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Tempo real: Ibovespa fecha em queda na expectativa pela ‘Superquarta’; dólar cai a R$ 5,48

17 set 2024, 6:53 - atualizado em 17 set 2024, 17:26
ibovespa juros
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: Getty Images/Canva)

RESUMO: O Ibovespa (IBOV) devolveu os ganhos da véspera e terminou o dia em tom negativo, em compasso de espera pelas decisões sobre os juros no Brasil e nos Estados Unidos.

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Nesta terça-feira (17), o principal índice da bolsa brasileira fechou com queda de 0,11%, aos 134.960,19 pontos. 

Já o dólar à vista (USBRLterminou a sessão a R$ 5,4882 (-0,41%).

Hoje foi o primeiro dia das reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central , e do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), do Federal Reserve (Fed) – o banco central norte-americano.

Por aqui, o mercado acompanhou novas declarações do ministro da FazendaFernando Haddad.

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O chefe da pasta econômica afirmou que o governo está promovendo um ajuste nas contas públicas após anos de “desarranjo” orçamentário, ressaltando que o arcabouço fiscal tem que ser respeitado.

No exterior, os investidores aumentam as apostas de corte de 50 pontos-base nos juros norte-americanos pelo Federal Reserve após dados de vendas no varejo mais fortes que o esperado.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta terça-feira (17) em tempo real:

Ao vivo
Governo libera R$ 514 milhões em crédito extraordinário para combate a incêndios

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai assinar nesta terça-feira (17) uma medida provisória para liberar R$ 514 milhões em crédito extraordinário prioritariamente para o combate aos incêndios florestais espalhados pelo país, anunciou o ministro da Casa Civil, Rui Costa.

Além desse valor, um novo crédito será liberado posteriormente a partir de reuniões de análise que o governo federal fará com governadores e outras autoridades dos Estados mais afetados pelas queimadas, acrescentou o ministro.

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Lula diz que vai conversar com UE para que lei antidesmatamento não seja incluída em acordo com Mercosul

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (17) que vai conversar, em Nova York, com a presidente da Comissão Europeia, Ursula Van der Leyen, para que a União Europeia não tente incluir no acordo comercial negociado pelo bloco com o Mercosul a questão da implementação da lei europeia antidesmatamento, prevista para entrar em vigor em dezembro.

“Passaram 30 anos dizendo que era o Brasil que não queria fazer o acordo. Nós decidimos, temos proposta, não inventem outro argumento para dizer que vão dificultar o acordo”, disse Lula durante reunião no Palácio do Planalto para tratar do combate às queimadas no país.

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Jalles (JALL3) debate parceria com empresa chinesa e governo de Goiás sobre insumo para fertilizantes

A Jalles (JALL3), produtora de açúcar e etanol, informou nesta terça-feira (17) que participou na última semana de uma reunião com representantes da Xamano Group, uma multinacional chinesa, e do governo de Goiás, em Goiânia.

A Xamano Group estuda possíveis investimentos em Goiás para a produção de amônia líquida, utilizando uma tecnologia verde. O objetivo do encontro, que teve a participação do vice-governador do Estado de Goiás, Daniel Vilela, foi entender as políticas do Estado em relação a esse possível investimento.

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CSN Mineração (CMIN3) cai quase 3%; confira as maiores quedas do Ibovespa desta terça-feira (17)

As ações da CSN Mineração lideraram as perdas do Ibovespa com a ausência de referência das negociações do minério de ferro em Dalian, na China.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (17):

  • CSN Mineração (CMIN3): -2,82%, a R$ 6,90
  • Braskem (BRKM5): -1,87%, a R$ 18,89
  • Embraer (EMBR3): -1,61%, a R$ 48,39
  • Multiplan (MULT3): -1,59%, a R$ 27,16
  • Iguatemi (IGTI11): -1,55%, a R$ 22,27
Azul (AZUL4) sobe mais de 13% e lidera ganhos do Ibovespa pela terceira vez consecutiva; confira as maiores altas do índice desta terça-feira (17)

A ponta positiva do Ibovespa foi liderada, mais uma vez, por Azul.

Os papéis da companhia aérea estenderam os ganhos pela terceira sessão com expectativas de acordo sobre as dívidas.

Ontem (16), a empresa confirmou que está em negociações com arrendadores de aeronaves para substituir a dívida de cerca de US$ 580 milhões por participação societária.

