Tempo Real

Tempo Real: Ibovespa acompanha dados internacionais

14 maio 2026, 6:00 - atualizado em 08 maio 2026, 6:46
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) monitora os dados do Reino Unido, que divulga PIB, produção industrial e balança comercial.

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Destaques:

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



CSN (CSNA3)registra prejuízo líquido de R$ 555 mi no 1tri26, 24,2% menor do que 1tri25

A CSN (CSNA3) registrou prejuízo líquido de R$ 555 milhões no primeiro trimestre de 2026, reduzindo as perdas em 24,2% ante resultado negativo de R$ 732 milhões em igual período de 2025.

No período, o Ebitda ajustado somou R$ 2,646 bilhões, o que representa alta de 5,5% na comparação anual. Já a receita líquida atingiu R$ 10,604 bilhões, com queda de 2,8% frente ao primeiro trimestre de 2025.

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Bolsas da Ásia fecham mistas; ações chinesas recuam após cúpula Trump-Xi

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira (14), com perdas nos mercados chineses, enquanto investidores acompanhavam de perto os desdobramentos da cúpula entre os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, em Pequim.

O índice japonês Nikkei caiu 0,98% em Tóquio, a 62.654,05 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 1,75% em Seul, a um novo recorde de 7.981,41 pontos, com a ajuda de ações do setor financeiro e do varejo. Em Hong Kong, o Hang Seng ficou estável, em 26.389,04 pontos. Já o Taiex subiu 0,91% em Taiwan, a 41.751,75 pontos.

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Boa Safra (SOJA3) tem lucro de R$ 27,4 milhões no 1T26; resultado operacional cai 36%

A Boa Safra (SOJA3), produtora brasileira de sementes de soja, encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido consolidado de R$ 27,4 milhões, alta de 62% em relação a igual período do ano passado.

O resultado, porém, foi elevado por um efeito não recorrente ligado à venda das cotas remanescentes que a empresa ainda possuía do SNAG11, Fiagro da Suno Asset. Sem esse impacto, o lucro líquido ex-SNAG11, usado pela companhia para comparar o desempenho recorrente do negócio, foi de R$ 3,7 milhões, queda de 36% em um ano.

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Casas Bahia (BHIA3) tem prejuízo de R$ 1 bilhão no 1º trimestre, mas melhora operacional

A Casas Bahia (BHIA3) teve prejuízo líquido de R$ 1,06 bilhão no primeiro trimestre de 2026, pressionado pelo resultado financeiro, mas o desempenho operacional mostrou evolução.

“Nosso ‘approach’ (estratégia) para o ano é ser mais conservador na concessão de crédito, na tomada de risco, nas compras com fornecedores”, afirmou o presidente-executivo da companhia, Renato Franklin, citando o ambiente macroeconômico desafiador.

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Grupo Multilaser (MLAS3) tem lucro de R$ 123 milhões no 1º trimestre

O Grupo Multilaser (MLAS3) quase dobrou o lucro líquido do primeiro trimestre de 2026 ante o mesmo período do ano passado, para R$ 123,4 milhões, segundo balanço publicado nesta quarta-feira (13).

A companhia de produtos eletrônicos teve resultado operacional medido pelo Ebitda de R$ 96,5 milhões, salto ante os R$ 5,5 milhões obtidos de janeiro a março de 2025.

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Braskem (BRKM5) tem lucro líquido de 1,45 bilhão no primeiro trimestre, alta de 107%

A Braskem (BRKM5) registrou um lucro líquido de R$ 1,446 bilhão no primeiro trimestre de 2026, alta de 107% em relação ao mesmo período de 2025, de acordo com comunicado ao mercado divulgado na madrugada desta quinta-feira (14).

O Ebitda recorrente da companhia alcançou R$ 1,0 bilhão no primeiro trimestre, queda de 24% frente ao ano anterior, enquanto a receita líquida caiu 20%, somando R$ 15,488 bilhões.

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CSN Mineração (CMIN3) tem lucro líquido de R$ 222 milhões no 1º trimestre, revertendo prejuízo

A CSN Mineração (CMIN3) registrou lucro líquido de R$ 222 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o prejuízo de R$ 357 milhões registrado no mesmo período do ano passado. Já o Ebitda Ajustado somou R$ 1,420 bilhão entre janeiro e março, leve recuo de 0,5% na comparação anual.

A receita líquida totalizou R$ 3,165 bilhões, queda de 7,2% ante os três primeiros meses de 2025. A companhia registrou vendas de 9,636 milhões de toneladas de ferro, praticamente estável com as 9,640 milhões anotadas no mesmo período do ano passado.

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