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Tempo real: Ibovespa mantém alta aos 132 mil pontos com Braskem (BRKM5); dólar sobe a R$ 5,73

26 mar 2025, 6:39 - atualizado em 26 mar 2025, 17:17
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) estendeu os ganhos da véspera e sustentou os 132 mil pontos pela segunda sessão consecutiva, na contramão dos índices de Wall Street.

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Nesta quarta-feira (26), o principal índice da bolsa brasileira fechou com avanço de 0,34%, aos 132.519,63 pontos.

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,7328, com alta de 0,41%.

O destaque doméstico foi os dados de conta corrente e Investimento Direto no País (IDP) de fevereiro, divulgados pelo Banco Central. No mês, o país teve saldo negativo em transações correntes de US$ 8,758 bilhões, de rombo de US$ 3,903 bilhões no mesmo período do ano anterior, com o déficit acumulado em 12 meses totalizando o equivalente a 3,28% do Produto Interno Bruto (PIB).

Lá fora, os investidores elevaram a aversão ao risco com a tarifas de importação dos Estados Unidos no radar. O presidente Donald Trump confirmou a criação de taxas para carros importados no país e deve dar mais detalhes ainda hoje.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quarta-feira (26) em tempo real:

Ao vivo
Oi (OIBR3) aumenta prejuízo líquido para R$ 2,9 bilhões no 4T24

Oi (OIBR3), em recuperação judicial, reportou um prejuízo líquido de R$ 2,9 bilhões no quarto trimestre de 2024 (4T24), um valor seis vezes maior do que no mesmo período de 2023.

No acumulado do ano de 2024, a Oi reportou um lucro líquido de R$ 9,6 bilhões, revertendo o prejuízo de R$ 5,4 bilhões registrado no ano anterior.

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Americanas (AMER3) tem prejuízo de R$ 586 milhões no 4T24

Americanas (AMER3), em recuperação judicial, teve prejuízo de R$ 586 milhões no quarto trimestre de 2024, mostra relatório de resultados divulgado nesta quarta-feira (26).

No quarto trimestre de 2023, a Americanas havia registrado lucro líquido de R$ 2,56 bilhões.

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Trump intensifica guerra comercial e avança com tarifas sobre automóveis

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira planos para tarifas há muito prometidas de até 25% sobre as importações automotivas, ampliando a guerra comercial global que ele iniciou ao reconquistar a Casa Branca este ano, em uma medida que os especialistas do setor automotivo esperam que aumente os preços e prejudique a produção.

“O que faremos é aplicar uma tarifa de 25% a todos os carros que não forem fabricados nos Estados Unidos”, disse Trump no Salão Oval. “Começamos com uma base de 2,5%, que é o que estamos fazendo, e vamos para 25%.”

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A tática do governo que pode ‘bombar’ arrecadação em ano eleitoral, segundo gestora de ex-BC

Não há dúvidas sobre a necessidade de alterar a faixa de isenção do Imposto de Renda.

Porém, a medida, proposta pelo governo na última semana, pode ‘esconder’ alguns pontos de atenção, explica a gestora Rio Bravo, do ex-BC Gustavo Franco, em carta obtida com exclusividade pelo Money Times.

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CVC (CVCB3) reverte prejuízo com lucro ajustado de R$ 8,5 mi no 4º tri e vê “nova fase”

A operadora de turismo CVC (CVCB3) divulgou nesta quarta-feira lucro líquido ajustado de R$ 8,5 milhões no quarto trimestre, revertendo prejuízo de R$ 15,4 milhões apurado no mesmo período em 2023.

Sem ajustes, que incluem as linhas de depreciação e amortização, baixas de impairment e impostos diferidos, além de aquisições, o prejuízo líquido da CVC foi de R$ 61,2 milhões no trimestre, 17,8% menor em comparação com os meses de outubro a dezembro de 2023.

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Multiplan (MUL3) pagará R$ 110 milhões em juros sobre o capital próprio

O conselho de administração da Multiplan (MULT3) aprovou a distribuição de R$ 110 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP) aos acionistas, equivalente a R$ 0,225 por ação.

Vale lembrar que há incidência de imposto de renda retido na fonte, de 15%, exceto para aqueles comprovadamente isentos. Dessa forma, o valor líquido é de R$ 0,191 por ação.

