Radar do mercado

Bradesco (BBDC4), Taesa (TAEE11), Inter&Co (INBR32) e outros destaques desta quinta-feira (7)

07 maio 2026, 10:09 - atualizado em 07 maio 2026, 10:09
Bradesco
(Imagem: iStock/Global_Pics)

Os resultados referentes ao primeiro trimestre de 2026 (1T26) do Bradesco (BBDC4), Taesa (TAEE4) e Inter&Co (INBR32) são alguns dos destaques corporativos desta quinta-feira (7).

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Confira os destaques corporativos de hoje

Bradesco (BBDC4): Lucro sobe mais 16% e chega a R$ 6,8 bilhões no 1T26

O Bradesco (BBDC4) reportou lucro recorrente de R$ 6,8 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 16,1% em comparação com o mesmo período de 2025, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta (6).

O número ficou pouco acima do esperado pelo consenso da Bloomberg, que aguardava lucro de R$ 6,62 bi no período.

Após sequência negativa, com rentabilidade bem abaixo dos pares e índices de qualidade, incluindo inadimplência, o Bradesco tenta ‘acertar a mão’. Foi o nono trimestre seguido de aumento do lucro líquido e alta da rentabilidade.

A prioridade até aqui tem sido melhorar a qualidade dos ativos, mesmo que isso implique em um crescimento de crédito menor.

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Taesa (TAEE11) lucra R$ 192,6 milhões no 1T26 e anuncia JCP milionário

A Taesa (TAEE4) encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido regulatório de R$ 192,6 milhões, avanço de 2,3% em relação ao mesmo período do ano passado, conforme balanço divulgado na noite de quarta-feira.

O Ebitda regulatório da companhia somou R$ 562,1 milhões entre janeiro e março, crescimento anual de 10,3%.

A receita operacional líquida, por sua vez, alcançou R$ 655,5 milhões no trimestre, alta de 9,6% na comparação com os três primeiros meses de 2025.

Além dos resultados, o conselho de administração da companhia aprovou a distribuição de R$ 192,6 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), com base no lucro distribuível apurado em 31 de março de 2026.

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O valor corresponde a R$ 0,186327 por ação ordinária e preferencial (TAEE3 e TAEE4) e a R$ 0,558998 por unit (TAEE11). O pagamento será realizado em 26 de agosto de 2026, considerando a posição acionária de 11 de maio. A partir de 12 de maio, os papéis passam a ser negociados na condição “ex-JCP”.

Inter&Co (INBR32) lucra R$ 395 milhões no 1T26

A Inter&Co (INBR32), holding que controla o Banco Inter, divulgou nesta quinta-feira (7) lucro líquido de R$ 418 milhões referente ao primeiro trimestre de 2026 (1T26). Após a exclusão de minoritários, o lucro apurado é de R$ 395 milhões, avanço de 37,8% ante o mesmo período do ano passado e de 5,4% na comparação com o trimestre anterior.

Projeções reunidas pela Bloomberg apontavam para um lucro líquido de R$ 401 milhões no período. Após a participação de minoritários, a cifra ficou abaixo do consenso.

Já o ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) alcançou 16,1% no trimestre. Excluindo a participação de minoritários, o ROE é de 15,5%, avanço de 0,4 ponto percentual no trimestre e de 2,6 pontos percentuais no ano.

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De acordo com a companhia, os números do trimestre refletem a capacidade de crescimento da companhia com abordagem diversificada e gestão de risco robusta, preservando a qualidade dos ativos mesmo em um ambiente macroeconômico desafiador.

Azul (AZUL3) registra prejuízo ajustado de R$ 44,4 milhões, melhora de 97,6% no ano

A Azul (AZUL3) reportou prejuízo ajustado de R$ 44,4 milhões referente ao primeiro trimestre de 2026 (1T26), mostra relatório de resultados divulgado nesta quinta-feira (7). A cifra representa uma redução de 97,6% no prejuízo de R$ 1,8 bilhão reportado no primeiro trimestre de 2025.

