Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:
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19h57
Intel faz previsão acima do esperado e ações disparam
A Intel divulgou nesta quinta-feira uma previsão de lucro e receita trimestrais acima das estimativas do mercado, o que impulsionou suas ações em mais de 5% e contribuiu para que a empresa decidisse ampliar investimentos nos próximos dois anos.
A Intel espera receita no terceiro trimestre entre US$15,8 bilhões e US$16,8 bilhões, em comparação com a estimativa média dos analistas de US$15,1 bilhões, de acordo com dados compilados pela LSEG. O lucro ajustado deve ficar em 38 centavos por ação, contra as estimativas dos analistas de 27 centavos.
PicPay (PICS) recebe aprovação do BC para compra da Kovr, ex-seguradora do Banco Master
O PicPay (PICS), controlado pela J&F Investimentos, da família Batista, informou nesta quinta-feira (23) que recebeu a aprovação regulatória final do Banco Central (BC) para a aquisição da Kovr Participações e de suas subsidiárias, empresa de tecnologia voltada ao mercado de seguros digitais.
A Kovr integrou o grupo Banco Master entre 2021 e 2025. Antes de ser vendida ao PicPay, a seguradora passou por uma reorganização societária e foi adquirida por seus próprios executivos, deixando de fazer parte do conglomerado controlado por Daniel Vorcaro.
Fed está pronto para elevar os juros nos EUA, avalia Janet Yellen
A ex-secretária do Tesouro dos Estados Unidos e ex-chair do Federal Reserve (Fed), Janet Yellen, considera que os dirigentes do banco central dos EUA já estão prontos para aumentar os juros norte-americanos, caso a nova rodada de tensões no Oriente Médio siga pressionando os preços de energia.
Segundo Yellen, o BC norte-americano segue avaliando os desdobramentos da guerra no Oriente Médio na condução da política monetária. A avaliação foi feita nesta quinta-feira (23), durante participação na Expert XP, em São Paulo.
Brasil critica tarifa de 12,5% dos EUA e anuncia reação com Lei de Reciprocidade e ação na OMC
O governo brasileiro criticou a decisão dos Estados Unidos de impor uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros após a conclusão da investigação conduzida sob a Seção 301 sobre trabalho forçado.
Em nota divulgada nesta quinta-feira (23), o Palácio do Planalto classificou a medida como “arbitrária e injustificada” e afirmou que recorrerá à Lei de Reciprocidade e ao mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC).
>> Secom: governo iniciará trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade
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18h47
>> Secom: Brasil é reconhecido pela OIT pelos fortes compromissos no combate ao trabalho forçado
18h47
Brasil rejeita tarifa de 12,5% dos EUA e anuncia reação na OMC
O governo brasileiro classificou como “arbitrária e injustificada” a decisão dos Estados Unidos de impor uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros após a investigação da Seção 301 sobre trabalho forçado. Em nota, afirmou que o país cumpre compromissos internacionais no combate à prática e apresentou informações às autoridades americanas durante a investigação.
Como resposta, o Brasil informou que acionará a Lei de Reciprocidade e levará o caso ao mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC).
18h47
>> Secom: Ministério do Trabalho prestou explicações e fornecer farta documentação sobre legislação brasileira
18h46
>> Secom: USTR optou por manipular tema caro aos direitos humanos e trabalhadores
18h45
>> Secom: governo brasileiro rechaça decisão do governo dos EUA em impor tarifa de 12,5%
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18h34
EUA confirmam tarifa de até 12,5% sobre Brasil e outros parceiros comerciais
Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (23) a aplicação de uma tarifa adicional de até 12,5% sobre importações do Brasil e de outras economias investigadas por falhas na proibição e fiscalização da entrada de produtos fabricados com trabalho forçado, justamente quando uma tarifa global temporária de 10% chega ao fim.
