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Ucrânia agora aceita polkadot (DOT) como doação para financiar resistência à invasão

01 mar 2022, 12:02 - atualizado em 01 mar 2022, 12:02
Ucrânia reuters
O governo da Ucrânia comunicou a aceitação de polkadot nesta terça-feira (1) (Imagem: Reuters/Valentyn Ogirenko)

Nesta terça-feira (1), o perfil oficial do governo da Ucrânia no Twitter disse que agora aceita doações por meio da rede Polkadot (DOT), e que passará a aceitar outros tokens em breve. No tuíte, o governo ucraniano compartilhou o endereço de uma carteira DOT, o token nativo da Polkadot.

A publicação que comunica a aceitação do novo token diz que “o povo da Ucrânia é grato pelo suporte e pelas doações da comunidade cripto global, enquanto nós protegemos nossa liberdade. Agora, também aceitamos doações em Polkadot.”

Segundo o Business Insider, atualmente, Polkadot ocupa o 11º lugar entre as maiores criptomoedas, com uma capitalização de mercado superior a US$ 19 bilhões.

No momento de publicação desta notícia, DOT estava cotado em US$ 19,38, após ter tido um aumento de 13,22% nas últimas 24 horas, segundo dados da CoinMarketCap.

O governo da Ucrânia pediu por doações em criptomoedas, pela primeira vez, na última sexta-feira (25), pedindo que enviassem bitcoin (BTC), ether (ETH) ou tether (USDT).

Segundo o Business Insider, no último final de semana, milhares de doações em criptomoedas foram feitas, que somaram quase US$ 25 milhões até o momento, de acordo com a empresa de análise de blockchain Elliptic.

Na manhã desta terça-feira, a Elliptic afirmou que “o governo da Ucrânia — e organizações não governamentais (ONGs) que fornecem suporte a militares do país — arrecadaram US$ 24,6 milhões em mais de 26 mil doações em criptomoedas, desde o início da invasão pela Rússia”.

O analista da GlobalBlock, Marcus Sotiriou, comentou a importância do significado das doações com criptomoedas.

Segundo ele, “este é um momento histórico — é a primeira vez que um governo arrecada dinheiro com criptomoedas em uma grande escala. Os pontos negativos sendo discutidos são claramente ultrapassados pelo poder de cripto em agir como uma solução”.

Repórter
Graduada em Letras (Português/Inglês) pela Universidade de São Paulo (USP). Iniciou sua carreira como estagiária de revisão na Editora Ática, local em que atuou depois como revisora freelancer. Já trabalhou para o The Walt Disney World, nos Estados Unidos, em um programa de intercâmbio de estágio, experiência que reforçou sua paixão pela língua inglesa e pela tradução. Estagiou na Edusp, e integra, há um ano, a equipe do Money Times como repórter-tradutora de notícias ligadas a criptomoedas.
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Graduada em Letras (Português/Inglês) pela Universidade de São Paulo (USP). Iniciou sua carreira como estagiária de revisão na Editora Ática, local em que atuou depois como revisora freelancer. Já trabalhou para o The Walt Disney World, nos Estados Unidos, em um programa de intercâmbio de estágio, experiência que reforçou sua paixão pela língua inglesa e pela tradução. Estagiou na Edusp, e integra, há um ano, a equipe do Money Times como repórter-tradutora de notícias ligadas a criptomoedas.
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