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Bolsas da Europa têm alta com negociações sobre Ormuz no radar; FTSE 100 destoa e recua

10 ago 2026, 14:54 - atualizado em 10 ago 2026, 15:22
Ações
Bolsa de Frankfurt, na Alemanha (Imagem: REUTERS/Timm Reichert)

Os índices europeus terminaram o pregão majoritariamente em alta com otimismo de avanço nas negociações no Oriente Médio para a reabertura total do Estreito de Ormuz.

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Nesta segunda-feira (10), o índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou as negociações com leve avanço de 0,03%, aos 660,45 pontos.

Entre os principais índices, o CAC 40, de Paris, encerrou o pregão com ganho de 0,13%, aos 8.726,03 pontos e o DAX, de Frankfurt, encerrou o dia com alta de 0,02%, aos 26.323,88 pontos.

O índice FTSE 100, de Londres destoou dos demais e caiu 0,35%, aos 10.862,50 pontos, após a Imperial Brand informar que cortará milhares de empregos nos EUA e na Europa, segundo a Bloomberg. As ações IMB caíram 4,55%, 2.664,00 libras esterlinas.

O que movimentou a Europa hoje?

Com poucas movimentações domésticas, os investidores orientaram as negociações a partir do cenário geopolítico, em meio a expectativa de avanço nas tratativas para um acordo sobre o Estreito de Ormuz – via marítima onde transita cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo.

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Ontem (9), o governo do Irã afirmou que um acordo com Omã sobre o trânsito na passagem marítima está na fase final de negociação.

Ainda assim, Teerã reforçou que o estreito só será totalmente reaberto após o cumprimento de outras exigências pelos Estados Unidos, como uma indenização financeira pelos danos do conflito. “Cabe ao lado dos EUA parar e reparar suas ações ilegais e destrutivas”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei nesta segunda-feira, ao mencionar o bloqueio dos EUA a portos iranianos.

No Reino Unido, o cenário político também dividiu as atenções. O primeiro-ministro Andy Burnham deve anunciar, ainda nesta segunda-feira, uma consulta para determinar se as empresas devem ser proibidas de anunciar preços de varejo recomendados enganosos que exageram ofertas de desconto.

*Com informações de Estadão Conteúdo

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.

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