A linha ajustada exclui os direitos de conversão relacionados às debêntures conversíveis, outros itens da reestruturação e os ativos fiscais diferidos reconhecidos no 1T26. Além disso, o resultado é ajustado pelos resultados não realizados de derivativos e variação cambial.

Sem os ajustes, a aérea reportou lucro líquido de R$ 1,4 bilhão no primeiro trimestre de 2026 (1T26), um avanço de 81,5% na comparação anual.

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O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), que mede o desempenho operacional, teve melhora de 22,6% na comparçaão anual, totalizando R$ 1,7 bilhão no primeiro trimestre de 2026.

A margem Ebitda avançou 5,4 pontos percentuais ante o 1T25, chegando a 31,1%.

A receita operacional atingiu R$ 5,5 bilhões, um aumento de 1,4% ano contra ano, impulsionada principalmente por um ambiente de demanda saudável, receitas auxiliares robustas e o desempenho excepcional de nossas unidades de negócio “beyond-the-metal”, de acordo com a aérea.

Porto Seguro (PSSA3) lucra R$ 1,13 bilhão no 1T26 e supera expectativa

A Porto Seguro (PSSA3) reportou lucro líquido de R$ 1,13 bilhão no primeiro trimestre de 2026 (1T26), uma alta de 36,3% na comparação anual, mostra relatório de resultados divulgado nesta quinta-feira (7).

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A cifra superou as estimativas do mercado, uma vez que consenso reunido pela Bloomberg apontava para um lucro de R$ 863 milhões no período.

A seguradora registrou receita total de R$ 10,58 bilhões no período de janeiro a março, um avanço de 8,8% em comparação com o primeiro trimestre de 2025. As despesas operacionais chegaram a R$ 707,7 milhões, expansão de 5,1% na mesma comparação.

O índice de rentabilidade ROAE (retorno sobre patrimônio médio) da companhia ficou em 29,0% na comparação com 23,9% no primeiro trimestre do ano passado e 22,5% ante o quarto trimestre de 2025, um avanço de 5,1 pontos percentuais.

Os prêmios retidos cresceram 8,0% no trimestre sobre um ano antes, enquanto os sinistros líquidos avançaram 4,9% e as perdas de crédito subiram 44,3%.

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TIM (TIMS3) conclui aquisição de R$ 947 milhões

A TIM (TIMS3) concluiu a aquisição da participação restante de 51% da I-Systems por R$ 947 milhões, conforme comunicado ao mercado divulgado nesta quinta-feira (7). Com a operação, a companhia passa a deter 100% do capital da empresa de redes compartilhadas de fibra óptica.

O negócio já havia sido anunciado em fevereiro e foi concluído após o cumprimento das condições precedentes, segundo fato relevante. A transação foi finalizada em 6 de maio de 2026.

Com a conclusão da aquisição, a I-Systems deixa de ser uma empresa controlada em conjunto e passa a ser uma subsidiária integral da TIM.

A operação envolve a fatia que pertencia à IHS Fiber Brasil, ligada à IHS Towers. A TIM havia vendido essa participação em 2021, quando a empresa ainda operava sob o nome FiberCo.

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Brava (BRAV3) tem prejuízo de R$ 350 milhões no 1º trimestre

A petrolífera Brava Energia (BRAV3) teve prejuízo líquido de R$ 350 milhões no primeiro trimestre, revertendo o resultado positivo de R$ 829 milhões obtido um ano antes, segundo balanço publicado na quarta-feira (6).

A companhia divulgou um resultado operacional medido pelo Ebitda (Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização, na sigla em inglês) ajustado de R$ 1,6 bilhão, crescimento de 52% na mesma comparação.

Analistas, em média, esperavam R$ 1,5 bilhão em Ebtida para a Brava no primeiro trimestre, segundo dados da LSEG.

A receita líquida cresceu 9% no período, a R$ 3,13 bilhões, enquanto o custo do produto vendido subiu 3%, a R$ 2 bilhões.