Confira as maiores altas do Ibovespa desta terça-feira (17):

  • Azul (AZUL4): +13,84%, a R$ 6,25
  • Petz (PETZ3): +3,74%, a R$ 4,72
  • Cogna (COGN3): +2,76%, a R$ 1,49
  • CVC (CVCB3): +2,45%, a R$ 2,09
  • Minerva (BEEF3): +2,2%, a R$ 6,95
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Luckin, da China, comprará US$ 2,5 bilhões em café brasileiro, diz ApexBrasil

A rede chinesa de cafeterias Luckin Coffee assinará um acordo para comprar US$ 2,5 bilhões de dólares em café brasileiro, com anúncio previsto durante a reunião do G20 no Brasil em novembro, disse nesta terça-feira (17) o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana.

“Já negociamos o próximo anúncio da Luckin Coffee. Querem anunciar na época do G20, compra de 2,5 bilhões de dólares de café do Brasil”, disse Viana ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante evento de incentivo à exportação de pequenos negócios, no Palácio do Planalto.

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À espera da ‘Super Quarta’, Ibovespa fecha em queda aos 134 mil pontos; dólar cai a R$ 5,48

O Ibovespa (IBOV) devolveu os ganhos da véspera e terminou o dia em tom negativo, em compasso de espera pelas decisões sobre os juros no Brasil e nos Estados Unidos.

Nesta terça-feira (17), o principal índice da bolsa brasileira fechou com queda de 0,11%, aos 134.960,19 pontos. 

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**Ibovespa fecha em queda de 0,12%, aos 134.960,19 pontos
Bolsas de Nova York fecharam sem direção antes de decisão do Fed

As bolsas dos Estados Unidos operaram voláteis ao longo do dia em compasso de espera pela decisão de política monetária. Nas primeiras horas do pregão, os índices Dow Jones e S&P Global renovaram os recordes intradia históricos.

O mercado reagiu, mais uma vez, a novos dados econômicos.

As vendas no varejo aumentaram 0,1% em agosto, após uma alta revisada para cima de 1,1% em julho, informou o Departamento de Comércio nesta terça-feira (17).

Economistas consultados pela Reuters previam que as vendas no setor, que são em sua maioria mercadorias e sem ajustes pela inflação, apresentariam queda de 0,2% no mês passado.

Com o dado, as apostas de corte de 50 pontos-base nos juros seguiram como majoritárias.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

  • S&P 500: +0,03%, aos 5.634,68 pontos;
  • Dow Jones: -0,04%, aos 41.606,18 pontos;
  • Nasdaq: +0,20%, aos 17.628,06 pontos.
Dólar estende queda pela 5ª vez consecutiva e fecha a R$ 5,48 com expectativa sobre juros no Brasil e nos EUA

Na véspera da ‘Super Quarta’, o dólar à vista (USDBRL) completou a sequência de cinco quedas consecutivas na expectativa pelas decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos.

Na comparação com o real, a moeda norte-americana encerrou as negociações a R$ 5,4882 (-0,41%) nesta terça-feira (17).

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**Dólar à vista fecha a R$ 5,4882, com queda de 0,41%
Ações renda fixa? Os papéis menos voláteis do Ibovespa

Investir em ações de baixa volatilidade é uma estratégia frequentemente utilizada por investidores que buscam minimizar riscos em seus portfólios.

Ao reduzir a exposição a flutuações bruscas, esses ativos podem proporcionar maior estabilidade, especialmente em períodos de incerteza econômica.

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Boas e baratas: 5 ações que não podem faltar no seu portfólio, segundo Itaú BBA

Em meio a um mercado ainda atraente, o Itaú BBA listou cinco ações que considera baratas e atrativas. Entre os papéis, a corretora lista:

  1. Equatorial (EQTL3), com qualidade com crescimento de lucros em um setor defensivo;
  2. Direcional (DIRR3), negociada com um preço sobre lucro de um dígito e mais de 25% de ROE em 2024-25;
  3. Santos Brasil (STBP3), ação com momentum de preço e um perfil de ROE crescente;
  4. PRIO (PRIO3), negociação abaixo de 7x P/L, bom crescimento de lucros e um perfil de ROE próximo a 30%);
  5. GPS (GGPS3), com história de crescimento composto com ROE de qualidade 20%, negociando com 13% de desconto em relação ao histórico;

Segundo os analistas, o Brasil é o mais descontado em comparação com sua média e no Z-Score, ao mesmo tempo em que oferece um perfil de retorno superior ao dos mercados emergentes e dos EUA, e crescimento de lucros semelhante.

