Resumo: O Ibovespa (IBOV) fechou o primeiro pregão da semana em queda de 0,91%, aos 185.500,88 pontos. Já o dólar à vista encerrou a R$ 5,1479, com alta de 0,44%.
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Mais cedo, a pesquisa BTG Pactual/Nexus mostrou Lula voltando a superar numericamente Flávio Bolsonaro, com 47% a 46% em um eventual segundo turno. Já na Quaest, Lula aparece com 40% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro 42%.
No exterior, o título do Treasury de 10 anos superou os 5% durante o pregão desta segunda-feira, o maior nível desde 2023. Além disso, a intensificação do conflito no Oriente Médio pressionou o petróleo, que ditou parcialmente o humor dos mercados ao redor do mundo.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:
Ao vivo
19h20
Kepler Weber (KEPL3) em queda: Citi faz alertas e reitera recomendação de venda; o que preocupa analistas?
O Citi cortou em 12% a projeção de lucro líquido da Kepler Weber(KEPL3) para 2027, para R$ 85 milhões, diante de perspectivas ainda frágeis para as receitas e margens do negócio brasileiro de armazenagem de grãos.
O banco manteve a recomendação de venda, com preço-alvo de R$ 5,60. O valor representa um potencial de queda de 15,2% em relação à cotação de R$ 6,60 considerada na análise, de 14 de setembro.
Juros futuros ganham força com petróleo e crise do STF
A curva de juros futuros recuou em quase todos os vencimentos nesta segunda-feira (14), pressionados pelo aumento do petróleo, que fechou acima de US$ 100 o barril, e também pela incerteza trazida ao quadro eleitoral pelos novos desdobramentos da crise do Supremo Tribunal Federal (STF).
As taxas, porém, reduziram o ritmo de avanço ao longo da tarde, na esteira da acomodação da curva dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA, os Treasuries, e dos ganhos da commodity energética, após relatos sobre negociações entre Estados Unidos e Irã e uma trégua na guerra da Ucrânia.
Por que o Bank of America reforça venda dessas duas ações mesmo com disparada das commodities? Um fator é decisivo
A disparada das commodities agrícolas ainda não é suficiente para mudar a visão do Bank of America(BofA) sobre as ações da São Martinho (SMTO3) e SLC Agrícola(SLCE3). Em relatório de 11 de setembro, o banco reiterou a recomendação de underperform, equivalente à venda, para as duas companhias e apontou um fator decisivo para uma melhora mais expressiva dos resultados: o dólar.
Na avaliação das analistas Isabella Simonato e Julia Zaniolo, a valorização dos grãos e do açúcar ajuda as empresas, mas o câmbio permanece como a principal variável para impulsionar revisões das projeções. E o cenário-base do banco, de R$ 5 por dólar, limita esse espaço no curto prazo.
Telefônica Brasil (VIVT3) aprova R$ 500 milhões em juros sobre capital próprio; veja quem recebe
A Telefônica Brasil (VIVT3) aprovou nesta segunda-feira (14) a distribuição de R$ 500 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), conforme decisão do conselho de administração.
O valor bruto corresponde a R$ 0,15646482856 por ação. Com a retenção padrão de 17,5% de Imposto de Renda, o montante líquido será de R$ 412,5 milhões, equivalente a R$ 0,12908348356 por papel.
Soja encerra em alta em Chicago, com ganhos do petróleo e ameaça de atrasos na colheita nos EUA
Os contratos futuros da sojanegociados na bolsa de Chicago fecharam em alta nesta segunda-feira (14), impulsionados pela alta nos preços dos combustíveis, incluindo o petróleo, e pela ameaça de atrasos na colheita no Meio-Oeste, segundo os operadores.
O contrato de soja para novembro na CBOT fechou em alta de 7,75 centavos, ou 0,6%, a US$13,04-1/4 por bushel.
Sobe ou desce? Relatório do USDA sinaliza suporte para milho e soja, aponta analista
O novo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgado na última sexta (11) reforçou os fundamentos que sustentam os preços do milho e da soja, embora as altas acumuladas abram espaço para correções. A avaliação é de Luiz Fernando Gutierrez, analista da Hedgepoint Global Markets, que considera o documento levemente altista para o milho e de neutro a levemente altista para a soja.
Enquanto o milho encontra apoio na redução da safra e dos estoques americanos, a soja tem na demanda por exportação um fator de sustentação, mesmo com o aumento da estimativa de produção nos Estados Unidos.
Riscos podem transformar açúcar numa commodity ‘super quente’ e provocar um dos mercados mais ‘bullish’ em 20 anos, diz ex-diretor da Wilmar
A anomalia climática do El Niñoe a redução dos estoques de açúcar na Índia criarão as condições para um mercado super “quente”, segundo o ex-diretor de operações de açúcar da Wilmar International, empresa de comercialização e processamento de commodities com sede em Cingapura.
“Pode realmente ser a commodity super quente de 2027, já que o que está acontecendo atualmente e afetando o açúcar pode desencadear um dos mercados mais ‘bullish’ dos últimos 20 anos’, disse o ex-executivo da Wilmar Jean-Luc Bohbot, à Reuters.
