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Ibovespa fecha estável antes de bateria de balanços

24 jul 2020, 17:12 - atualizado em 24 jul 2020, 18:20
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O Ibovespa terminou com variação positiva de 0,09%, a 102.381,58 pontos (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

O Ibovespa (IBOV) fechou com sinal positivo nesta sexta-feira, com a alta de Ambev (ABEV3) e Suzano (SUZB3) atenuando entre os destaques positivos, em meio a embolso de lucros antes da temporada de resultados ganhar tração na próxima semana.

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Índice de referência da bolsa brasileira, o Ibovespa terminou com variação positiva de 0,09%, a 102.381,58 pontos, mas contabilizando a primeira perda semanal do mês, de 0,49%. No pior momento do dia, caiu a 100.858,76 pontos.

O volume financeiro na sessão somou 27,2 bilhões de reais.

Em Wall Street, o S&P 500 fechou em baixa de 0,6%, com receios sobre as relações entre os Estados Unidos e a China somando-se a preocupações como ritmo da recuperação da economia norte-americana, em sessão de queda no setor de tecnologia.

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Em Wall Street, o S&P 500 fechou em baixa de 0,6% (Imagem: REUTERS/Brendan McDermid)

“O Ibovespa está em um movimento normal de realização de lucros, as pessoas que tiveram ganhos estão resgatando este dinheiro”, afirmou o analista Fernando Góes, da Clear Corretora.

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Com base na análise gráfica do Ibovespa, ele avalia que o Ibovespa deve se manter entre os 100 mil e 98 mil pontos, que são suportes fortes e podem ser pontos de compra de ações, mas que a tendência de alta continua.

Na próxima semana, cerca de 20 empresas do Ibovespa divulgam balanços do segundo trimestre, que experimentou o momento mais agudo da crise econômica deflagrada pela pandemia da Covid-19.

Entre elas estão Vale (VALE3), Petrobras (PETR4), Ambev (ABEV3) e Bradesco (BBDC4).

Destaques

Ambev (ABEV3) encerrou em alta de 3,68%, a 14,93 reais, máxima de fechamento desde 5 de março, após queda de mais de 2% na véspera. O HSBC elevou o preço-alvo da ação de 10 para 12 reais. A companhia reporta balanço na próxima quinta-feira.

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Suzano (SUZB3) subiu 3,83%. O gestor Werner Roger, da Trígono Capital, citou que há perspectivas de alta de preços no quarto trimestre, bem como muitas empresas com custo acima do preço deverão parar para manutenção, tirando celulose do mercado e que a demanda para tissue continua robusta. “Acredito num excelente resultado no segundo trimestre e talvez o mercado já esteja antecipando”, afirmou o gestor, que tem posição no papel. A rival Klabin (KLBN11) avançou 0,42%.

Fábrica de papel e celulose da Suzano
A Suzano subiu 3,83% (Imagem: Facebook/ Divulgação/ Suzano)

Gerdau (GGBR4) subiu 4,58% e Usiminas (USIM5) ganhou 3,28%, em destaque no setor de mineração e siderurgia, que mostrou queda de 0,42% em Vale (VALE3). CSN (CSNA3) cedeu 0,34%.

Petrobras (PETR4) valorizou-se 0,71%, na esteira da alta dos preços do petróleo no exterior. A companhia aprovou início dos processos de contratação de três novas plataformas no pré-sal da Bacia de Santos.

Itaú Unibanco (ITUB4) encerrou com decréscimo de 0,11% e Bradesco (BBDC4) subiu 0,62%.

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Cogna (CONG3) recuou 5,37%, mais uma vez entre os destaques de baixa, em meio a movimentos de correção após divulgação de detalhes na véspera sobre o IPO de sua subsidiária Vasta. Até a quarta-feira, os papéis subiam mais de 40% no mês.

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As ações da Cogna (CONG3) recuaram 5,37%, mais uma vez entre os destaques de baixa (Imagem: Unsplash/@anniespratt)

IRB (IRBR3) ON evoluiu 6,24%. Operadores ligaram o movimento a operações de aluguel do papel tendo de pano de fundo aumento de capital via subscrição privada anunciado recentemente pela companhia.

AES Tiete (TIET11) caiu 9,12%, revertendo a alta da abertura, após notícia de que a Eneva fará nova oferta em torno de 7,5 bilhões de reais para incorporar a companhia, em uma operação envolvendo ações e dinheiro, desde que tenha apoio do BNDESPar. Eneva (ENEV3) perdeu 1,84%.

Irani (RANI3) caiu 15,51%, no primeiro dia de negociação das ações objeto da oferta subsequente precificada a 4,50 reais por papel na última quarta-feira.

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Dimed (PNVL3) recuou 8,35%, também no primeiro dia de negociação das ações objeto da oferta subsequente precificada a 30 reais por papel na última quarta-feira.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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