AgroTimes

Banco do Brasil (BBAS3) supera R$ 3 bilhões em propostas na Agrishow

30 abr 2026, 18:51 - atualizado em 30 abr 2026, 18:51
agro-agronegocio-credito-banco-do-brasil
(iStock.com/wsfurlan)

O Banco do Brasil (BBAS3) ultrapassou, ainda na tarde desta quinta-feira (30), a marca de R$ 3 bilhões em propostas de financiamento durante a Agrishow, realizada em Ribeirão Preto (SP). O volume foi atingido antes do encerramento oficial do evento, que termina nesta sexta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A cifra supera a estimativa inicial do banco para o evento e reforça o apetite por crédito no agronegócio, mesmo em um cenário ainda desafiador para o setor.

Segundo o BB, as propostas envolvem financiamentos para máquinas, armazenagem, irrigação, tecnologia e custeio, atendendo desde pequenos produtores até grandes grupos do agronegócio.

O desempenho também evidencia a demanda por investimentos no campo e a relação histórica do banco com o setor, no qual se mantém como um dos principais financiadores.

“Esse resultado reforça o papel do BB como parceiro estratégico do agro, com presença próxima ao cliente e capacidade de atender bem desde a agricultura familiar até os grandes produtores. Seguimos comprometidos em apoiar o desenvolvimento sustentável do campo”, afirmou Délio Cirino, superintendente de varejo do Banco do Brasil para o interior de São Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que o produtor alavancado deve fazer?

Para o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil, o primeiro caminho para o produtor alavancado fica por conta da redistribuição dos seus vencimentos em prazos maiores.

“Com a MP 1314, renegociamos ou contratamos R$ 36,6 bilhões. Desse total, R$ 33 bilhões são com taxas livres e mais da metade são com taxas pós-fixadas, ou seja, na medida que a taxa Selic cair, cai a taxa de juros, beneficiando o produtor. Os outros R$ 3,6 bilhões são com taxas controladas concentradas no Rio Grande do Sul”.

Mas não basta alongar dívida. É preciso ajustar o caixa, reduzindo investimentos, revisando custos e, em alguns casos, vender ativos.

“Houve muita imobilização de capital nos últimos anos, e agora parte desses ativos pode precisar ser liquidada para reequilibrar a situação financeira”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
Linkedin
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
Linkedin
Quer ficar por dentro de tudo que acontece no mercado agro?

Editoria do Money Times traz tudo o que é mais importante para o setor de forma 100% gratuita

OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar