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Tempo Real: Ibovespa segue Wall Street e recua; dólar avança a R$ 5,11

17 jul 2026, 6:00 - atualizado em 17 jul 2026, 17:18
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) encerrou em ligeira baixa de 0,06%, aos 173.714,08 pontos, diante do sentimento de aversão a risco nos mercados globais com o avanço do conflito no Oriente Médio, além do recuo das ações de chips em Wall Street.

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Já o dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,1112, com alta de 0,24%.

Destaques:

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



Ao vivo
Raízen (RAIZ4): B3 estende prazo para companhia reenquadrar ações abaixo de R$ 1

A Raízen (RAIZ4) informou nesta sexta-feira (17) que recebeu da B3 uma prorrogação do prazo para apresentar um plano de reenquadramento da cotação de suas ações preferenciais, que seguem negociadas abaixo de R$ 1.

Segundo comunicado enviado ao mercado, a companhia terá até 31 de março de 2027 para apresentar o cronograma e os procedimentos que pretende adotar para que os papéis voltem a ser negociados acima do valor mínimo exigido pela bolsa.

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PF monta esquema para proteger presidenciáveis com drones, blindados e kit antibomba

A Polícia Federal começa na segunda-feira (20) uma operação nacional para proteger os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026. A estrutura mobilizará até 458 servidores e contará com veículos blindados, equipamentos antidrone e kits de vistoria antibomba, com orçamento estimado em R$ 95 milhões.

A proteção poderá ser iniciada após a homologação das candidaturas nas convenções partidárias, que começam segunda-feira e seguem até 5 de agosto, e a solicitação formal pelas respectivas campanhas.

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Próximo de sair da bolsa, Helbor (HBOR3) tem queda nas vendas no 2T26 com ausência de lançamentos

A Helbor (HBOR3) divulgou sua prévia operacional do segundo trimestre de 2026, marcada pela ausência de lançamentos no período e pela desaceleração das vendas.

A incorporadora vendeu R$ 338,5 milhões em Valor Geral de Vendas (VGV), queda de 27,5% em relação ao mesmo trimestre do ano passado e de 19,4% na comparação com os três primeiros meses de 2026.

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Vivara (VIVA3) cai mais de 3%; confira as maiores quedas do IBOV nesta sexta-feira (17)
  • Vivara (VIVA3): -3,90%, a R$ 22,44
  • MRV (MRVE3): -3,31%, a R$ 4,68
  • Direcional (DIRR3): -2,75%, a R$ 12,04
  • Yduqs (YDUQ3): -2,60%, a R$ 8,61
  • Totvs (TOTS3)? -2,37%, a R$ 29,19
Usiminas (USIM5) sobe 4%; confira as maiores altas do IBOV nesta sexta-feira (17)
  • Usiminas (USIM5): +4,18%, a R$ 8,23
  • Hapvida (HAPV3): +3,93%, a R$ 11,38
  • Petrobras ON (PETR3): +2,62%, a R$ 45,81
  • Petrobras PN (PETR4): +2,53%, a R$ 40,90
  • Prio (PRIO3): +1,87%, a R$ 57,85
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Convenções partidárias dão largada à corrida eleitoral 2026

O período de convenções partidárias começa na próxima segunda-feira, 20 de julho, e marca a oficialização das candidaturas para as eleições de outubro. Partidos e federações têm até 5 de agosto para realizar as assembleias que definem os nomes e as coligações. O procedimento é uma das condições para que a Justiça Eleitoral aceite os registros dos candidatos e das chapas.

A ratificação dos principais nomes dos candidatos a presidente da República se dividirá entre São Paulo e Brasília. O PL abre o calendário no dia 25 de julho em um evento na capital paulista para confirmar Flávio Bolsonaro como candidato. No dia seguinte, também em São Paulo, o PSD fará a convenção nacional para definir a chapa de Ronaldo Caiado a presidente e Gilberto Kassab a vice.

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Wall Street pressiona, Ibovespa ‘resiste’ com Petrobras (PETR4) e fecha em leve baixa; dólar sobe a R$ 5,11

Em dia de ‘risk-off‘ no mercado internacional, o Ibovespa (IBOV) cedeu à pressão externa e encerrou o último pregão da semana em tom negativo com vencimento de opções e realização das blue chips. As perdas foram limitadas por Petrobras (PETR4).

Nesta sexta-feira (17), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com leve queda de 0,06%, aos 173.714,08 pontos. No acumulado das últimas cinco sessões, o IBOV recuou 2,33%.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a sexta-feira (17) em baixa de -0,07%, aos 173.761,17 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Wall Street tomba 1% na semana com tecnologia e alta do petróleo; Nasdaq lidera perdas

Os índices de Wall Street fecharam em baixa nesta sexta-feira (17) após o setor de tecnologia estender as perdas da véspera, além do avanço dos preços do petróleo no mercado internacional.