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Eletrobras (ELET3) assina acordo de conciliação com o governo sobre entrave pós-privatização

O acordo entre a Eletrobras (ELET3) e a União sobre o entrave pós-privatização relacionado a aspectos de governança e participação na empresa saiu. Em documento enviado à CVM nesta quarta (26), a gigante do setor elétrio informou a assinatura pelas partes de um termo de conciliação.

No mês passado, a Eletrobras e a União já haviam anunciado que chegaram a um acordo para encerrar a disputa no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o limite de poder de voto na companhia.

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Petrobras (PETR4) registra paralisações de funcionários, sem impacto na produção

A Petrobras (PETR4) registrou paralisações de empregados nesta quarta-feira, sem impacto na produção de petróleo ou derivados, informou a companhia em nota, enquanto petroleiros realizam uma greve de advertência de 24 horas em defesa do teletrabalho e de outras reivindicações.

Normalmente, a Petrobras conta com equipes de contingência em movimentos grevistas, reduzindo eventuais impactos em suas operações, principalmente em paralisações de curto prazo.

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Imposto de Renda 2025: Veja como declarar investimentos em renda fixa

Todos os investimentos em renda fixa, incluindo aqueles isentos de tributação, devem ser declarados no Imposto de Renda 2025. O prazo para a declaração vai até 31 de maio.

Segundo a Receita, deve declarar os investimentos em renda fixa quem fez qualquer movimentação dessa classe de ativos ao longo de 2024. Isso se aplica tanto para aqueles que mantiveram investimentos em renda fixa até o final do ano, quanto para os que receberam rendimentos dessas aplicações ou obtiveram rendimentos isentos de tributação.

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Automob (AMOB3) cai mais de 7%; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (26)

A ponta negativa foi liderada por Automob (AMOB3), com queda de mais de 7%. Ontem (25), o conselho de administração da companhia aprovou a proposta de grupamento de ações na proporção de 50 para 1. Agora, a decisão será submetida à Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária.

As ações da JBS (JBSS3) também operaram entre as maiores baixas do Ibovespa, após a divulgação dos resultados operacionais da companhia no quarto trimestre de 2024 (4T24). Mas, segundo analistas ouvidos pelo Money Times, os papéis da companhia foram pressionados pela missão do governo brasileiro no Japão, que frustrou expectativas.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (26): 

> Automob (AMOB3): -7,41%, a R$ 0,25

> Minerva (BEEF3): -3,18%, a R$ 5,79

> JBS (JBSS3): -2,70%, a R$ 39,64

> Azul (AZUL4): -2,23%, a R$ 3,51

> Totvs (TOTS3): -1,87%, a R$ 33,11

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Braskem (BRKM5) salta quase 10% ; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (26)

A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por Braskem (BKRM5). Os papéis ganharam força com um novo rumor sobre a venda da fatia da Novonor na petroquímica.

Segundo o Valor Econômico, os cinco bancos credores da Novonor – Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e BNDES – decidiram executar as ações da Braskem dadas como garantia por dívidas de cerca de R$ 15 bilhões.

No início da tarde, a Petrobras — que detém 47% das ações ordinárias (BRKM5) e 36,1% do capital total da Braskem — disse que não há nenhuma decisão tomada em relação à participação na petroquímica. A estatal também disse que ainda estuda alternativas.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (26): 

> Braskem (BRKM5): +9,68%, a R$ 11,78

> Brava Energia (BRAV3): +6,63%, a R$ 23,33

> Vamos (VAMO3): +6,25%, a R$ 5,27

> Assaí (ASAI3): +5,26%, a R$ 8,00

> Localiza (RENT3): +4,75%, a R$ 34,82

Ibovespa ignora perdas de NY e sustenta alta aos 132 mil pontos com Braskem (BRKM5); dólar sobe a R$ 5,73

O Ibovespa (IBOV) estendeu os ganhos da véspera e sustentou os 132 mil pontos pela segunda sessão consecutiva, na contramão dos índices de Wall Street. Nesta quarta-feira (26), o principal índice da bolsa brasileira fechou com avanço de 0,34%, aos 132.519,63 pontos — no maior nível desde 2 de outubro do ano passado.

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,7328, com alta de 0,41%.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa encerrou as negociações desta quarta-feira (26) com queda de 0,37%, aos 132.562,32 pontos, segundo dados preliminares da B3.

Bolsas de NY caem com anúncio de novas tarifas de Trump

Nos Estados Unidos, as bolsas de Nova York interromperam a sequência de altas com a pressão das tarifas de importação.