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A alavancagem da companhia atingiu 1,84 vez, menor nível desde a criação da Brava, e a posição de caixa ficou próxima de US$1,1 bilhão, afirmou a empresa no balanço.

Axia Energia (AXIA3) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 2,6 bilhões

A Axia Energia (AXIA3), antiga Eletrobras, encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 2,6 bilhões, revertendo o prejuízo de R$ 354 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em um resultado puxado pela melhora da geração, menores gastos com compra de energia e redução de provisões.

Em bases ajustadas — desconsiderando efeitos extraordinários — o lucro líquido somou R$ 3,7 bilhões, ante prejuízo ajustado de R$ 80 milhões um ano antes.

A receita operacional líquida cresceu 22,1% na comparação anual, para R$ 12,7 bilhões. O avanço veio principalmente do segmento de geração de energia, cuja receita subiu 35,3%, para R$ 9,4 bilhões.

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Já a área de transmissão teve uma leve queda de receita, pressionada por ajustes contábeis regulatórios ligados ao setor elétrico.

Segundo a companhia, no documento publicado na noite desta quarta-feira (6), o trimestre foi marcado por “efeitos positivos com a venda de energia, menores gastos com compra de energia, redução das despesas operacionais e menor volume de provisões”.

Lavvi (LAVV3) lucra R$ 70 milhões no 1T26, queda anual de 20%

A Lavvi Empreendimentos (LAVV3) reportou lucro líquido de R$ 70 milhões nos primeiros três meses de 2026 (1T26), uma queda de 20% em relação ao mesmo período de 2025.

De acordo com o balanço divulgado na noite de quarta-feira (6), a receita líquida da construtora somou R$ 373 milhões entre janeiro e março, expansão de 11% frente aos R$ 335 milhões apurados um ano antes, mas recuo de 30% versus o trimestre anterior (4T25).

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Já o Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado totalizou R$ 83 milhões, retração de 17% na base anual. A margem Ebitda ajustada ficou em 22%, queda de 4,1 pontos percentuais.

Ao final do primeiro trimestre, a Lavvi apresentava dívida líquida de R$ 468 milhões, aumento de 19% em relação ao 4T25, quando estava em R$ 393 milhões.

Com isso, a alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e patrimônio líquido, encerrou março em 28,8%, ante 22,1% em dezembro.

Smart Fit (SMFT3) lucra R$ 207 milhões no 1T26, avanço de 47%

A rede de academias de ginástica Smart Fit (SMFT3) teve lucro líquido recorrente de R$ 207 milhões no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 47% sobre o mesmo período do ano anterior, segundo balanço divulgado na quarta-feira (6).

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A margem líquida subiu 1,3 ponto percentual, para 9,7%. Já o lucro líquido recorrente atingiu R$ 207 milhões, crescimento de 47% na comparação anual.

O Ebitda ajustado, por sua vez, atingiu R$ 671,8 milhões no trimestre, alta de 29% na comparação anual, com margem de 32%, avanço de 1 ponto percentual.

Já a receita líquida da companhia superou pela primeira vez a marca de R$ 2 bilhões em um trimestre, somando R$ 2,102 bilhões, avanço de 25% em relação ao primeiro trimestre de 2025.

Segundo a empresa, o desempenho foi sustentado pelo crescimento de 20% da receita das academias próprias da marca Smart Fit e pela expansão da linha de “Outras”, que dobrou de tamanho no período, puxada principalmente pela performance do TotalPass Brasil.

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Mills (MILS3) avança no 1T26 com alta de receita e Ebitda

Uma das small caps negociadas na bolsa de valores, a Mills (MILS3), empresa que atua na locação de equipamentos para construção civil e indústrias, reportou receita líquida de R$ 461,2 milhões no primeiro trimestre (1T26), alta de 11,8% frente aos R$ 412,4 milhões registrados em igual período de 2025.

