Wall Street

Wall Street sobe com impulso tech; S&P e Nasdaq saltam 1%

17 set 2026, 17:12 - atualizado em 17 set 2026, 17:19
Operador na bolsa de Nova York 1º de junho de 2026. REUTERS/Brendan McDermid/Foto de arquivo / USN: KBN3T21FY/ ID: tag:reuters.com,2026:newsml_KBN3T21FY:1
(Imagem: iStock/KanawatTH)

Os índices de Wall Street fecharam em forte alta nesta quinta-feira (17), acompanhando o alívio na cotação do petróleo e nos rendimentos dos Treasuries — os títulos públicos norte-americanos, referência para os juros globais.

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O movimento reverteu a baixa observada na véspera, em uma venda generalizada de ações (sell-off) após a primeira elevação nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) em três anos.

Confira o fechamento dos índices:

  • Dow Jones: +0,61%, aos 51.778,04 pontos;
  • S&P 500: +1,14%, aos 7.637,76 pontos;
  • Nasdaq: +1,69%, aos 26.418,298 pontos.

O que impulsionou Wall Street hoje?

O setor de tecnologia liderou o avanço das bolsas norte-americanas nesta quinta-feira, com a Nvidia e Amazon chegando a subir mais de 2% durante o pregão. A Microsoft, também integrante das “Sete Magníficas”, avançou 1,5%.

Outras empresas relevantes do segmento como Qualcomm e Intel tiveram ganhos de 2% e 9%, respectivamente.

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Apenas o setor financeiro e de bens de consumo básico recuaram no pregão desta quinta-feira.

O petróleo seguiu em baixa com a sinalização de avanços diplomáticos no Oriente Médio, o que poderia significar uma guerra menor. Além disso, os investidores acompanham os avanços da Arábia Saudita para retomar o envio de sua produção petrolífera por rotas alternativas.

Na contramão, o presidente Trump disse à Axios que está se aproximando de um momento decisivo na guerra contra o Irã, diante da questão de retomar ou não ataques de grandes proporções em uma tentativa de pôr fim ao conflito.

“Tenho uma grande decisão pela frente. Quero entrar [na guerra] e aniquilá-los [o regime iraniano] ou não? É uma grande decisão. Qualquer coisa pode acontecer comigo.”

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Apesar disso, o contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para novembro recuou 0,95%, a US$ 104,82 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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