No final da tarde, o presidente Donald Trump anunciou taxas para carros importados no país.

No início da semana, Trump já havia afirmado que as tarifas sobre carros importados seriam anunciadas em breve, mesmo antes de uma série de tarifas recíprocas a diversos  países que têm relações comerciais com os EUA — que devem entrar em vigor em 2 de abril.

As declarações de autoridades do Federal Reserve (Fed) também dividiram as atenções. O presidente da unidade do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, disse que não tem certeza sobre o efeito das tarifas de Trump sobre a economia, com a possibilidade de que elas possam elevar os preços ou desacelerar o crescimento econômico.

Já o presidente da unidade do Fed de St. Louis, Alberto Musalem, afirmou que as tarifas de importação podem desencadear inflação mais persistente no país.

Confira o fechamento dos índices de Nova York: 

> Dow Jones: -0,31%, aos 42.454,79 pontos;

> S&P 500: -1,12%, aos 5.712,20 pontos;

> Nasdaq: -2,04%, aos 17.899,01 pontos.

Dólar fecha em alta a R$ 5,73 com conta corrente e novas tarifas de Trump

O dólar à vista (USDBRL) ganhou fôlego com o exterior, em destaque com as políticas tarifárias dos Estados Unidos.

Nesta quarta-feira (26), a divisa norte-americana encerrou as negociações a R$ 5,7328, com alta de 0,41%. 

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,7328, com alta de 0,41%
Petróleo sobe 1% com redução de estoques dos EUA e temores com oferta venezuelana

Os preços do petróleo fecharam em alta, impulsionados por dados que mostram que os estoques de petróleo e de combustíveis dos Estados Unidos caíram na semana passada e por preocupações crescentes com uma oferta global mais restrita, após a ameaça dos EUA de impor tarifas aos países que compram petróleo venezuelano.

O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para junho, subiu 0,93%, a US$ 73,06 barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já o West Texas Intermediate (WTI), referência para o mercado norte-americano, para maio, registrou alta de 0,94%, a US$ 69,65 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex).

Os estoques de petróleo dos EUA caíram na semana passada, com as refinarias continuando a aumentar a produção, enquanto os estoques de gasolina e refinados também caíram, disse a Administração de Informação de Energia (AIE).

Os estoques de petróleo caíram em 3,3 milhões de barris para 433,6 milhões de barris na semana encerrada em 21 de março, disse a AIE, uma queda maior do que os 956.000 barris que os analistas esperavam em uma pesquisa da Reuters.

–Com informações de Reuters

Boa Safra (SOJA3) reporta 4T24 fraco para 4 analistas; hora de vender ações?

Boa Safra (SOJA3) reportou queda de 62,88% no seu lucro líquido no quarto trimestre de 2024 (4T24), que ficou em R$ 80,263 milhões.

Segundo a XP Investimentos, a receita líquida de R$ 957 milhões no quarto trimestre, 19% abaixo das estimativas da casa, enquanto o Ebitda ajustado de R$ 131 milhões ficou 31% aquém das estimativas dos analistas.

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R$ 3 bilhões a menos: B3 corrige dados de fluxo de capital estrangeiro em 2025

Ao contrário de 2024, os aportes dos gringos na bolsa brasileira se mostraram consistentes durante este ano. No entanto, a B3 avaliou que a participação de investidores estrangeiros está errada em R$ 3 bilhões no mês de fevereiro. Com isso, o acumulado caiu de R$ 14,3 bilhões para R$ 11,6 bilhões.

De acordo com a nota enviada pela B3, eles republicaram os dados de participação de investidores da série de 17 de fevereiro a 24 de março no Boletim Diário de Informações, após identificar que “uma atualização de produto não tinha sido refletida na base do sistema”.

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Microsoft desiste de projetos de data centers nos EUA e na Europa após DeepSeek pressionar projetos de IA, dizem analistas

A Microsoft (Nasdaq:MSFT) abandonou projetos de centrais de processamento de dados que consumiriam 2 gigawatts de eletricidade nos Estados Unidos e na Europa nos últimos seis meses devido a um excesso de oferta em relação à previsão de demanda atual, disseram analistas da TD Cowen nesta quarta-feira (26).

O recuo da companhia inclui adiamentos e cancelamentos de aluguéis de data centers existentes em ambas as regiões no mês passado, disseram os analistas liderados por Michael Elias.

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