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Prejuízos com ataques hackers caem 7% em junho, diz PeckShield

01 jul 2026, 9:13 - atualizado em 01 jul 2026, 9:13
Ataque Hacker às criptomoedas (Imagem iStock - ID da foto 2213299463 Data do upload10 de maio de 2025)
Ataque Hacker às criptomoedas (Imagem iStock - ID da foto 2213299463 Data do upload10 de maio de 2025)

Em junho de 2026, o setor de criptomoedas registrou 40 grandes ataques, que somaram prejuízos de aproximadamente US$ 75,87 milhões, diz a agência de segurança on-chain PeckShield. O valor representa uma queda de 7,13% em relação a maio, quando as perdas haviam alcançado cerca de US$ 81,7 milhões.

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Entre os incidentes mais notáveis do mês, destacam-se os ataques simultâneos às plataformas Aztec Bridge e Aztec Connect, que juntas sofreram perdas próximas de US$ 4 milhões.

Outro caso relevante envolve o explorador do Humanity Protocol, que vem movimentando ativamente os fundos roubados por diferentes blockchains, como Bitcoin, Solana, Hyperliquid e BNB Chain.

Além disso, parte desses recursos foi misturada a valores associados ao ataque ao KelpDAO, levantando suspeitas de que os mesmos agentes possam estar por trás de ambos os crimes.

Maiores ataques hackers às criptomoedas

No ranking dos maiores ataques do período, o destaque negativo fica para o Humanity Protocol, com perdas de US$ 31 milhões, seguido pelo Syscoin Bridge, que registrou US$ 10 milhões em prejuízo.

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Outros casos relevantes incluem o robô MEV JaredFromSubway.eth, com US$ 7,5 milhões, o Secret Network, com US$ 4,67 milhões, e usuários da Polymarket, que perderam cerca de US$ 3 milhões.

Também foram afetados projetos como SecondFi e TESSERA, ambos com perdas de aproximadamente US$ 2,4 milhões, além de Aztec Bridge (US$ 2,16 milhões) e Aztec Connect (US$ 2,1 milhões).

Por fim, completam a lista ataques a Taiko Bridge (US$ 1,7 milhão), Token of Power (US$ 1,58 milhão), Raydium (US$ 1,34 milhão) e LABUBU/OLPC, com cerca de US$ 1,1 milhão em perdas.

O cenário reforça a persistência de vulnerabilidades no ecossistema cripto e a crescente sofisticação dos hackers, que utilizam múltiplas redes para dificultar o rastreamento e ampliar o alcance de suas operações ilícitas.

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Por outro lado, a corrida por segurança digital começa a dar resultados para essas plataformas também.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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