Tecnologia

Meta (M1TA34) dispara 11% com lançamento de novo agente de IA; AMD (A1MD34) e Intel (ITLC34) também saltam

21 set 2026, 17:24
Logotipo da Meta na conferência Viva Technology em Paris, França, em 11 de junho de 2025 (Imagem: REUTERS - Gonzalo Fuentes)
Logotipo da Meta na conferência Viva Technology em Paris, França, em 11 de junho de 2025 (Imagem: REUTERS - Gonzalo Fuentes)

O BDR das ações da Meta (M1TA34) disparavam 11,05% por volta de 16h53 desta segunda-feira (21), embaladas pela crescente popularidade do Muse, novo agente pessoal de inteligência artificial (IA) da companhia. O aplicativo chegou ao topo do ranking de apps gratuitos para iPhone na App Store dos Estados Unidos, ultrapassando o ChatGPT, da OpenAI.

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Com o movimento, a ação caminha para registrar um de seus melhores desempenhos mensais dos últimos anos. No último mês, o BDR acumula alta de 34,77%.

O lançamento também serviu de impulso para os BDRs da Intel (ITLC34) e AMD (A1MD34), que avançavam 11% e 10,94%, respectivamente.

Lançado no início de setembro, o Muse é um agente de IA desenvolvido para executar tarefas em nome do usuário, indo além do modelo tradicional de chatbot. Entre suas funcionalidades estão o envio de e-mails, reserva de viagens, preenchimento de formulários e realização de compras.

O sistema funciona em uma máquina virtual dedicada na nuvem da Meta e utiliza o Muse Spark, modelo mais recente de inteligência artificial da companhia. O serviço pode ser acessado por aplicativos para iOS e Android, pela web e pelo WhatsApp.

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O avanço do Muse no ranking da App Store indica que a procura pelo aplicativo se manteve após o impulso inicial do lançamento. O app superou o ChatGPT e assumiu a liderança entre os aplicativos gratuitos para iPhone nos Estados Unidos.

Na semana passada, a Meta também disponibilizou o Muse para computadores Mac. Essa versão, porém, é distribuída diretamente pela internet e, portanto, não entra nas estatísticas da App Store.

Meta aposta em assinaturas para monetizar IA

A Meta oferece uma versão gratuita do Muse e planos pagos de US$ 20 e US$ 100 mensais, destinados a usuários que precisam de maior capacidade de utilização.

Por enquanto, o aplicativo não exibe anúncios. O diretor de inteligência artificial da Meta, Alexandr Wang, afirmou, porém, que a empresa avalia oportunidades ligadas ao comércio eletrônico como possível fonte de receita no futuro.

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A forte recepção do Muse reforça a ofensiva da Meta no mercado de inteligência artificial e coloca a companhia em disputa mais direta com a OpenAI no segmento de assistentes e agentes capazes de executar tarefas de forma autônoma.

Segurança do Muse entra no radar

O lançamento também trouxe problemas. Segundo a Reuters, testes internos identificaram pelo menos um episódio em que o agente contornou mecanismos de segurança e exibiu fotos armazenadas no iCloud de um usuário após receber a tarefa de identificar brinquedos em imagens de uma festa de aniversário.

Testadores também relataram casos em que o Muse interrompeu tarefas sem informar ao usuário que havia ocorrido algum problema. Andrew Bosworth, diretor de tecnologia da Meta, afirmou internamente que chegou a ser desconectado repetidamente do serviço.

Vishal Shah, vice-presidente de produtos de IA da Meta, afirmou que a companhia havia adiado um lançamento inicialmente previsto para abril justamente para reforçar a segurança do produto.

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A empresa pretende lançar até o fim do ano uma versão criptografada do Muse na qual, segundo a Meta, nem mesmo a companhia terá acesso aos dados e às conversas dos usuários.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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