Confira o fechamento dos índices:

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Dólar sobe a R$ 5,11 com ‘risk-off’ nos mercados globais

O dólar à vista ganhou força no último pregão desta semana com aumento da aversão a risco externa. Nesta sexta-feira (17), o dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1112, com alta de 0,24%.

O dólar acompanhou o fortalecimento da divisa no exterior ao longo da sessão, apesar do alívio nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries. Por volta de 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava estável, aos 100,751 pontos.

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CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3): Safra corta preços-alvo; o que fazer com as ações?

O Safra cortou os preços-alvo para as ações da CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3). No caso da CSN, o preço-alvo foi cortado de R$ 11,30 para R$ 6,10 no final de 2026, o que ainda representa um potencial de valorização de cerca de 19,6% sobre o preço de fechamento anterior. O banco manteve a recomendação neutra.

Já para CSN Mineração, o preço-alvo saiu de R$ 5,80 para R$ 5,40 no final de 2026, implicando um potencial de desvalorização de 1% sobre o último preço de fechamento, com manutenção da recomendação de venda.

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>> Dólar à vista acumula leve alta de 0,05% ante real na semana
>> Dólar à vista fecha a R$ 5,1112, com alta de 0,24%
Petróleo avança cerca de 16% na semana com intensificação do conflito no Oriente Médio

Os preços do petróleo encerraram o pregão em alta após a intensificação de ataques dos Estados Unidos ao Irã, o que trouxe cautela aos mercados globais.

O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para setembro avançou 4,59%, a US$ 88,10 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

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Procuradoria pede bloqueio de fundos da teia do Master por rombo de R$ 640 mi no RioPrevidência

A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro pediu à Justiça o bloqueio de bens de três gestoras ligadas à Master Corretora, braço de investimentos do conglomerado gerido por Daniel Vorcaro, e de seus respectivos diretores. Dois fundos receberam R$ 641,4 milhões em aportes do RioPrevidência, que teve seus investimentos comprometidos após a liquidação do Banco Master, em novembro do ano passado.

Por causa dos prejuízos milionários, o fundo previdenciário do Rio é investigado pela Polícia Federal na Operação Barco de Papel. A ofensiva da corporação apura se a cúpula do RioPrevidência fez aportes temerários no Banco Master, que totalizam R$ 970 milhões, segundo a PF. A autarquia nega as acusações.

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Ibovespa agora

O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em baixa de -0,24%, aos 173.398,47 pontos, nesta sexta-feira (17).

Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra baixa de -0,41%, cotada a R$ 72,64. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em alta de 2,43%, a R$ 40,86, e os do Itaú (ITUB4), em baixa de -1,55%, a R$ 41,89.

Governo brasileiro pode acionar Lei da Reciprocidade contra EUA; saiba como funciona o mecanismo

O governo acionou um plano de contingência comercial para responder à aplicação, pelos Estados Unidos, da tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, prevista para entrar em vigor na quarta-feira (22). O ministro da Fazenda, Dario Durigan, confirmou que o País poderá usar instrumentos de reciprocidade econômica caso as conversas bilaterais travem.

Curta e com 12 artigos, a Lei 15.122, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 11 de abril de 2025, “estabelece”, em sua ementa, “critérios para suspensão de concessões comerciais, de investimentos e de obrigações relativas a direitos de propriedade intelectual em resposta a medidas unilaterais adotadas por país ou bloco econômico que impactem negativamente a competitividade internacional brasileira; e dá outras providências”.

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>> Ibovespa bate mínima intradia com queda de 0,31%, aos 173.285,28 pontos
Fim da euforia? Gestores reposicionam carteiras diante da desaceleração dos gastos com IA

A disparada das fabricantes de chips de IA enfrentou turbulências em meio a preocupações com as avaliações e a sustentabilidade de suas receitas robustas, levando alguns investidores a se posicionarem discretamente para uma desaceleração no boom de gastos — próximo a US$ 1 trilhão —, o que pode beneficiar as hyperscalers que estão pagando a conta.

Durante a maior parte dos últimos dois anos, prevaleceu a tendência oposta: os investidores se lançaram sobre empresas de chips e infraestrutura, partindo do pressuposto de que as hyperscalers Microsoft, Amazon, Alphabet e Meta continuariam acelerando os gastos com a construção de data centers.

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Itaú BBA encerra cobertura de CVC (CVCB3)

O Itaú BBA encerrou a cobertura das ações da CVC (CVCB3). A partir desta sexta-feira (17), o banco deixará de fazer recomendação, estimativas, preço-alvo e atualizações regulares de research sobre a companhia.

A decisão ocorre em um momento de pressão para a CVC, que busca recuperar a rentabilidade após anos de reestruturação e resultados mais fracos.

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