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Plano & Plano (PLPL3): Vendas sobem 9% no 2T26 e atingem R$ 916 milhões

16 jul 2026, 18:28
plano & plano plpl3
Segundo o comunicado, foram comercializadas 3.351 unidades, volume 8% superior ao observado no mesmo trimestre do ano anterior (Foto: Flávya Pereira/Money Times)

A Plano & Plano (PLPL3) viu suas vendas líquidas subirem 9% no segundo trimestre, para R$ 916 milhões, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (16).

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Segundo o comunicado, foram comercializadas 3.351 unidades, volume 8% superior ao observado no mesmo trimestre do ano anterior.

Já o preço médio de venda das unidades atingiu R$ 273,5 mil, alta de 1,9%.

Apesar disso, a construtora afirma que 84,7% dos lançamentos ocorreram em junho, o que impactou o ritmo de vendas, considerando o curto intervalo entre os lançamentos e o encerramento do período.

O indicador de Vendas Sobre Oferta (VSO) dos últimos 12 meses foi de 51,8%, um aumento de 0,7 ponto percentual.

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Já o VGV (Valor Geral de Vendas) do estoque totalizou R$ 3,828 bilhões, queda de 1,7%.

A companhia encerrou o segundo trimestre de 2026 com um consumo de caixa operacional de R$ 87,3 milhões.

Entre os principais fatores que impactaram o período, destaca-se o programa Pode Entrar, com aproximadamente R$ 50 milhões em recebimentos ainda pendentes de realização.

No documento, a Plano & Plano afirma ainda que, ao considerar as vendas totais contratadas nos últimos 12 meses, incluindo os mercados privado e público, desde 31 de dezembro de 2022, a companhia cresceu a uma taxa composta de 30,8% ao ano, ou 6,9% ao trimestre, acumulando crescimento de 156% ao longo de 14 trimestres.

Menos crescimento

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Apesar do desempenho, no ano a construtora caiu mais de 40%.

Em relatório recente, embora continue com uma visão positiva para a Plano&Plano, o Santander passou a projetar um lucro líquido para a empresa de R$ 397 milhões em 2026, redução de 24% em relação à estimativa anterior, e de R$ 516 milhões em 2027, corte de 21%.

Além disso, o banco também revisou para baixo suas expectativas operacionais. A projeção para os lançamentos caiu para R$ 5,4 bilhões em 2026 (-11%) e R$ 6,1 bilhões em 2027 (-9%).

O Santander cortou o preço-alvo para os papéis de R$ 21 para R$ 18, o que ainda implica um potencial de valorização de 115% em relação à cotação atual.

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Editor-assistente
Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022, 2023 e 2024. Possui curso intensivo de mercado de capitais oferecido pelo Insper em parceria com a B3. É também setorista de bancos. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
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