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Barril do petróleo sobe com crise na Venezuela

07 jun 2018, 12:50 - atualizado em 07 jun 2018, 12:50

Petróleo

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Por Investing.com – A cotação do petróleo estava em alta nesta quinta-feira (7) devido a preocupações com a redução da oferta da Venezuela.

Os contratos futuros do petróleo dos EUA avançavam 1,41% para US$ 65,64 o barril às 11h18. Além disso, os contratos futuros de petróleo Brent, referência para preços do petróleo fora dos EUA, subiam 1,46% e eram negociados a US$ 76,45 o barril.

A Venezuela está quase um mês atrasada na entrega de petróleo aos clientes, segundo a Reuters. O país está no meio de uma crise econômica e enfrenta ameaças de sanções dos EUA.

Enquanto isso, a Organização do Países Exportadores de Petróleo, da qual a Venezuela faz parte, e a Rússia estão considerando aumentar sua oferta.

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A Reuters informou em 25 de maio que o grupo estava considerando elevar a oferta em um milhão de barris por dia já em junho, já que a organização enfrenta perdas da Venezuela e do Irã.

A organização deve se reunir em Viena em 22 de junho. A Opep tem reduzido a produção em 1,8 milhão de barris por dia para impulsionar os preços do petróleo. O pacto teve início em janeiro de 2017 e deverá valer até o final de 2018.

Os preços foram contidos por preocupações de que os EUA estariam aumentando a produção. O aumento nos estoques do país foi de 2,1 milhões de barris na semana encerrada em 1º de junho, com um total de 436,5 milhões de barris, segundo a Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA, na sigla em inglês). Analistas previam uma redução de 2,0 milhões de barris.

A produção norte-americana de petróleo, guiada pela extração de shale oil, chegou à máxima histórica de 10,8 milhões de barris por dia na semana passada, de acordo com o relatório da EIA. Apenas a Rússia atualmente tem produção maior, com 11 milhões de barris por dia.

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Em outras negociações de energia, os contratos futuros de gasolina avançavam 0,49% para US$ 2,0892 o galão, ao passo que o óleo de aquecimento tinha ganhos de 1,35% e era negociado a US$ 2,1555 o galão. Contratos futuros de gás naturalsubiam 2,14% e estavam cotados a US$ 2,958 por milhão de unidades térmicas britânicas.

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