Mercados

Wall Street tem tom misto; S&P 500 supera os 5.800 pontos pela primeira vez

14 ago 2026, 10:43 - atualizado em 14 ago 2026, 10:45
Traders trabalham no pregão da NYSE, em Nova York (Foto: REUTERS/Brendan McDermid)

Os índices de Wall Street operam sem direção única nesta sexta-feira (14). O S&P 500 superou os 5.800 pontos pela primeira vez.

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Confira o desempenho dos índices logo após a abertura:

  • Dow Jones: -0,01%, aos 53.795,27 pontos;
  • S&P 500: +0,06%, aos 7.803,48 pontos – no maior nível intradia histórico;
  • Nasdaq: +0,05%, aos 26.750,847816,491 pontos.

O que mexe com Wall Street hoje?

Os investidores seguem otimistas após dados de inflação mais fracos do que o esperado, sinalizando que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) deve manter os juros inalterados por mais tempo.

De acordo com a ferramenta FedWatch, do CME Group, a probabilidade de alta nos juros é majoritária apenas em dezembro, com 62,2%. Para a próxima decisão do Fed, em setembro, a chance de manutenção da faixa de 3,50% a 3,75% ao ano é de 69,4%.

O cenário geopolítico também continua no radar com novas ameaças do governo Trump contra o Irã.

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O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse a repórteres que as Forças Armadas dos EUA têm capacidade para manter uma presença naval na região a fim de fazer valer seu bloqueio retaliatório contra o Irã que causou graves prejuízos econômicos ao país.

“A Marinha dos Estados Unidos pode manter um bloqueio como esse por tempo indeterminado, pois faremos a rotação de navios, como temos feito e continuaremos a fazer”, declarou Hegseth aos repórteres durante uma viagem ao Panamá.

Já o secretário do Tesouro, Scott Bessent, disse que os Estados Unidos planejam infligir mais prejuízos financeiros ao Irã.

“Fiquem atentos a este espaço para mais anúncios na próxima semana, pois vamos aplicar medidas como nunca se viu na história do isolamento econômico de um país”, afirmou ele em entrevista ao programa “Rob Schmitt Tonight”, da Newsmax.

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O presidente dos EUA, Donald Trump, está sob pressão interna para encerrar uma guerra impopular, com os altos preços dos combustíveis prejudicando seus índices de aprovação e potencialmente minando o controle de seu partido sobre o Congresso nas eleições de meio de mandato em novembro.

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.

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