Comprar ou vender?

Diagnóstico negativo? Veja quais ‘sintomas’ pesaram para o Citi rebaixar a RD Saúde (RADL3)

14 maio 2026, 16:24 - atualizado em 14 maio 2026, 16:26
rd saúde
(Imagem: Divulgação/RD Saúde)

O Citi rebaixou a recomendação de RD Saúde (RADL3) de neutro para venda, além de cortar o preço-alvo de R$ 26 para R$ 18.

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Na avaliação do banco, a preocupação de que o aumento da presença da RD Saúde no e-commerce possa seguir limitando a expansão das margens da companhia refletiu na mudança.

Diante do cenário pouco favorável, segundo o Citi, as estimativas para o lucro da companhia para 2026 e 2027 foram reduzidas em 7% e 6%, respectivamente.

Por volta das 15h52 (horário de Brasília), a RADL3 avançava 0,92%, a R$ 19,67.



Pontos de atenção para RD Saúde

Para o Citi, a desaceleração do crescimento da categoria de higiene pessoal e cosméticos pode reacender preocuperações sobre a forte concorrência no setor.

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Isso, somado a comparações cada vez mais difíceis quanto às canetas para obesidade (medicamentos GLP-1), deve pressionar a produtividade das lojas — com o lucro bruto por loja provavelmente crescendo abaixo da inflação até o quarto trimestre de 2026 — criando um viés negativo para as estimativas de lucro, explica o banco.

“Embora concordemos que a forte execução operacional e o potencial de crescimento de longo prazo justificam algum prêmio de valuation, entendemos que isso já está refletido no múltiplo elevado de: 21,8x a relação preço e lucro (P/L) projetado para 2026 e 18,3x P/L projetado para 2027″, afirma.

Na avaliação do Citi, o principal risco positivo para a tese seria uma melhora mais forte da economia e uma expansão maior do mercado endereçável total impulsionada por genéricos de semaglutida.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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