Mercados

Wall Street opera no ‘vermelho’ com avanço dos preços de petróleo e disparada dos juros longos

18 ago 2026, 10:34 - atualizado em 18 ago 2026, 10:37
Operador na bolsa de Nova York 1º de junho de 2026. REUTERS/Brendan McDermid/Foto de arquivo / USN: KBN3T21FY/ ID: tag:reuters.com,2026:newsml_KBN3T21FY:1
Operador na bolsa de Nova York (Foto: REUTERS/Brendan McDermid/Foto de arquivo)

Os índices de Wall Street começam o pregão desta terça-feira (18) em queda com a falta de perspectiva para o avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã elevando os preços do barril do petróleo para o nível acima de US$ 90.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os temores de inflação e preocupações sobre o cenário fiscal pressionam os juros mais longos dos títulos do Tesouro dos EUA, os Treasuries.

Confira o desempenho dos principais dos índices logo após a abertura:

  • Dow Jones: -0,36%, aos 53.267,70 pontos;
  • S&P 500: -0,52%, aos 7.703,68 pontos;
  • Nasdaq: -1,08%, aos 26.357,332 ontos.

Escalada das tensões no Oriente Médio

A escalada de tensões entre Estados Unidos e Irã volta a pressionar os títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries – considerados os ativos mais seguros do mundo. Em destaque, o Treasury para 30 anos atingiu 5,337%, no maior nível desde 2002.

Segundo o Departamento do Tesouro norte-americano, os principais detentores dos Treasuries — Reino Unido, China e Japão — vêm reduzindo as posições.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O movimento também foi visto em outros títulos públicos: o Bund alemão de 10 anos opera na máxima de 15 anos, enquanto o rendimento do título francês está no maior nível desde meados de 2008 e o título japonês de 10 anos subiu para 2,941%, na máxima de 40 anos.

O mercado ainda ficou à espera da ata da última decisão do Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA). O documento deve ser divulgado na próxima quarta-feira (19).

Na última decisão, em julho, o Fed manteve os juros inalterados na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano pela quinta vez consecutiva, mas com a maior dissidência entre os diretores em uma década.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar