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Tempo real: Ibovespa perde força após recorde e cai com tombo de GPA (PCAR3); dólar sobe a R$ 5,32

30 set 2025, 6:30 - atualizado em 05 nov 2025, 10:33
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: Ibovespa (IBOV) encerra o mês de setembro com a agenda agitada. Nos primeiros minutos do pregão, o índice renovou a máxima intradia histórica aos 147.578,39 pontos, mas perdeu força com Petrobras (PETR3;PETR4) e GPA (PCAR3).

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Nesta terça-feira (30), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,07%, aos 146.237,02 pontos. Durante a sessão, o Ibovespa renovou a máxima nominal histórica aos 147.578,39 pontos

Em setembro, o índice acumulou valorização de 3,4%.

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,3230, com leve alta de 0,01%. No mês, a divisa acumulou desvalorização de 1,83% ante o real. 

Por aqui, a taxa de desemprego do Brasil permaneceu em 5,6%, repetindo a taxa de julho, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa, que segue no patamar mais baixo desde 2012, início da série histórica, ficou em linha com a expectativa em pesquisa da Reuters.

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No exterior, os investidores dividiram as atenções com dados do Reino Unido e da China. O foco, porém, ficou concentrado no cenário fiscal dos Estados Unidos com o risco de shutdown do governo a partir de meia-noite (horário local).

Caso a paralisação aconteça, a divulgação do payroll de setembro, prevista para sexta-feira (3), pode ser adiada.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta terça-feira (30), em tempo real:



Ao vivo
Azul (AZUL4): Resultado operacional chega a R$ 425,6 milhões em agosto

A Azul (AZUL4) teve em agosto uma receita líquida de R$ 1,89 bilhão. O resultado operacional ajustado, que exclui custos não recorrentes ligados à reestruturação, foi de R$ 425,6 milhões, o que representa margem de 22,5%.

Os dados fazem parte do relatório mensal da companhia apresentado nesta terça-feira (30) à corte de Nova York, dentro do processo de recuperação via Chapter 11.

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Americanas (AMER3) aceita proposta para aquisição da Uni.Co por R$ 152,9 milhões

A Americanas (AMER3), que está em recuperação judicial, anunciou nesta terça-feira (30) que aceitou a proposta da BandUP! para comprar a Uni.Co, dona de marcas como Imaginarium e Puket.

O acordo prevê um valor base de R$ 152,9 milhões, que considera a empresa avaliada em R$ 180 milhões. Do total, R$ 20 milhões serão pagos à vista no fechamento da operação. O restante será dividido em cinco parcelas anuais, corrigidas pelo CDI, após ajustes de dívidas e capital de giro.

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RD Saúde (RADL3) aprova JCP de R$ 140,7 milhões; veja condições

A RD Saúde (RADL3) comunicou nesta terça-feira (30) que seu Conselho de Administração aprovou a distribuição de Juros sobre Capital Próprio (JCP) no valor total de R$ 140,7 milhões. O pagamento será realizado até 30 de maio de 2026, em data a ser definida pela administração.

O valor equivale a aproximadamente R$ 0,08 por ação, sem atualização monetária.

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Mini-índice cai 0,1%, a 147.148 pontos; dólar futuro tem leve alta

O mini-índice (WINV25), ou Ibovespa futuro, encerrou esta terça-feira (30) em queda de 0,10%, a 147.148 pontos.

Segundo análise técnica recente do BTG Pactual, se o Ibovespa futuro superar os 148 mil pontos, o ativo abre espaço para buscar o próximo alvo em 151.220.

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Tupy (TUPY3) faz parceria com gigante chinesa em avanço sobre motores de grande porte

A Tupy (TUPY3) anunciou nesta terça-feira uma cooperação comercial e tecnológica com a fabricante chinesa de motores Yuchai que amplia o portfólio de produtos do grupo brasileiro no segmento de motores de grande porte, usados em aplicações que incluem centrais de processamento de dados.

A parceria prevê que a subsidiária MWM da Tupy passe a ser distribuidora oficial da Yuchai na América Latina e define entendimentos entre as empresas para estudos para eventual produção local dos motores da Yuchai, que segundo o grupo brasileiro já estão presentes em milhares de equipamentos no Brasil e América Latina.

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Ibovespa tem avanço de mais de 3% em setembro e engata 2ª alta mensal consecutiva

O início do afrouxamento monetário nos Estados Unidos ‘ajudou’ o Ibovespa (IBOV) manter o ritmo de ganhos mensais. Em setembro, o índice acumulou valorização de 3,4% após um ganho de 6,3% em agosto.

O mês foi marcado por recordes seguidos, que levaram o principal índice da bolsa brasileira a ganhar mais de cinco mil pontos: dos 141 mil pontos em agosto para 146 mil pontos. O Ibovespa também superou, pela primeira vez, os 147,5 mil pontos, renovando a máxima nominal histórica.

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Empiricus vê caminho favorável para corte da Selic e indica 3 títulos de renda fixa para investir agora

Os dados macroeconômicos divulgados nas últimas semanas corroboram para o cenário de uma redução da Selic ainda este ano, afirma a analista de renda fixa da Empiricus Research, Lais Costa.

“Ainda que em patamar elevado, a inflação está em trajetória convergente, a atividade desacelera parcimoniosamente e o mercado de trabalho claramente passou a indicar uma dinâmica mais fraca”, diz.

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Ibovespa bate recorde, mas perde fôlego com Petrobras (PETR4); dólar sobe a R$ 5,32

O Ibovespa (IBOV) começou o pregão em níveis recordes, mas perdeu força na segunda parte da sessão com pressão do petróleo e realização dos ganhos recentes.