Segundo balanço divulgado na noite desta quarta-feira (6), o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 235,1 milhões nos primeiros três meses do ano, avanço de 13,8% na mesma base de comparação.

Em entrevista ao Money Times, a CFO e diretora de RI, Renata Vaz, afirmou que o desempenho operacional foi impulsionado pela evolução do modelo de negócios da companhia, que está cada vez mais baseado em contratos de locação de longo prazo e diversificação do portfólio.

No caso do lucro líquido, a empresa reportou um salto de aproximadamente 190% em um ano: de R$ 67,9 milhões, no 1T25, para R$ 197 milhões, no 1T26.

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Apesar do avanço expressivo, a executiva contou que o número foi especialmente beneficiado pelo reconhecimento de créditos tributários.

Lucro do Banco ABC (ABCB3) aumenta 2,1% no 1º trimestre

O banco ABC Brasil (ABCB3) registrou um crescimento de 2,1% no lucro líquido recorrente do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em relação ao mesmo período de 2025, para R$ 230,2 milhões, conforme balanço publicado nesta quinta-feira (7).

A margem financeira do banco aumentou 14,3%, alcançando R$ 647,8 milhões, enquanto a receita de serviços recuou 13,7% para R$ 88,5 milhões.

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE), um indicador de lucratividade, ficou em 13,5% no trimestre comparado com 14,1% nos primeiros três meses de 2025.

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A carteira de crédito expandida encerrou o primeiro trimestre com R$ 54,4 bilhões, aumento de 6,3%.

Vivara (VIVA3) aprova recompra de até 10% das ações

A Vivara (VIVA3) anunciou na noite de quarta-feira (6) a aprovação de um novo programa de recompra de ações, conforme fato relevante divulgado ao mercado.

A iniciativa, aprovada pelo conselho de administração da companhia, prevê a recompra de até 12,4 milhões de ações ordinárias, o equivalente a 10% do total de papéis em circulação.

Segundo o comunicado, o programa terá duração de 12 meses e entra em vigor já a partir da própria quarta-feira em que foi aprovado, se encerrando no dia 6 de maio de 2027.

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A recompra de ações é uma estratégia utilizada pelas companhias para administrar a estrutura de capital, podendo influenciar a liquidez dos papéis no mercado e sinalizar confiança na avaliação da própria empresa.

Automob (AMOB3) amplia prejuízo para R$ 56,7 milhões no 1º trimestre

A Automob (AMOB3) registrou um prejuízo líquido de R$ 56,7 milhões no primeiro trimestre de 2026, em comparação com um prejuízo de R$ 25 milhões no mesmo período do ano anterior.

Conforme balanço publicado na noite de quarta-feira (6), o aumento do prejuízo foi causado pelo crescimento de R$ 14,8 milhões das despesas financeiras devido ao aumento das taxas de juros, bem como pela variação de R$ 9,6 milhões no imposto de renda diferido.

O grupo teve resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$ 143,3 milhões, expansão de 2,0% ano a ano.

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A receita líquida cresceu 7,5%, a R$ 3,13 bilhões. A alta foi apoiada por crescimento de 16,4% nas vendas de veículos leves novos, um desempenho acima do mercado segundo a Automob.

Vamos (VAMO3) tem lucro líquido de R$ 86,6 milhões no 1º trimestre

A Vamos (VAMO3) teve lucro líquido de R$ 86,6 milhões no primeiro trimestre de 2026, montante 19,7% inferior ao registrado no mesmo período do ano anterior, segundo balanço divulgado na noite de quarta-feira (6).

O lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) no período foi de R$ 951,3 milhões, 7,3% acima do registrado um ano antes.

A previsão segundo a IBES da LSEG era de Ebitda de R$ 922 milhões no período.

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A receita líquida atingiu R$ 1,62 bilhão, 21,6% acima do registrado no primeiro trimestre de 2025.

A empresa reiterou o seu guidance para o ano de 2026 e antecipou que está com demanda aquecida por locação no segundo trimestre de 2026 proveniente de setores com sazonalidade mais concentrada no restante do ano.

