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Tempo real: Ibovespa sobe aos 143 mil pontos e acumula alta de 1% na semana; dólar cai com alívio nas tensões EUA-China

17 out 2025, 6:30 - atualizado em 17 out 2025, 17:37
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: Na expectativa por novas medidas fiscais, o Ibovespa (IBOV) ficou à mercê do exterior e acompanhou a retomada do apetite ao risco em Wall Street com alívio nas tensões entre os Estados Unidos e a China.

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Nesta sexta-feira (17), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com alta de 0,84%, aos 143.398,63 pontos. No acumulado dos últimos cinco pregões, o Ibovespa avançou 1,93%. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4055, com baixa de 0,69%. Na semana, a divisa acumulou desvalorização de 1,78% ante o real. 

No exterior, o estresse com a saúde do mercado de crédito dos bancos regionais norte-americanos cedeu espaço para alívio nas tensões entre Estados Unidos e China.

Pela manhã, o presidente norte-americano, Donald Trump, a sua proposta de impor uma tarifa de 100% sobre os produtos chineses não seria “sustentável”.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta sexta-feira (17) em tempo real:

Ao vivo
Eztec (EZTC3): Vendas líquidas sobem 6,2% no 3T25, a R$ 532 milhões

A Eztec (EZTC3) informou nesta sexta-feira (17) que as vendas líquidas da companhia subiram 6,2% no terceiro trimestre, a R$ 531,9 milhões, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados da prévia operacional.

O valor de venda dos lançamentos caiu 31,6% no terceiro trimestre na comparação com o mesmo período do ano anterior, para R$ 475 milhões.

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Ibovespa futuro fecha em alta de 0,97%, aos 146.445 pontos, e consolida viés positivo

O Ibovespa futuro para dezembro (WINZ25) encerrou esta sexta-feira (17) em alta de 0,97%, cotado a 146.445 pontos na B3. De acordo com a última análise técnica do BTG Pactual, o contrato continua uma recuperação importante, operando acima da média de 200 períodos e já se firmando na faixa dos 146 mil pontos. Nesse contexto, a região dos 145 mil atua como suporte relevante, enquanto o rompimento dos 146.000 pontos reforça o viés positivo e abre espaço para um teste da resistência nos 148.000 pontos.

O Ibovespa à vista também fechou em alta nesta sexta-feira, confirmando um desempenho semanal positivo, em um repique após um começo mais negativo em outubro. O índice de referência do mercado acionário brasileiro subiu 0,84%, a 143.398,63 pontos. Na semana, o índice acumulou alta de 1,93%, mas no mês ainda perde 1,94%.

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De operário a milionário: Vencedor da Copa BTG Trader operava “virado”

A primeira Copa BTG Trader, com mais de 100 mil inscritos, sagrou o operário de São Vicente, Danillo Ramos Duarte, como campeão. Agora milionário, até pouco tempo atrás, o novo milionário, o trader operava sem dormir, após chegar do turno da madrugada em seu trabalho em uma fábrica. 

“Eu chegava em casa do trabalho às sete e meia da manhã e já olhava o que estava acontecendo lá fora. Via o dólar, via o Bitcoin, via as notícias. Tudo isso já formava a forma como eu ia operar no dia”, diz Danilo

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Klabin (KLBN11) cai mais de 2% com dólar; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta-feira (17)

A ponta negativa foi liderada por Klabin (KLBN11), pressionada pela desvalorização do dólar frente ao real.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta-feira (17):

> Klabin (KLBN11): -2,04%, a R$ 17,30

> Totvs (TOTS3): -1,71%, a R$ 41,33

> Natura (NATU3): -1,21%, a R$ 8,16

> GPA (PCAR3): -0,80%, a R$ 3,70

> Braskem (BRKM5): -0,63%, a R$ 6,26

Raízen (RAIZ4) sobe quase 10%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira (17)

As ações da Raízen (RAIZ4) saltaram na sessão desta sexta-feira (17) e lideraram os ganhos do índice, em dia de vencimento de opções na bolsa brasileira.