Nesta terça-feira (30), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,07%, aos 146.237,02 pontos. Durante a sessão, o Ibovespa renovou a máxima nominal histórica aos 147.578,39 pontos

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a terça-feira (30) em baixa de -0,10%, aos 146.191,81 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Dólar fica próximo da estabilidade com possível ‘shutdown’ nos EUA e fecha a R$ 5,32; divisa recua quase 2% em setembro

O dólar encerrou o pregão e o mês em tom negativo com o risco de paralisação do governo dos Estados Unidos. Os dados de emprego no Brasil ficaram em segundo plano.

Nesta terça-feira (30), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,3230, com leve alta de 0,01%.

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>> Dólar à vista acumula queda de 1,83%
>> Dólar à vista fecha com leve alta de 0,01%, a R$ 5,3230
Votação da MP da taxação em comissão mista é adiada para 5ª feira

A medida provisória que eleva a taxação de bets e aplicações financeiras só deve ser votada em comissão mista do Congresso na quinta-feira, informou o relator da proposta, Carlos Zarattini (PT-SP), e não mais nesta terça-feira, como anteriormente previsto.

Segundo o deputado, o adiamento da votação ocorre a pedido do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). A ideia é que por ora, líderes e parlamentares se dediquem à discussão do projeto da isenção do imposto de renda para quem ganha até R$5 mil mensais, com votação em plenário prevista para a quarta-feira e que haja mais tempo para a negociação da MP da taxação.

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Cinco small caps para ter na carteira em outubro, segundo a Ágora Investimentos

Ágora Investimentos promoveu uma alteração na sua carteira recomendada de small caps para o mês de outubro, retirando Alupar (ALUP11) para dar lugar a Cury (CURY3).

Os analistas afirmam que optaram por realizar lucros em Alupar, enquanto a inclusão da Cury visa aumentar a exposição a um segmento com maior sensibilidade a um cenário de queda de juros.

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Petróleo cai 1% com shutdown nos EUA e de olho em oferta

Os preços do petróleo encerraram a sessão desta terça-feira (30) em queda de 1% em meio ao temor de maior oferta da commodity, as tratativas para o acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza e o risco de paralisação (shutdown) do governo dos Estados Unidos.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) negou os relatos de que planeja elevar a produção do petróleo em novembro. O pronunciamento, porém, não refletiu nas cotações do óleo bruto.

O contrato mais líquido do Brent, referência mundial, para dezembro, encerrou a sessão com queda de 1,58%, a US$ 66,03 o barril no pregão da Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. Em setembro, o Brent acumulou desvalorização de 2,15%.

Já o contrato para novembro do petróleo West Texas Intermediate (WTI), referência para os Estados Unidos, recuou 1,70%, a R$ 62,37 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos Estados Unidos. No mês, o WTI cedeu 2,56%.

No trimestre, o petróleo também teve desempenho negativo. O Brent recuou 1,06% e o WTI perdeu 4,21%.

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Hello, My Friends: Nubank (NU) pede licença bancária nos EUA; ação tem pico de alta

Depois de avançar no México e na Colômbia, chegou a vez de o Nubank (NU) subir o continente.

Nesta terça-feira (17), o roxinho entrou com pedido de licença de banco nacional junto ao Escritório do Controlador da Moeda (OCC, na sigla em inglês), órgão que regula o setor financeiro nos Estados Unidos.

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Dólar ensaia recuperação, mas perde fôlego e mantém viés de baixa; veja análise do BTG Pactual

O dólar voltou a ser pressionado frente o real após uma breve recuperação na última semana. Segundo relatório do BTG Pactual, divulgado nesta terça-feira (30), os sinais técnicos ainda apontam para continuidade da tendência de baixa.

Na última semana, a moeda acumulou alta de 0,42%, mas não há indicações consistentes de reversão para alta no curto prazo. Ontem (29) o dólar voltou a recuar, reforçando o viés de queda.

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Direcional e Moura Dubeux: XP vê parceria como positiva, mas de impacto limitado; entenda

A equipe da XP Investimentos avaliou como positiva a parceria entre a Direcional Engenharia (DIRR3) e Moura Dubeux (MDNE3), anunciada nessa segunda-feira (29).

As construtoras estudam desenvolver projetos residenciais em conjunto nas principais capitais do Nordeste, com foco nos segmentos de média e baixa renda, incluindo aqueles voltados às faixas 3 e 4 do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Você pode ler os detalhes nesta reportagem.

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Taxa de desemprego baixa e a pressão sobre salários limitam cortes da Selic, afirma UBS WM

A taxa de desemprego baixa e a pressão sobre salários indicam que a economia brasileira opera acima do seu potencial, o que limita cortes mais profundos na Selic até que haja sinais claros de alívio na atividade. A análise é de Solange Srour, chefe de macroeconomia para o Brasil, e Débora Nogueira, economista, do UBS WM.

Segundo elas, o mercado de trabalho é o fator central para a calibragem da política monetária e para o ritmo da convergência da inflação à meta.

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Receitas da WEG (WEGE3) devem voltar a acelerar, vê JP Morgan; ações caem 30% no ano

O investimento de R$ 1,1 bilhão anunciado pela WEG (WEGE3) para a expansão fabril em Santa Catarina reforça a tese do JP Morgan de que as receitas irão acelerar novamente, tendo em vista que os investimentos representam oportunidade para a empresa continuar a crescer, apoiada pelas tendências de eletrificação.

Mais cedo, a WEG detalhou ao mercado que, com execução até 2028, o investimento irá ampliar o portfólio de produto e elevar a capacidade produtiva da unidade Energia. Do total, R$ 900 milhões serão destinados à construção de um novo parque fabril e R$ 160 milhões à ampliação da planta existente em Jaraguá do Sul.

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