Riachuelo (RIAA3) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 5 milhões no 1º trimestre

A Riachuelo (RIAA3) reportou lucro líquido de R$ 5,04 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o prejuízo de R$ 45,9 milhões registrado ano anterior.

A empresa apurou um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$ 268 milhões, montante 14,1% superior ao obtido um ano antes, com a margem de Ebitda consolidado subindo 0,7 ponto percentual, para 11,5% na comparação anual.

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A receita líquida consolidada somou R$ 2,32 bilhões, 6,7% acima do registrado no primeiro trimestre de 2025.

O indicador de vendas mesmas lojas teve alta de 5,4%, após expansão de 10,7% um ano antes. Em vestuário, o crescimento foi de 10,1%, ante 12,8% no ano anterior, sendo o 11º trimestre consecutivo de crescimento do vestuário, segundo a companhia.

Ultrapar (UGPA3) tem lucro líquido de R$ 914 milhões no primeiro trimestre de 2026

A Ultrapar (UGPA3) registrou lucro líquido de R$ 914 milhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 152% em relação ao período igual de 2025. O Ebitda ajustado somou R$ 2,324 bilhões no período, avanço de 96% na mesma base de comparação.

A receita líquida, por sua vez, alcançou R$ 36,752 bilhões no trimestre, crescimento de 10% ante o primeiro trimestre de 2025.

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A companhia explica que a melhora de resultados é fundamentada principalmente na consolidação da Hidrovias do Brasil, que antes, entrava no balanço do grupo como equivalência patrimonial. Além disso, os números positivos da Ipiranga no trimestre também beneficiaram os indicadores.

Axia Energia (AXIA3) cria cargo transitório para Élio Wolff suceder Ivan Monteiro como CEO

A Axia Energia (AXIA3), ex-Eletrobras, afirmou na quarta-feira (6) que seu conselho de administração aprovou a criação de uma vice-presidência executiva, posição que será ocupada por Élio Wolff, em iniciativa que marca o início do processo sucessório do presidente-executivo Ivan Monteiro.

A nova posição terá caráter transitório até abril de 2027 e será vinculada diretamente a Monteiro.

A Axia relatou ainda em fato relevante que o conselho deliberou sobre um conjunto de medidas relacionadas à evolução do modelo organizacional, considerando o término do mandato do atual presidente em 30 de abril de 2027.

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“As iniciativas aprovadas inserem-se em um processo estruturado de sucessão e desenvolvimento de lideranças, conduzido com o apoio de assessoria especializada”, afirmou a elétrica.

Lucro líquido da rede Mater Dei (MATD3) sobe e atinge R$ 36 milhões no 1º trimestre

A rede de hospitais Mater Dei (MATD3) teve lucro líquido ajustado de R$ 36 milhões no primeiro trimestre de 2026, avanço sobre os R$ 20 milhões em resultado positivo obtido no mesmo período do ano passado, segundo balanço publicado na quarta-feira (6).

O Ebitda, ou resultado operacional, da companhia no período cresceu 34,6% em termos ajustados, para R$ 130 milhões, com a margem passando de 19,3% para 22,6%.

A receita líquida subiu 15%, a R$ 575 milhões, com valor médio por leito subindo 8,4%, taxa de ocupação crescendo 4,4 pontos percentuais, enquanto os leitos operacionais ficaram praticamente estáveis, a 1.168 unidades.

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A empresa encerrou o trimestre com alavancagem financeira de 1,4 vez desconsiderando recompra de ações e dividendos, abaixo do múltiplo de 1,6 de um ano antes.

Panvel (PNVL3) tem alta de 38% no lucro do 1º tri

O Grupo Panvel (PNVL3) teve lucro líquido ajustado de R$ 38,5 milhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 38,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo balanço publicado na quarta-feira (6).

A rede de varejo farmacêutico teve resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$ 81,2 milhões no período mencionado, alta de 25,6%.

