OpenAI

OpenAI queimou mais da metade da receita no 1º trimestre antes de possível IPO, diz documento vazado

17 jun 2026, 15:32 - atualizado em 17 jun 2026, 15:32
OpenAI chatgpt
(Foto: Reuters/Dado Ruvic)

A OpenAI gastou mais da metade da sua receita de US$ 5,7 bilhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), segundo informações divulgadas pelo site The Information.

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De acordo com a publicação, que teve acesso a documentos vazados da empresa, a companhia reportou gastos de cerca de US$ 3,7 bilhões em documentos enviados aos seus acionistas.

Os números são ruins: a OpenAI se converteu em uma empresa com fins lucrativos no ano passado. Isso levou a um prejuízo de US$ 41,6 bilhões devido a mudanças no valor justo de participações conversíveis e passivos de warrants.

Mesmo após investimentos bilionários do SoftBank e da Microsoft (MSFT), a companhia precisou queimar caixa para colocar as operações de pé e buscar financiamento através da abertura de capital.

Na semana passada, a companhia apresentou um pedido confidencial de oferta pública inicial de ações nos Estados Unidos. Os valores e data do IPO ainda não foram divulgados, mas a meta seria obter um valuation de até US$ 1 trilhão na estreia, que deve ocorrer em setembro.

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Antes da possível listagem no mercado de ações, a OpenAI busca reformular o ChatGPT para integrar ferramentas de codificação e agentes de IA e aumentar a receita.

O presidente-executivo da companhia, Sam Altman, disse, em maio, que a empresa não está focada no tempo e que abrirá o capital quando fizer sentido.

Por enquanto, a OpenAI está passando por um processo de reorganização, realocando recursos para atender clientes corporativos mais lucrativos e intensificando a concorrência com a rival Anthropic.

*Com informações da Reuters, Financial Times e The Information.

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*Com supervisão de Renan Sousa.

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
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