimento direto dos Estados Unidos no conflito entre Israel e Irã. O mercado também fez ajustes de olho na “Super Quarta”.
Nesta terça-feira (17), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 138.840,02 pontos, com queda de 0,30%.
O Ibovespa fechou a terça-feira (17) em baixa de -0,37%, aos 138.716,15 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.
17h04
Dólar recupera fôlego com escalada da tensão no Oriente Médio e sobe a R$ 5,49
A expectativa de alívio nas tensões no Oriente Médio durou pouco e o dólar voltou a ganhar força. Os investidores passaram a operar mais cautelosos com o possível envolvimento direto dos Estados Unidos no conflito entre Israel e Irã. A Super Quarta, o chamado dia de decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, também ficou no radar.
Nesta terça-feira (17), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4968, com alta de 0,20%.
A vantagem de Bolsonaro em relação a Lula em 2026, segundo pesquisa MDA
Mais eleitores estariam dispostos a votar em Jair Bolsonaro ou em um candidato apoiado por ele do que em Lulaou num candidato apoiado por ele, revela pesquisa MDA publicada nesta terça-feira (17).
O levantamento apontou que 32,6% dos entrevistados querem votar no ex-presidente, enquanto 30,9% gostariam de votar no petista, e 30,6% preferem um candidato que não seja apoiado nem por Bolsonaro nem por Lula.
>> Dólar à vista fecha a R$ 5,4968, com alta de 0,20%
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16h48
Governo Lula freia desaprovação, mostra pesquisa CNT/MDA; veja os números
A avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silvaalcançou 40,4% enquanto a desaprovação pessoal do presidente foi a 52,9%, oscilando para baixo nos dois casos, mostrou pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira.
De acordo com o levantamento, o percentual dos que avaliam o governo Lula como ótimo ou bom foi de 28,6%, ante 28,7% na pesquisa anterior realizada em fevereiro.
Petróleo encerra o dia com alta de mais de 4% com a possibilidade da entrada dos EUA na guerra entre Israel e Irã
O preço do petróleo fechou em alta de mais de 4% nesta terça-feira (17) com a possibilidade da entrada dos Estados Unidos na guerra entrada de Israel e Irã.
Por volta das 15h30 (horário de Brasília), os contratos mais líquidos do Brent, referência internacional de preços, avançavam 4,40%, a US$ 76,45 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
Telefônica Brasil (VIVT3) X Tim (TIMS3): Uma está se tornando favorita entre investidores, diz Santander; dividendos estão no radar
O Santanderpromoveu uma rodada de conversas com cerca de 30 investidores em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde notou um sentimento mais construtivo em relação à tese de investimentos da Telefônica Brasil(VIVT3), enquanto o sentimento foi oposto no caso da Tim(TIMS3).
A equipe de analistas, liderada por Felipe Cheng, pontua que a dona da Vivo está se tornando a favorita no mercado de telecomunicações. O próprio banco também tem preferência pelo nome em relação à concorrente direta.
Santander (SANB11) pode dar adeus à bolsa? Não me surpreenderia, diz CEO a analistas
Em meio a juros altos e uma bolsa ainda descontada, apesar da recuperação recente, alguns controladores correm para tirar suas empresas da bolsa.
Um dos possíveis alvos seria o Santander Brasil (SANB11). Quinto maior banco do país, a filial do espanhol abriu seu capital em 2009, captando cerca de R$ 14,1 bilhões (aproximadamente US$ 8,9 bilhões).
Petróleo acelera ganhos e sobe quase 5% com temor de intervenção dos EUA no conflito Israel-Irã
Os preços do petróleo aceleraram os ganhos na última hora com o possível envolvimento direto dos Estados Unidos no conflito entre Israel e Irã.
Mais cedo, a Axios noticiou que presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está “considerando seriamente” juntar-se à guerra contra o Irã. Segundo o portal, Trump pode lançar um ataque contra as instalações nucleares iranianas.
Já a Reuters informou que os EUA estão enviando mais aviões de combate para o Oriente Médio e ampliando o envio de outros aviões de guerra, reforçando as forças militares do país na região.
Por volta de 15h30 (horário de Brasília), os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para agosto, subiam 4,47%, a US$ 76,50 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
Já os contratos do petróleo West Texas Intermediate (WTI) para agosto também tinha alta de 4,38%, a US$ 73,33 o barril, em New York Mercantile Exchange (Nymex).
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