CSN Mineração lidera as baixas do Ibovespa; confira 5 maiores quedas
CSN Mineração (CMIN3): -6,85%, a R$ 6,26
Usiminas (USIM5): -4,74%, a R$ 7,03
CSN (CSNA3): -4,65%, a R$ 6,35
Azzas (AZZA3): -4,02%, a R$ 15,77
Bradespar (BRAP4): -3,99%, a R$ 21,64
17h22
Totvs (TOTS3) lidera ganhos do Ibovespa; confira 5 maiores altas desta segunda (14)
Totvs (TOTS3): +4,34%, a R$ 34,37
Hypera (HYPE3): +3,38%, a R$ 23,53
Copasa (CSMG3): +1,64%, a R$ 56,87
Fleury (FLRY3): +1,61%, a R$ 21,40
Ambev (ABEV3): +1,60%, a R$ 15,87
17h19
Ibovespa recua com exterior e cenário político; dólar sobe a R$ 5,14
O Ibovespa (IBOV) começou a semana em baixa com a cautela no exterior, diante da continuidade do conflito no Oriente Médio pressionando as cotações do petróleo, além da disparada nos títulos dos Estados Unidos. O cenário político doméstico também segue no radar dos investidores.
Nesta segunda-feira (14), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociaçõescom queda de 0,91%, aos 185.500,88 pontos.
Como deve ser a sessão do STF desta terça-feira (15) que analisará conversas de Moraes e Vorcaro
O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.
Wall Street cai com temor sobre IA e petróleo acima de US$ 100
Os índices de Wall Street encerraram o pregão desta segunda-feira (14) em queda, com preocupações sobre a inteligência artificial (IA), petróleo ainda acima de US$ 100 e expectativa por decisão de juros.
>> Dólar à vista fecha a R$ 5,1479, com alta de 0,44%
16h39
Petróleo fecha em alta com preocupações com oferta
Os preços do petróleo chegaram a encostar em US$ 110 na manhã desta segunda-feira (14), com escalada das tensões e preocupações sobre a oferta da commodity.
O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para novembro fechou com alta de 1,02%, a US$ 105,68 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. Na máxima intradia, o Brent foi cotado a US$ 109,80.
Selic a 13,25% em 2026? BofA vê economia esfriando mais rápido e amplia cortes
O Bank of Americarevisou suas projeções para a Selice agora espera um ciclo de cortes de juros mais intenso no Brasil, diante de sinais de que a economia está desacelerando mais rapidamente do que o banco previa.
Em relatório divulgado recentemente, os estrategistas David Beker, Natacha Perez e Gustavo Mendes reduziram a estimativa para a taxa básica de juros no fim de 2026 de 13,75% para 13,25%. Para o final de 2027, a projeção caiu de 12,75% para 11,25%. A estimativa para 2028 também foi ajustada, de 11,75% para 11,25%.
Mercadante rejeita Estado mínimo como caminho para o desenvolvimento: ‘Como vamos competir com EUA, China e UE sem subsídios?
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, afirmou que é um equívoco insistir na ideia de Estado mínimo como caminho para o desenvolvimento. A declaração ocorreu durante o Seminário Brasil Hoje, realizado pelo Grupo Esfera.
“Essa é uma grande divergência que existe neste plenário sobre a relação Estado e mercado. É um equívoco insistir que o caminho para o desenvolvimento é o Estado mínimo. O Consenso de Washington existe há 40 anos e o que aconteceu com a União Europeia? Caiu de 17% para 14% do PIB mundial. Já o Sul global cresceu de 42% para mais de 60% do PIB”, disse.
Eleições 2026: AtlasIntel, CNT/MDA e Datafolha divulgam novas pesquisas nesta semana
Além das pesquisas BTG Pactual/Nexus e Quaest divulgadas nesta segunda-feira (14), os institutos MDA , Datafolha e AtlasIntel estão entre as empresas que devem divulgar novas rodadas de pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais de outubro.
Os levantamentos são realizados em meio à crise que atinge o Supremo Tribunal Federal (STF), que deve ter seus rumos definidos no julgamento marcado para esta terça-feira (15), sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Ouro cai com petróleo próximo a US$ 110 e avanço nos Treasuries
O contrato mais líquido do ouro fechou perto da estabilidade nesta segunda-feira (14) em uma sessão com renovada alta do petróleo diante do acirramento das disputas no Oriente Médio. Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA, os Treasuries, também avançaram, reduzindo a atratividade do ouro.
Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro para dezembro encerrou em queda de 1,29%, a US$ 4.351,90 por onça-troy.
Houthis atacam Arábia Saudita e negociações entre países do Golfo e Irã são adiadas
Os houthis do Iêmen, alinhados com o Irã, lançaram um novo ataque contra a Arábia Saudita nesta segunda-feira, e os países árabes do Golfo Pérsico adiaram as negociações previstas com o Irã, reforçando os temores de que o conflito no Oriente Médio possa se alastrar ainda mais e ameaçar o abastecimento global de petróleo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã deseja chegar a um acordo com Washington, sinalizando uma possível abertura diplomática, apesar das tensões regionais cada vez maiores.
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