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JHSF (JHSF3) tem lucro de R$ 371,6 milhões no 1T26, alta anual de 9,3%; confira destaques do balanço

08 maio 2026, 8:43 - atualizado em 08 maio 2026, 9:19
JHSF
JHSF (JHSF3) tem lucro de R$ 371,6 milhões no 1T26, alta anual de 9,3%; confira destaques do balanço (Imagem: JHSF/Divulgação)

A JHSF Participações (JHSF3), holding voltada em negócios de alta renda, registrou lucro líquido consolidado de R$ 371,6 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), um aumento de 9,3% em relação a igual período de 2025.

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Entre janeiro e março, o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado somou R$ 250,6 milhões, crescimento anual de 27%, segundo balanço divulgado nesta sexta-feira (8).

A margem Ebitda, por sua vez, ficou em 46,6%, recuo de 2,4 pontos percentuais na mesma base de comparação.

O resultado superou a expectativa do mercado, que projetava Ebitda de R$ 227 milhões, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.

A receita líquida consolidada do grupo alcançou R$ 537,7 milhões no 1T26, expansão de 33,3% frente aos R$ 403,3 milhões apurados um ano antes.

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Já as chamadas despesas operacionais consolidadas, por outro lado, subiram 36,8%, para R$ 113,3 milhões.

De acordo com a JHSF, a alta da receita foi impulsionada pelo reconhecimento da venda de estoques na unidade de Incorporação, além da melhora do desempenho dos negócios de renda recorrente.

Cabe lembrar que, em dezembro passado, a companhia vendeu seu estoque de incorporação para um fundo imobiliário estruturado pela JHSF Capital, gestora financeira do grupo, em uma operação de R$ 5,2 bilhões.

Por sua vez, o aumento das despesas foi explicado por maiores gastos com publicidade, propaganda e eventos em vendas; expansão do portfólio de ativos de renda recorrente — como Fasano Tennis Club e São Paulo Surf Club — em despesas administrativas; e um efeito pontual no 1T25, relacionado ao estorno de provisão em outras receitas operacionais.

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Receita por segmento

A vertical de shopping centers da holding registrou receita líquida de R$ 92,2 milhões no 1T26, alta de 11,4% em relação ao mesmo período de 2025. As vendas totais avançaram 8%, para R$ 1,02 bilhão.

Já a unidade de hospitalidade, que inclui restaurantes e hotéis, por exemplo, obteve receita líquida de R$ 104,8 milhões, queda anual de 2,7%.

O aeroporto Catarina, terminal de aviação executiva em São Roque (SP), registrou receita líquida de R$ 72 milhões, alta de 26,3% em um ano. O segmento também teve crescimento de 18% nos pousos e decolagens e de 20% no volume de litros abastecidos.

A frente de residências para locação e clubes teve receita líquida de R$ 77,1 milhões, avanço de 44,8% em relação ao mesmo período de 2025.

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Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
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