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Petrobras (PETR4) recebe valor milionário ligado a jazidas de Berbigão e Sururu; confira

13 out 2026, 18:41 - atualizado em 13 out 2026, 18:46
petrobras petr4
Fachada da Petrobras (PETR4) - Imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil/Flickr

A Petrobras (PETR4) informou nesta terça-feira (13) que assinou acordos de equalização relacionados às jazidas compartilhadas de Berbigão e Sururu, localizadas na Bacia de Santos, operação que garantirá à estatal o recebimento líquido de cerca de US$ 859 milhões. O valor deverá ser liquidado até novembro de 2026.

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Segundo fato relevante, os acordos foram firmados com as empresas Shell, TotalEnergies e Petrogal, parceiras da Petrobras no consórcio BM-S-11A. A assinatura ocorreu após a entrada em vigor dos Acordos de Individualização da Produção (AIPs) das jazidas compartilhadas.

De acordo com a companhia, os chamados Acordos de Equalização de Gastos e Volumes (AEGVs) têm como objetivo ajustar a divisão de receitas, investimentos, custos operacionais e royalties entre os participantes dos campos, de acordo com as participações efetivamente definidas após a aprovação dos AIPs pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

As jazidas envolvem áreas pertencentes ao contrato de concessão BM-S-11A, no qual a Petrobras é operadora com participação de 42,5%, além da área da cessão onerosa, na qual a estatal detém 100% de participação. Também fazem parte do consórcio a Shell (25%), a TotalEnergies (22,5%) e a Petrogal (10%).

Após a individualização da produção, a participação da Petrobras na jazida de Sururu foi definida em 45,394%, enquanto em Berbigão ficou em 62,913%. As fatias das demais companhias também foram recalculadas pela ANP para refletir a distribuição efetiva dos reservatórios compartilhados.

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A Petrobras explicou ainda que a equalização considera todo o histórico de receitas e despesas dos projetos, desde a assinatura do contrato de concessão BM-S-11, em setembro de 2000, até 30 de abril de 2026, data anterior ao início da vigência dos acordos de individualização.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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