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Bolsas da Europa fecham em queda com tensões geopolíticas e decisão de juros no radar

08 jun 2026, 14:07 - atualizado em 08 jun 2026, 14:11
Bolsas europeias
(Imagem: Bolsa de Frankfurt 10/06/2021 REUTERS)

Os índices europeus fecharam o pregão desta segunda-feira (8) majoritariamente negativo em meio a nova escalada nas tensões no Oriente Médio e expectativas para a próxima decisão de política monetária.

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O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou as negociações com leve queda de 0,15%, aos 621,73 pontos.

Entre os principais índices, o DAX, de Frankfurt, caiu 0,58%, aos 24.616,22 pontos; o CAC 40, de Paris, teve queda de 0,23%, aos 8.199,29 pontos; e índice FTSE 100, de Londres terminou a sessão de hoje com alta de 0,05%, aos 10.373,20 pontos.

O que mexeu com os mercados europeus hoje?

Novos desdobramento do conflito no Oriente Médio continuaram a concentrar as atenções dos investidores, com nova escalada de tensões entre Israel e Líbano.

Perto do fechamento dos mercados europeus, o contrato mais líqudo do Brent, para agosto, operava com alta de 1%, no nível de US$ 94 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

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A próxima reunião do Banco Central Europeu (BCE), em 11 de junho, segue no radar com a expectativa de alta nos juros. O mercado espera uma elevação de 25 pontos-base, levando a taxa referencial para 2,25% ao ano.

Na avaliação do ING, “a alta de juros deve ser vista como uma espécie de ‘alta de seguro'”.

“Uma medida preventiva, já que o risco de não fazer nada e acabar ficando atrás da curva é maior do que o risco de eventuais impactos negativos sobre o crescimento econômico decorrentes de juros mais altos”, avalia Carsten Brzeski, head de macroeconomia global do ING, em relatório divulgado na semana passada.

No noticiário macroeconômico, as encomendas à indústria da Alemanha caíram 3,8% em abril ante março, acima d queda de 1% esperada por analistas, reforçando preocupações sobre a fragilidade da maior economia da zona do euro.

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.
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