Eleições 2026

Lula e Flávio Bolsonaro mantêm empate técnico e senador segue numericamente à frente no 2º turno, mostra AtlasIntel/Bloomberg

17 set 2026, 7:00
Lula e Flávio Bolsonaro mantêm empate técnico em pesquisa AtlasIntel/Bloomberg (Reuters/Adriano Machado)

Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg para a eleição presidencial 2026 divulgada nesta quinta-feira (17) aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47,2% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46,8% das intenções de voto em um cenário de segundo turno entre ambos.

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O petista subiu 0,6 ponto porcentual sobre os 46,2% do último levantamento, divulgado em 10 de setembro de agosto. O candidato do PL e filho de Jair Bolsonaro cresceu 0,8 ponto ante os 46,4% da última pesquisa.

Com isso, a vantagem vantagem numérica saiu de 0,2 ponto para 0,4 ponto em favor de Flávio Bolsonaro. Como a margem de erro é de 1 ponto porcentual, permanece o empate técnico entre ambos.

Brancos e nulos e os eleitores que não souberam responder saíram de 7,4% para 6%. Se considerados os votos válidos, o senador teria 50,2% e o presidente, 49,8%.

Em outros cenários de segundo turno, o presidente voltou a abrir vantagem sobre todos os outros nomes. Contra Romeu Zema (Novo), Lula obteve 46,3% contra 43,7%, ante 46,2% contra 46% para o ex-governador na pesquisa passada. No embate contra Ronaldo Caiado (PSD), Lula teria 46% a 41,7%, ante o empate em 45,7%.

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O presidente venceria Renan Santos (Missão) por 46,1% a 29,7%. Contra Augusto Cury (Avante), o presidente ganharia por 45,6% a 37,8%.

Lula lidera primeiro turno

No cenário da AtlasIntel para o primeiro turno, Lula obteve 44,1%, ante 43% da pesquisa passada, Flávio Bolsonaro, variou de 37,4% para 41,7%. Augusto Cury saiu de 6,6% para 3,5% e foi superado por Renan Santos, que saiu de 6,5% para 5,1% em comparação com o levantamento anterior.

Caiado foi de 1,1%, para 1,7%, Zema ficou com 1,1%, ante 2,1% no levantamento passado, na pesquisa passada. Samara Martins (UP) obteve 0,7% e outros candidatos não pontuaram. Brancos e nulos foram 1,6% e os que não souberam somaram 0,5%.

Nos votos válidos, Lula tem 45%; Flávio Bolsonaro, 42,6%; Renan Santos, 5,2% e Cury, 3,5%. Caiado, com 1,7%; Zema, com 1,1% e Samara, com 0,7%, completam a lista do primeiro turno.

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O PRTB não teve candidato na pesquisa, após Pablo Marçal (PRTB), inelegível, ser substituído por Leonardo Avalanche (PRTB) durante o levantamento.

Rejeição

Em um questionário com a opção de múltiplos nomes, Lula tem 52% e Flávio Bolsonaro, 50,2% de rejeição; Renan Santos foi rejeitado por 39,1%, Zema por 30,7% e Caiado por 28,8%. A rejeição de Cury é de 28,6%.

Avaliação do governo e aprovação do presidente

O levantamento perguntou como o entrevistado avalia o governo do presidente Lula e 40,9% responderam ótimo e bom, contra 38,3% no levantamento anterior. Outros 51,5% consideraram como ruim ou péssimo, ante e 50,8% na pesquisa passada. O total dos que avaliam o governo como regular saiu de 10,8% para 7,6%.

O trabalho do presidente Lula foi aprovado por 45,4%, ante 43,7% na pesquisa anterior, e desaprovado por 53,6%, dos entrevistados, contra 53,8% no levantamento passado. Os que não souberam dar uma avaliação variaram de 2,5% para 0,9%.

Metodologia

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A pesquisa foi realizada pelo recrutamento digital por meio da navegação de rotina na web com eleitores maiores de 16 anos. Foram 5.018 respondentes entre sexta-feira passada (11) e esta quarta (16), nos 26 estados e no Distrito Federal.

A margem de erro é de 1 ponto porcentual para mais ou para menos, um índice de confiança de 95% e a pesquisa foi tem o registro BR-06221/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.
Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.

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