Os investidores, por sua vez, “ignoraram” a decisão do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) de vetar créditos tributários de despesas administrativas da companhia.

Os papéis da Prio (PRIO3) também se destacaram com a retomada da produção no campo de Peregrino. PRIO3 foi a ação mais negociada na B3.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira (17):

> Raízen (RAIZ4): +9,41%, a R$ 0,93

> Prio (PRIO3): +5,61%, a R$ 36,12

> WEG (WEGE3): +4,48%, a R$ 40,15

> Vivara (VIVA3): +3,38%, a R$ 28,79

> Cosan (CSAN3): +2,98%, a R$ 5,87

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Ibovespa ‘surfa’ na melhora do apetite ao risco em Wall Street e fecha em alta; dólar cai a R$ 5,40

Na expectativa por novas medidas fiscais, o Ibovespa (IBOV) ficou à mercê do exterior e acompanhou a retomada do apetite ao risco em Wall Street com alívio nas tensões entre os Estados Unidos e a China.

Nesta sexta-feira (17), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com alta de 0,84%, aos 143.398,63 pontos. No acumulado dos últimos cinco pregões, o Ibovespa avançou 1,93%. 

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a sexta-feira (17) em alta de 0,74%, aos 143.254,64 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Dólar cai a R$ 5,40 com alívio nas tensões entre EUA e China

Apesar da escalada da aversão a risco em Wall Street, o dólar teve mais uma sessão de perdas ante moedas fortes e emergentes com a crescente aposta no corte de juros dos Estados Unidos no fim de outubro.

Nesta sexta-feira (17), o dólar à vista (USDBRL) encerrou a sessão a R$ 5,4055, com queda de 0,69%.

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>> Dólar à vista acumula queda de 1,78% na semana
>> Dólar à vista fecha a R$ 5,4055, com queda de 0,69%
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BTG Pactual (BPAC11): “Gosto do fundamento, mas não ignoro a análise técnica”, diz CEO

Durante a Copa BTG Trader, que aconteceu nesta sexta-feira (17) em São Paulo, Roberto Sallouti, CEO do banco organizador do evento, falou sobre o mercado trading — e suas preferências quando o assunto são operações.

“Eu acredito nos fundamentos, mas não ignoro a análise técnica. O mercado técnico, com o crescimento dos algoritmos, pode nos mostrar muita coisa. Pontos de entrada, pontos de resistência, pontos de suporte. Eu gosto de combinar fundamentos com bons pontos técnicos”, diz o CEO.

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Ambipar (AMBP3) despenca 17% e tem nova mínima histórica

As ações da Ambipar (AMBP3) atingiram nesta sexta-feira (17) uma nova mínima histórica, de R$ 0,37, registrando queda de 17% no pregão e ampliando as perdas nos últimos 30 dias para 97% – com o mercado ainda atento à possibilidade de um pedido de recuperação judicial.

De acordo com o site Pipeline, do Valor, a empresa comunicou aos credores que contratou a FTI Consulting para realizar uma auditoria independente do seu caixa e avaliar o contrato de derivativos com o Deutsche Bank, apontado como fator determinante da crise financeira. A iniciativa busca oferecer “maior transparência” sobre sua liquidez.

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Apesar de queda com alívio nas tensões entre EUA e China, ouro tem maior sequência de ganhos semanais desde 2008

O ouro, considerado um dos ativos mais seguros do mundo, interrompeu a sequência de cinco dias com ganhos consecutivos e terminou a sessão desta sexta-feira (17) em queda de mais de 2% com alívio nas tensões entre os Estados Unidos e a China.

O contrato mais líquido do ouro, com vencimento em dezembro, fechou com recuo de 2,12%, a US$ 4.213,30 por onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA.

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Raízen (RAIZ4) salta nesta sexta (17) e fica entre os destaques do Ibovespa; o que mexe com a ação?

