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Azul (AZUL53): Caixa mais que dobra em fevereiro e chega a R$ 2,83 bilhões; veja números

15 abr 2026, 8:23 - atualizado em 15 abr 2026, 8:24
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(Imagem: Facebook/Azul Linhas Aéreas Brasileiras)

A Azul (AZUL53) divulgou ao mercado informações financeiras mensais não auditadas apresentadas ao Tribunal dos Estados Unidos no âmbito da recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11) que a aérea enfrentou. Vale pontuar que o processo teve encerramento em 20 de fevereiro deste ano.

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A companhia aérea reportou caixa e equivalentes de caixa e aplicações financeiras de curto prazo de R$ 2,83 bilhões, e contas a receber no montante de R$ 1,78 bilhão. Os montantes se referem ao período de 1 a 20 de fevereiro de 2026.

Em janeiro, a empresa reportou caixa de R$ 1,31 bilhão e contas a receber de R$ 2,28 bilhões.

No documento, a Azul destaca que as informações são preliminares e não passaram por auditoria independente.

A elaboração das informações ocorreu exclusivamente para o cumprimento das exigências do Chapter 11 e, de acordo com a companhia, não devem ser diretamente comparadas às demonstrações financeiras regulares anteriormente divulgadas pela Azul.

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Fim da recuperação judicial da Azul

Em 20 de fevereiro, a Azul anunciou a conclusão de seu processo de reestruturação financeira nos Estados Unidos e saiu do Chapter 11, após cumprir todas as condições previstas no plano de reorganização.

Com o encerramento do processo, a Azul reduziu sua dívida de empréstimos e financiamentos em cerca de US$ 1,1 bilhão, cortou em aproximadamente 40% o endividamento relacionado a arrendamentos de aeronaves e diminuiu em mais de 50% os pagamentos anuais de juros em comparação com o período anterior ao Chapter 11.

Além disso, estima que seus gastos recorrentes com leasing serão reduzidos em cerca de um terço. O plano foi viabilizado pela captação de aproximadamente US$ 1,375 bilhão em Sênior Notes e US$ 950 milhões em aportes de capital.

A ordem na Azul após a saída do Chapter 11 é redução de alavancagem e foco em geração de caixa, de acordo com falas do CEO da aérea, John Rodgerson, em entrevista coletiva com jornalistas realizada após o anúncio.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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