Mercados

Ibovespa (IBOV) opera volátil com vendas no varejo e discurso de Powell; 5 coisas para saber ao investir hoje (15)

15 maio 2025, 10:19 - atualizado em 17 nov 2025, 15:50
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Ibovespa abre em queda nesta quinta-feira, 15 (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

O Ibovespa (IBOV) abre o pregão desta quinta-feira (15) em queda, mas volátil, com a divulgação dos números do varejo brasileiro, dados internacionais, e a continuidade da temporada de balanços do primeiro trimestre de 2025 (1T25) no radar.

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Por volta das 10h24 (horário de Brasília), o principal índice da Bolsa brasileira desacelerava 0,07%, aos 138.321,00 pontos.



O dólar à vista rondava a estabilidade ante o real nas primeiras negociações de hoje, à medida que os investidores aguardavam comentários do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, e uma série de dados econômicos dos Estados Unidos, com as recentes incertezas comerciais ainda em foco.

Às 10h (horário de Brasília), o dólar à vista desacelerava 0,17%, a R$ 5,6285 na venda.

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Day Trade

Confira os 5 assuntos que impactam o Ibovespa nesta quinta-feira (15)

1 – Vendas no varejo do Brasil avançam 0,8% em março

As vendas no varejo brasileiro avançaram 0,8% em março, frente a fevereiro. Na comparação anual, desacelerou 1,0%. Agora, o indicador acumula 1,2% no ano, e 3,1% nos últimos 12 meses.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa é a terceira taxa positiva seguida e o maior patamar da série histórica iniciada em janeiro de 2000, superando o nível recorde anterior, alcançado em fevereiro deste ano (0,5%).

Seis das oito atividades investigadas na pesquisa avançaram em março deste ano. Dentre elas, os destaques foram os setores de Livros, jornais, revistas e papelaria (28,2%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (3,0%).

2- PPI e Vendas no Varejo do EUA

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O Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos (EUA) caiu 0,5% em abril, de acordo com o Escritório de Estatísticas Trabalhistas (BLS, na sigla em inglês) nesta quinta.

A queda foi atribuída aos preços dos serviços, que caíram 0,7%. Na comparação anual, o índice subiu 2,4% nos 12 meses encerrados em abril.

Já as vendas no varejo desaceleram em abril, uma vez que o impulso das compras antecipadas de veículos pelas famílias antes das tarifas diminuiu e outros gastos recuaram, com o “pano de fundo” sendo de uma perspectiva econômica incerta.

Segundo o Departamento de Comércio, no mês passado, o indicador registrou alta de 0,1%, após um aumento revisado para cima de 1,7% em março. As vendas no varejo têm oscilado neste ano em meio à política comercial caótica presidente Donald Trump.

3 – Petróleo cai 3% com projeção de desaceleração no crescimento da demanda global em 2025

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Os preços futuros do petróleo caem nesta quinta, estendendo as quedas do último pregão. A baixa acontece após a Agência Internacional de Energia (AIE) prever uma desaceleração no crescimento da demanda global durante o restante de 2025.

Isso ocorre após a AIE anunciar nesta quinta que prevê uma diminuição no crescimento da demanda global de petróleo para 650 mil barris por dia (bpd) durante o restante do ano, como resultado de desafios econômicos e aumento nas vendas de veículos elétricos.

Por volta das 9h (horário de Brasília), os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para julho, operam com baixa de 3,13%, a US$ 64,02 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

4- Powell fala após inflação mais baixa que o esperado

5- Gol (GOLL4) registra lucro líquido de R$ 1,37 bilhão no 1T25, queda de 64% na comparação anual

Gol (GOLL4) reportou lucro líquido de R$ 1,37 bilhão no primeiro trimestre de 2025 (1T25), mostra relatório de resultados divulgado nesta quinta-feira (15). A cifra representa uma queda de 63,7% em relação aos R$ 3,78 bilhões apurados no mesmo período de 2024.

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Vale lembrar que a Gol está em Chapter 11, que nada mais é do que um processo de recuperação judicial nos Estados Unidos.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ficou em R$ 1,23 bilhão, um recuo de 0,2% em relação ao 1T24.

*Com informações de Reuters 

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Estagiária
Estudante de jornalismo na Universidade São Judas Tadeu, tem habilidades em edição de imagens e vídeos além da paixão pelo meio de comunicações.
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