Nvidia

Nvidia corre risco de perder título de companhia mais valiosa do mundo; veja quem pode entrar no seu lugar

17 jul 2026, 12:16
Ilustração com o logotipo da Nvidia e a bandeira chinesa feita em 27 de agosto de 2025. REUTERSDado Ruvic
(Imagem gerada com Inteligência Artificial/ChatGPT)

A fabricante de chips Nvidia (NVDA) corre o risco de perder o posto de empresa mais valiosa do mundo com a recente perda de força da tese de investimentos ligada à inteligência artificial (IA).

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Após um forte rali de tecnologia iniciado ainda em abril, mas que começou a demonstrar sinais de perda de tração em junho — com os índices Nasdaq e S&P 500 encerrando o mês com baixa de, respectivamente, 3% e 1% —, a Nvidia sentiu o baque do sell-off do setor.

A avaliação do mercado é de que, depois da forte alta nos preços dos ativos, eles ficaram muito caros. No entanto, isso não significa necessariamente o fim da tese ligada à IA.

Por volta das 12h02 (horário de Brasília), as ações da Nvidia recuavam 2,13% (US$ 203,07), com valor de mercado de US$ 4,91 trilhões. Em 14 de maio, a companhia atingiu os US$ 5,5 trilhões.



Quem pode assumir o posto da Nvidia?

Na sequência da Nvidia, com um intervalo pequeno de diferença, está a Apple (AAPL). Também por volta das 12h02 (horário de Brasília), a ação recuava 0,21% (US$ 332,65), com valor de mercado de US$ 4,88 trilhões.

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A fabricante do iPhone é uma das beneficiadas com a rotação de investimentos no setor de tecnologia, devido à queda dos ativos ligados à IA, como a Nvidia.

Recentemente, a Apple divulgou que planeja gastar mais de US$ 30 bilhões em um acordo de compra de chips firmado no início desta semana com a Broadcom, que também prevê a expansão de uma fábrica da fabricante no Colorado.

*Com informações de Reuters

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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