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Petróleo estende os ganhos e avança com escalada de tensões de Oriente Médio e expectativa por corte nos juros nos EUA

O petróleo estendeu os ganhos da véspera e avançaram mais de 1% nesta terça-feira (17). Os investidores seguiram à espera pela decisão sobre juros nos Estados Unidos e monitoram a paralisação da produção no Golfo de México. A escalada das tensões do Oriente Médio voltaram a concentrar os atenções.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para novembro, terminaram o dia em alta de 1,31%, a US$ 73,70 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

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Há chances do Copom manter a Selic em 10,50%? Entenda a opinião de quem acredita que sim

Apesar de os diretores do Banco Central (BC) brasileiro terem subido o tom nas últimas comunicações antes da decisão sobre a Selic desta semana, eles enfatizaram a ausência de um guidance para esta reunião.

Grande parte do mercado já está convencida de que o Comitê de Política Monetária (Copom) deve voltar a subir a taxa básica de juros, mas há quem ainda defenda a manutenção dos juros no atual patamar de 10,50% ao ano.

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Preços do boi ganham força e analista cita teto ‘bastante favorável’ para produtor no fim de 2024

Os preços do boi gordo, com base no indicador Cepea/B3, avançam com bastante intensidade na parcial de setembro, com valorização de 5,3%, aos R$ 252,45 por arroba.

De acordo com Fernando Iglesias, analista de proteína animal na Safras & Mercado, o mercado de gado trabalha com uma recuperação nos preços, com o mercado paulista trabalhando com preços em torno de R$ 260, enquanto outras áreas do país seguem com preços interessante.

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CVC (CVCB3) apaga perdas e retoma alta no mês de setembro

As ações da CVC (CVCB3) figuram entre as maiores altas do Ibovespa. Os papéis da companhia de turismo avançam 4,41%, a R$ 2,13 e já acumulam ganhos de mais de 8% em setembro.

A queda do dólar ante o real é um dos gatilhos para a recuperação.

Ibovespa opera em queda e tenta retomar os 135 mil pontos

Com a queda de mais de 1% das ações da Petrobras (PETR4) e tom negativo de Vale (VALE3), o Ibovespa opera em baixa – e destoa da retomada de ganhos de Wall Street.

O principal índice da bolsa brasileira cai 0,27%, aos 134.746,91 pontos.

Além dos ‘pesos-pesados’, o tom negativo do Ibovespa é puxado pela incerteza quanto a intensidade do corte dos juros nos Estados Unidos e da alta na Selic, no Brasil. O Federal Reserve e o Banco Central divulgam suas decisões de política monetária amanhã (18).

Azul (AZUL4) sobe amis de 13% e lidera os ganhos do Ibovespa, com expectativas para o acordo de dívidas da companhia com os credores. CSN Mineração (CMIN3) recua quase 3% e figura como a maior queda do índice com a fraqueza do minério de ferro.

Mais cedo, São Martinho (SMTO3) chegou a liderar a ponta negativo com rebaixamento de recomendação das ações pelo Morgan Stanley.

Ouro fecha em queda com incerteza sobre intensidade de corte nos juros pelo Fed

O ouro fechou as negociações em queda nesta terça-feira (17), enquanto os investidores buscam pistas sobre a intensidade do corte nos juros norte-americanos pelo Federal Reserve.

Os contratos mais líquidos do ouro, negociados para dezembro, tiveram baixa de 0,63%, a US$ 2.592,40 a onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), nos Estados Unidos.

O mercado precifica um corte de 50 pontos-base, o que levaria os juros a faixa de 4,75% a 5,00% ao ano. A decisão do Fed será divulgada amanhã (18).

 

Lula sanciona com vetos lei sobre desoneração da folha

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na segunda-feira (16) a lei que trata da desoneração da folha de pagamento de empresas e municípios de pequeno porte, de acordo com edição extra do Diário Oficial, com vetos a dispositivos que não alteram substancialmente a medida.

A Câmara dos Deputados aprovou na semana passada o projeto de lei estabelecendo uma transição para o fim da desoneração, com medidas compensatórias para o benefício que foram exigidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

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