A medida é a mais recente iniciativa da Casa Branca para restaurar a visão de campanha do presidente Donald Trump de uma tarifa quase global, depois que a Suprema Corte dos EUA, em fevereiro, derrubou suas tarifas “recíprocas” de 10% a 50% impostas no ano passado sob uma lei de emergência nacional para tentar reduzir o déficit comercial dos EUA.
Rumo (RAIL3) sobe mais de 2%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (23)
Rumo (RAIL3): +2,35%, a R$ 13,96
Vibra Energia (VBBR3): +1,77%, a R$ 35,60
Ultrapar (UGPA3): +1,71%, a R$ 33,39
Petrobras ON (PETR3): +1,67%, a R$ 48,70
Braskem (BRKM5): +1,65%, a R$ 6,17
18h16
Mercado descarta novo corte da Selic em setembro com disparada dos juros globais
Na curva de juros futuros, o mercado praticamente zerou as apostas de corte na Selic em setembro nesta quinta-feira (23) em meio a disparada dos juros globais. Hoje, a taxa básica de juros está em 14,25% ao ano.
Desde a semana passada, os agentes financeiros precificavam mais uma redução na taxa básica de juros na decisão de setembro após dados de inflação mais benignos no Brasil e nos Estados Unidos.
BrasilAgro (AGRO3) aprova dívida de até R$ 200 milhões com Banco do Brasil e amplia flexibilidade para operações de hedge
O conselho de administração da BrasilAgro (AGRO3)aprovou a contratação de uma nova dívida de até R$ 200 milhões junto ao Banco do Brasil, estruturada por meio de uma Cédula de Produto Rural (CPR), além de uma operação de swap para converter a exposição da dívida para dólar.
A decisão foi tomada em reunião realizada em 16 de julho e divulgada pela companhia nesta quinta-feira (23).
Hapvida (HAPV3) cai 8%; veja as maiores quedas do IBOV hoje (23)
Hapvida (HAPV3): -8,08%, a R$ 10,47
Totvs (TOTS3): -6,37%, a R$ 27,05
Assaí (ASAI3): -4,52%, a R$ 8,02
MRV (MRVE3): -4,36%, a R$ 4,39
Azzas 2154 (AZZA3): -4,27%, a R$ 17,05
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17h30
Especialistas veem ‘guerra política’ com EUA e não creem em grande ajuste fiscal devido a ‘populismo de direita e de esquerda’
Entrou em vigor nesta semana a sobretaxa de 25% dos Estados Unidos sobre uma série de produtos importados do Brasil. Na visão do chefe de macroeconomia do ASA e ex-secretário do Tesouro, Jeferson Bittencourt, trata-se não de uma guerra comercial, mas, sim, política.
As falas foram feitas durante o painel “Macroeconomia em transição: Os vetores que guiam o mercados em 2026”, na Expert XP, evento do mercado financeiro que acontece até sábado (25) em São Paulo.
Ibovespa recua com aumento da aversão ao risco global; dólar sobe a R$ 5,08
O Ibovespa (IBOV) acompanhou a forte aversão a risco global com a escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio. Nesta quinta-feira (23), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com queda de 0,46%, aos 176.723,62 pontos.
O Ibovespa fechou a quinta-feira (23) em baixa de -0,57%, aos 176.503,20 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.
17h06
Wall Street tem forte queda com petróleo a US$ 100; Tesla (TSLA) despenca 14%
Os índices de Wall Street fecharam em forte queda com a escalada da tensão entre Estados Unidos e Irã e disparado do barril do petróleo Brent para US$ 100.
O Nasdaq, por exemplo, atingiu o nível mais baixo desde o início de maio, à medida que resultados de gigantes de tecnologia reacenderam as preocupações com os altos gastos em inteligência artificial (IA).
Dólar sobe a R$ 5,08 com disparada dos juros globais
O dólarà vista interrompeu a sequência de três quedas consecutivas. A moeda ganhou força com a escalada das tensões geopolíticas e disparada dos juros globais em meio ao crescente temor de novos choques inflacionários com petróleo de volta a US$ 100 o barril.
Nesta quinta-feira (23), o dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,0839, com alta de 0,64%.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
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