Já a receita bruta consolidada da companhia foi de R$ 1,57 bilhão no período, um crescimento de 15,8% na comparação com o primeiro trimestre de 2025.

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O indicador de venda média por loja chegou a R$ 784 mil por mês, o que representa uma alta de 11,2% na base anual.

Aura (AURA33): com alta do ouro, empresa reverte prejuízo e lucra US$ 95 milhões

A Aura Minerals (AURA33) reverteu o prejuízo e registrou lucro líquido de US$ 95,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, diante do avanço da produção, da entrada de Borborema e da consolidação da mina MSG, além do forte aumento nos preços do ouro.

Com o resultado, a Aura anunciou dividendo recorde de cerca de US$ 65 milhões, ou US$ 0,78 por ação.

Um ano antes, a companhia havia reportado prejuízo de US$ 73,2 milhões. Na comparação com o quarto trimestre de 2025, quando teve perda de US$ 19,9 milhões, o resultado também voltou ao azul.

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A receita líquida somou US$ 382,6 milhões, alta de 136% em relação ao primeiro trimestre de 2025 e de 19% frente ao trimestre anterior. Segundo a companhia, o desempenho foi impulsionado pelo maior volume vendido e pelos preços mais elevados dos metais.

O preço médio realizado do ouro subiu 70% em um ano, para US$ 4.873 por onça, enquanto o cobre avançou 27%, para US$ 5,81 por libra.

Moura Dubeux (MDNE3): Lucro mais que dobra no 1T26 e bate recorde

A Moura Dubeux (MDNE3) reportou lucro líquido de R$ 155,5 milhões nos primeiros três meses de 2026 (1T26), um crescimento de 120,9% em relação ao mesmo período de 2025 e o maior resultado já registrado pela companhia em um único trimestre.

O número superou os R$ 119 milhões projetados pelo consenso de mercado, conforme dados compilados pela Bloomberg.

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De acordo com o balanço divulgado na noite desta quarta-feira (6), a receita líquida da incorporadora recifense somou R$ 627 milhões entre janeiro e março, expansão de 43% frente aos R$ 438 milhões apurados um ano antes.

Já o Ebitda ajustado (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 168,4 milhões, avanço de 89% na mesma base de comparação. A margem Ebitda ajustada ficou em 26,8%, aumento de 6,5 pontos percentuais.

Ao final do primeiro trimestre, a Moura Dubeux apresentava dívida líquida de R$ 83,6 milhões, recuo de 74,2% em relação ao 4T25, quando estava em R$ 324 milhões.

Minerva (BEEF3): Lucro recua 52,8% no 1T26, para R$ 87,3 milhões

A Minerva Foods (BEEF3) reportou um lucro líquido de R$ 87,3 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), queda de 52,8% contra o mesmo trimestre do ano passado, que ficou em R$ 185 milhões.

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A receita líquida consolidada foi de R$ 13.409,4 bilhões, aumento de 19,8% na base anual. O Ebitda alcançou R$ 1,1 bilhão, expansão de 16,2% frente, com margem Ebitda praticamente estável em 8,3% (leve queda de 0,3 ponto percentual).

No campo da alavancagem, a relação dívida líquida/EBITDA ficou em 2,7x, redução de 0,9 vez em comparação ao mesmo período do ano passado, indicando melhora na estrutura de capital.

O volume total de vendas atingiu 484,7 mil toneladas, alta de 16,2% em relação ao 1T25, enquanto o abate somou 1.354 mil cabeças, queda de 5,3%.

A receita bruta cresceu 21,3%, totalizando R$ 14,4 bilhões, impulsionada principalmente pelo mercado externo, que gerou R$ 7,9 bilhões (+19,6% ano contra ano).

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Cogna (COGN3) vê lucro crescer 48,7%, para R$ 141,4 milhões

A Cogna (COGN3) registrou lucro líquido de R$ 141,4 milhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 48,7% em relação ao mesmo período do ano passado, impulsionada pelo crescimento da receita, puxado pela frente de educação básica, e pela melhora operacional.