As ações da Raízen (RAIZ4) avançavam 12,12% por volta de 16h08 desta sexta-feira (17), entre os principais destaques de alta do Ibovespa. No mesmo horário, o índice da Bolsa subia 0,82%.

De acordo com o Broadcast, que conversou com Fabio Lemos, da Fatorial Investimentos, a reação positiva do papel hoje pode ser atribuída ao exercício de opções sobre ações. “O motivo não é fundamento da empresa”, disse.

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Mercado de lajes corporativas desacelera, mas segue em recuperação, aponta BTG

O mercado de lajes corporativas de alto padrão em São Paulo apresentou comportamento mais comedido entre julho e setembro deste ano (3T25), após quatro trimestres consecutivos de recuperação.

Segundo relatório do BTG Pactual, a absorção líquida consolidada (isto é, a diferença entre a área locada e a área devolvida) somou 54,2 mil m², abaixo dos 93 mil m² registrados nos três meses anteriores.

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Copa BTG Trader: Metalúrgico de São Vicente é campeão e leva prêmio de R$ 1 milhão; veja ativos mais operados

A Copa BTG Trader, organizada pelo BTG Pactual, conheceu seu campeão nesta sexta-feira (17). Danillo Ramos Duarte, de São Vicente, no litoral de São Paulo, venceu a grande final, disputada contra outros quatro competidores que se classificaram entre 13 mil participantes.

O trader tem 43 anos, é metalúrgico e possui 15 anos de experiência na Usiminas em Cubatão-SP. Durante a competição, Danillo operou 2.247 contratos, mostrando evolução rodada após rodada, de acordo com o narrador João Guilherme, que apresentou o evento presencial realizado em São Paulo.

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Bolsas da Europa fecham em forte queda com cautela sobre bancos

As bolsas europeias encerraram a sessão desta sexta-feira (17) em forte queda com derrocada das ações de bancos após os sinais de estresse no crédito das instituições financeiras regionais dos Estados Unidos.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou com recuo de 0,95%, aos 566,24 pontos. Apesar da baixa, o índice acumulou valorização de 0,4% na semana.

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Ibovespa agora

O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em alta de 0,67%, aos 143.146,47 pontos, nesta sexta-feira (17).

Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra alta de -0,63%, cotada a R$ 59,94. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em alta de 1,16%, a R$ 29,75, e os do Itaú (ITUB4), em alta de 0,43%, a R$ 37,46.

Ativos brasileiros surfam o otimismo global, mas mar fiscal continua agitado, alerta Monte Bravo

Apesar da dívida pública e da deterioração da conta corrente, os ativos brasileiros devem continuar se beneficiando do cenário global, impulsionados pela queda dos juros nos Estados Unidos e pela maior diversificação dos portfólios internacionais, pelo menos até o início da campanha eleitoral de 2026, segundo a Monte Bravo.

Na sua carta mensal, assinada por Alexandre Mathias, Luciano Costa e Bruno Benassi, a corretora ressalta que, embora riscos fiscais, eleitorais e ruídos políticos — incluindo impactos de políticas protecionistas nos EUA — possam reduzir parte do impulso positivo, os ativos do Brasil devem manter uma trajetória construtiva.

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Renúncia na Previ: Presidente deixa o comando do maior fundo de pensão do país

O executivo João Fukunaga renunciou à presidência do maior fundo de pensão do país, a Previ, dos funcionários do Banco do Brasil, anunciou a instituição nesta sexta-feira (17). Ele será sucedido por Márcio Chiumento, atual diretor de participações e indicado pelo banco.

Segundo a Previ, Fukunaga “foi convidado a assumir a diretoria de relações governamentais e ASG da EloPar”, holding criada em 2015 por BB e Bradesco para impulsionar empresas do grupo, como a bandeira de cartão de benefícios Alelo. O executivo presidia a Previ desde março de 2023.

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