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Jalles (JALL3) sobe na Bolsa com ajuda do governo; entenda

14 jul 2026, 12:02
usinas açúcar etanol jalles são martinho
(iStock.com/Mailson Pignata)

As ações da Jalles (JALL3) avançavam 1,96% por volta de 11h27 desta terça-feira (14). No mesmo horário, São Martinho (SMTO3) recuava 0,0061%, enquanto a endividada Raízen (RAIZ4) recuava 3,03%.

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Entre as notícias positivas para as usinas, está a decisão de hoje do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) de elevar temporariamente de 30% para 32% a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina, com o objetivo de permitir uma redução das importações do combustível fóssil pelo Brasil em meio aos custos com a guerra no Irã.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, a medida terá vigência de 180 dias, com possibilidade de prorrogação uma única vez, por igual período.

Aumento era aguardado

O aumento, amplamente pleiteado e aguardado pelo setor sucroenergético, permite que o país deixe de importar 900 milhões de litros de gasolina por ano, segundo o comunicado do CNPE.

A decisão leva em conta a volatilidade no mercado de petróleo e combustíveis, marcado pela volatilidade no abastecimento global.

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Ao mesmo tempo, o Brasil caminha para produzir um volume recorde de etanol em 2026, com um maior direcionamento de cana-de-açúcar para a produção do biocombustível em detrimento do açúcar diante das condições do mercado global, e também com um crescimento da fabricação de etanol de milho.

Segundo o ministério, a adoção da mistura E32 foi subsidiada por estudos técnicos realizados no âmbito da implementação da Lei do Combustível do Futuro, que indicaram “comportamento equivalente ao observado com misturas de menor teor de etanol, sem impactos relevantes no funcionamento dos veículos, inclusive aqueles equipados com motores não flex”.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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