A receita líquida somou R$ 2,146 bilhões, avanço de 31,9% na comparação anual. O desempenho, segundo a Cogna, foi puxado principalmente pelo braço de educação básica, que passou a reunir Vasta e Saber após o fechamento de capital da Vasta na Nasdaq e a reorganização da estrutura da companhia.

Segundo a Cogna, o trimestre apresentou “um desempenho sólido e reforça a fortaleza da diversificação” dos negócios. A empresa afirmou, no documento publicado na noite desta quarta-feira (6), que a nova estrutura busca simplificar a governança, capturar sinergias operacionais e aumentar a eficiência para os próximos ciclos de crescimento.

Na educação básica, a receita líquida saltou 72,9%, para R$ 950,8 milhões. O principal motor foi o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), cuja receita foi deslocada do quarto trimestre de 2025 para o primeiro trimestre deste ano por causa do calendário do governo. A linha somou R$ 307,7 milhões no período.

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Auren Energia (AURE3) reverte lucro e tem prejuízo de R$ 601,6 milhões no 1T26

A Auren Energia (AURE3) registrou prejuízo no início de 2026 em meio a um cenário mais desafiador para o setor brasileiro de geração de energia, mas segue ativa na área de comercialização e tem conseguido obter ganhos a partir de seu portfólio diversificado de usinas, disseram executivos da companhia à Reuters.

A companhia de energia elétrica controlada por Votorantim e CPP Investments divulgou nesta quarta-feira um prejuízo líquido de R$601,6 milhões no primeiro trimestre, revertendo a cifra positiva de R$54 milhões registrada um ano antes.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado da geradora, por sua vez, somou R$925,9 milhões, queda de 23,2% na base anual.

O Ebitda trimestral foi prejudicado pela menor geração hidrelétrica, solar e eólica em relação a igual período do ano passado, além de um ganho menor com o descolamento de preços de energia observado entre os diferentes submercados do país.

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Já a última linha do balanço sofreu impacto ainda da marcação a mercado dos contratos futuros de energia depois de uma atualização de premissas e estimativas feita pela companhia no trimestre, mas com efeito contábil e não caixa.

Rede D’Or (RDOR3) lucra R$ 1 bilhão no 1T26

A Rede D’Or (RDOR3), maior rede de hospitais listada em bolsa do país, registrou lucro líquido de R$ 1 bilhão no primeiro trimestre de 2026, desempenho 5,5% inferior ao resultado obtido no mesmo período de 2025, segundo balanço divulgado na noite de quarta-feira (6).

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de R$ 3,3 bilhões, crescimento de 23,2% na comparação ano a ano.

Analistas do mercado esperavam lucro de R$ 1 bilhão e Ebitda de R$ 2,64 bilhões, segundo estimativas compiladas pela LSEG.

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A receita líquida foi de R$ 14,3 bilhões, alta de 10,6% ante o primeiro trimestre de 2025, mas abaixo da previsão média de analistas de R$15,32 bilhões.

Irani (RANI3) anuncia R$ 5,17 milhões em dividendos

A Irani Papel e Embalagem (RANI3) anunciou, na manhã desta quinta-feira (7), que distribuirá R$ 5,17 milhões em dividendos aos acionistas, valor que corresponde a cerca de 25% do lucro líquido ajustado apurado pela companhia no primeiro trimestre de 2026 (1T26).

Segundo comunicado divulgado ao mercado, o montante representa R$ 0,022431061 por ação ordinária e será repassado no próximo dia 20 de maio.

Terão direito ao recebimento os investidores posicionados na empresa até o fechamento do pregão de 7 de maio de 2026. A partir de 8 de maio, os papéis passam a ser negociados na condição “ex-dividendos”.

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A Irani informou ainda que a base de cálculo da distribuição considera as 230,5 milhões de ações ordinárias em circulação, já que a empresa não possui unidades em tesouraria.

*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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