O dólarà vista hoje fechou em leve baixa de 0,04%, a R$ 5,7525. Em 2025, porém, a moeda norte-americana acumula queda de 6,90%.
Depois de chegar a superar os R$5,80 no início do dia, o dólar perdeu força no Brasil e fechou praticamente estável, refletindo a queda firme da moeda norte-americana no exterior e a baixa dos rendimentos dos Treasuries, em meio às preocupações em torno da economia dos EUA.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta terça-feira (25) em tempo real:
Ao vivo
20h17
PetroReconcavo (RECV3) prorroga por 24 meses contratos de venda de petróleo para Brava
A PetroReconcavo (RECV3) assinou aditivos aos contratos para venda de petróleo cru que produz na bacia Potiguar para a Brava Energia, anunciaram as empresas em comunicados separados nesta terça-feira.
Os aditivos têm duração de 24 meses, com vigência a partir deste mês, e estabelecem novos critérios de precificação e volumes para a comercialização do petróleo cru produzido pela PetroReconcavo.
Lula demite Nísia e desloca Padilha para o Ministério da Saúde
O Palácio do Planalto informou nesta terça-feira (25) a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de substituir a ministra da Saúde, Nísia Trindade, por Alexandre Padilha, que deixará a Secretaria de Relações Institucionais.
Em nota, o Planalto informou que a posse de Padilha será no próximo dia 6 de março, logo depois do Carnaval.
Telefônica Brasil (VIVT3): Lucro cresce 10% no 4º trimestre de 2024
A Telefônica Brasil (VIVT3) registrou lucro líquido de R$1,76 bilhão no quarto trimestre de 2024, um crescimento de 10,1% em relação ao mesmo período de 2023, dentro das expectativas do mercado.
Analistas, em média, esperavam lucro líquido de R$ 1,7 bilhão para a empresa de telecomunicações, segundo dados da LSEG.
WEG (WEGE3) anuncia R$ 1,27 bilhão em dividendos e proposta de aumento de capital
A WEG (WEGE3) informou nesta terça-feira (25) que seu conselho aprovou a distribuição de dividendos complementares no valor total de R$ 1,27 bilhão. O montante equivale a R$ 0,30 por ação para os acionistas com posição em 28 de fevereiro de 2025.
A partir de 5 de março de 2025, as ações serão negociadas sem direito aos dividendos (ex-dividendos). O pagamento dos valores, incluindo os juros sobre capital próprio declarados em setembro e dezembro de 2024, será realizado no dia 12 de março de 2025.
Brasilinvest se compromete com US$ 500 mi em projeto de ‘super cana’ idealizado por Eike Batista
O grupo de investimentos Brasilinvest, do empresário Mário Garnero, se comprometeu em aportar US$ 500 milhões em um projeto de “super cana“ idealizado pelo empresário Eike Batista, anunciaram executivos envolvidos no negócio nesta terça-feira em evento no Rio de Janeiro.
O projeto promete utilizar uma tecnologia de cruzamento genético de cana-de-açúcar, que permitiria a produção de até três vezes mais etanol por hectare e até 12 vezes mais bagaço por hectare, segundo esses executivos.
MRV (MRVE3) lidera quedas no Ibovespa nesta terça (25); veja as maiores baixas
Confira as maiores quedas do índice:
MRV (MRVE3): -4,67%
Hapvida (HAPV3): -4,48%
Yduqs (YDUQ3): -4,42%
Marcopolo (POMO4): -4,23%
Cogna (COGN3): -4,22%
18h28
Ibovespa: Rali das eleições começou? Veja o que pensam tubarões com R$ 120 bilhões sob gestão
A pesquisa Datafolha que mostrou derretimento inédito da popularidade do presidente Lula fez crescer em alguns setores de mercado a expectativa de um possível rali (quando o Ibovespadispara) mirando 2026.
Por trás disso, está a ideia de que Lula chegaria mais fraco para a releição, o que poderia favorecer algum governo de centro-direita ou de direita com propostas mais pró-mercado, como privatizações e enxugamento do gasto público.
Dólar à vista fecha em queda de 0,04%, a R$5,7525 na venda
Depois de chegar a superar os R$5,80 no início do dia, o dólar perdeu força no Brasil e fechou praticamente estável, refletindo a queda firme da moeda norte-americana no exterior e a baixa dos rendimentos dos Treasuries, em meio às preocupações em torno da economia dos EUA.
O dólar à vista fechou em leve baixa de 0,04%, aos R$5,7525. Em 2025, porém, a moeda norte-americana acumula queda de 6,90%.
Às 17h08 na B3 o dólar para março — atualmente o mais líquido — cedia 0,28%, aos R$5,7570.
17h05
>> Fim do painel da CEO Conference/BTG
17h01
Petrobras (PETR4) e estas 3 ações brasileiras renderam como as ‘big techs’ no pós-pandemia
As ações de quatro empresas brasileiras negociadas na B3 tiveram um desempenho comparável ao das ‘big techs’ no pós-pandemia, com uma valorização expressiva nos últimos cinco anos, refletindo a recuperação de setores estratégicos da economia.
Em 21 de fevereiro de 2020, o Brasil entrava no Carnaval com os primeiros indícios da Covid-19 já no radar. Poucos dias depois, o choque global provocado pela pandemia redefiniu o rumo da economia e do mercado financeiro.
Azul (AZUL4): O que está por trás da disparada de 9% da aérea nesta terça-feira (25)?
As ações da Azul(AZUL4) dispararam e assumiram a dianteira do Ibovespa (IBOV) nesta terça-feira (25), com avanço superior a 9%. Na véspera, a companhia divulgou seu balanço referente ao quarto trimestre de 2024 (4T24), que agradou os investidores e fez os papéis subirem.
No entanto, o analista Felipe von Eye Corleta, sócio da GTF Capital, coloca que o combo petróleo, juros e dólar ajudam a impulsionar o desempenho da aérea hoje.
Combinação de políticas fiscal ‘frouxa’ e monetária ‘apertada’ no Brasil preocupa, diz André Esteves, do BTG
A combinação de política fiscal “frouxa” e monetária “muito apertada” preocupa o chairman e sócio sênior do BTG Pactual, André Esteves. Segundo ele, o descompasso entre as medidas adotadas pelo governo e peloBanco Central (BC) dificulta convergência da inflação para a meta de forma eficiente.
“O que me preocupa é uma combinação de políticas que poderiam ser muito mais otimizada. É como se você estivesse dirigindo um carro com um pé no freio e outro no acelerador”, disse Esteves no evento CEO Conference nesta terça-feira (25).
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.