Radar do mercado

Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4), Oncoclínicas (ONCO3) e outros destaques desta quinta-feira (16)

16 abr 2026, 9:50 - atualizado em 16 abr 2026, 9:58
Itaú
(Imagem: Divulgação)

Os esclarecimentos do Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4) sobre o BRB (Banco de Brasília) e o aceite pala Oncoclínicas (ONCO3) da proposta da MAK Capital e Lumina, são alguns dos destaques corporativos desta quinta-feira (16).

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Confira os destaques corporativos de hoje

Itaú (ITUB4) esclarece notícia sobre BRB

O Itaú (ITUB4) confirmou que, por meio de suas subsidiárias, se comprometeu a adquirir, mediante o cumprimento de determinadas condições, certos ativos do BRB (Banco de Brasília), mostra documento enviado ao mercado na quarta-feira (15).

Apesar disso, o banco fez questão de deixar claro que os valores envolvidos na referida transação são imateriais para a companhia, de acordo com os seus critérios, razão pela qual tal transação não se qualifica como “fato relevante”.

O esclarecimento ocorre após questionamentos da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) citando uma reportagem do Correio Braziliense sobre a avaliação do BTG para comprar ativos do BRB.

Presidente do conselho do banco, André Esteves, disse que está olhando para ativos do BRB para aquisição, com exceção daqueles que vieram do Banco Master.

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No evento, Esteves comentou, ainda, que outros grandes bancos estão comprando ativos do BRB. O Bradesco (BBDC4) e o Itaú já negociaram com o BRB R$ 1 bilhão em carteiras de contratos de empréstimos concedidos pelos estados e municípios com aval da União.

Bradesco (BBDC4) confirma compra de carteiras do BRB de empréstimos a estados e municípios

O banco Bradesco (BBDC4) informou na quarta-feira (15) que, em consórcio com Itaú (ITUB4), vem adquirindo carteiras de empréstimos concedidos pelo Banco de Brasília a estados e municípios, segundo comunicado ao mercado que responde a questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários.

“O Bradesco esclarece que, em consórcio com o Itaú Unibanco S.A., com participação equivalente a 50% para cada, vem adquirindo carteiras de empréstimos concedidos pelo BRB a Estados e municípios, todavia, em valor menor que o montante mencionado na referida notícia”, disse a instituição em nota.

O questionamento da CVM faz referência à reportagem publicada pelo Correio Braziliense que afirma que “o Bradesco e o Itaú teriam negociado com o BRB Banco de Brasília a aquisição de R$ 1 bilhão em carteiras de empréstimos concedidos a Estados e municípios com aval da União”.

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Oncoclínicas (ONCO3) aceita proposta de MAK Capital e Lumina de injetar até R$ 150 milhões

O conselho de administração da Oncoclínicas (ONCO3) aprovou proposta apresentada pela MAK Capital e pela Lumina Capital para dar fôlego financeiro à companhia, dois dias após o fim das negociações para uma operação com a Porto (PSSA3) e o Fleury (FLRY3).

De acordo com o fato relevante divulgado ao mercado nesta quinta-feira (16), a proposta será financiada pela Lumina, no valor entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões, a depender do valor das garantias disponíveis.

A injeção de dinheiro terá como objetivo viabilizar a aquisição de medicamentos pela companhia junto à OncoProd e preservar a geração de receitas de ambas as companhias e a continuidade de sua cadeia de fornecimento essencial.

“A operação contará com a constituição de garantia fiduciária de recebíveis oriundos de contratos celebrados pela rede credenciada da companhia com operadoras de planos de saúde, hospitais e/ou seguradoras, e sua implementação estará sujeita à celebração dos documentos definitivos e ao cumprimento de condições precedentes usuais”, diz o documento.

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A operação depende de condições precedentes específicas, incluindo a formalização dos instrumentos aplicáveis entre a Oncoclínicas e a OncoProd, além da definição do montante de recebíveis a serem cedidos fiduciariamente em valor compatível com a operação.

Copel (CPLE3) anuncia R$ 706 milhões em JCP

A Copel (CPLE3) anunciou que seu conselho de administração aprovou pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) de R$ 706 milhões, segundo comunicado ao mercado divulgado na noite de quarta-feira (15).

De acordo com o documento protocolado na CVM, o valor bruto por ação ordinária será de R$ 0,23770345099, com pagamento previsto para 30 de setembro de 2026.

A Copel informou em seu comunicado que o provento anunciado tem base na conta de reserva de retenção de lucros apurados no balanço de 31 de dezembro de 2025.

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Para ter direito, o acionista deve ter papeis da companhia ao final do pregão da B3 em 29 de abril de 2026. A partir do dia seguinte, as ações serão negociadas como ex-proventos, afirma.

Telefônica Brasil (VIVT3) aprova R$ 365 milhões em JCP

A Telefônica Brasil (VIVT3), dona da Vivo, anunciou a aprovação de R$ 365 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), conforme deliberação do conselho de administração realizada em 15 de abril.

O montante corresponde a R$ 0,11421932485 por ação em termos brutos. Após a retenção de imposto de renda de 17,5%, o valor líquido por ação será de R$ 0,094230943.

Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia ao final do dia 27 de abril de 2026. A partir de 28 de abril, as ações passam a ser negociadas na condição “ex-juros”.

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O pagamento será realizado até 30 de abril de 2027, em data ainda a ser definida pela diretoria da companhia.

Segundo a Telefônica, os valores poderão sofrer ajustes conforme a base acionária a ser verificada na data de corte, especialmente em função de eventuais aquisições dentro do programa de recompra de ações em vigor.

Lavvi (LAVV3) vê vendas caírem e distratos avançarem no 1T26

A construtora e incorporadora Lavvi Empreendimentos (LAVV3) encerrou o primeiro trimestre de 2026 (1T26) com R$ 335,5 milhões em vendas líquidas, uma queda de 14% na comparação anual e de 76% em relação aos três meses imediatamente anteriores.

Sem lançamentos no período, todo o volume comercializado teve sua origem do estoque, segundo prévia operacional divulgada ao mercado.

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A velocidade de vendas consolidada, medida pelo índice de venda sobre oferta (VSO), ficou em 11% no trimestre, abaixo dos 15% registrados no mesmo intervalo de 2025.

Já nos últimos 12 meses, o indicador alcançou os 54%, levemente acima dos 52% observados até o 4T25.

Os distratos (cancelamentos) da Lavvi somaram R$ 97,6 milhões entre janeiro e março, um aumento de 69,5% frente aos R$ 57,6 milhões reportados um ano antes.

Vitru Educação (VTRU3) precifica oferta de ações

A Vitru Educação (VTRU3) anunciou a fixação do preço de emissão de sua oferta primária de ações em R$ 13 por papel, conforme fato relevante divulgado ao mercado.

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Serão emitidas 13,6 milhões de novas ações ordinárias, em operação destinada exclusivamente a investidores profissionais. A operação movimenta R$ 176,99 milhões e tem caráter integralmente primário, ou seja, os recursos serão destinados ao caixa da companhia.

Do total captado, R$ 123.893.806,40 serão incorporados ao capital social e R$ 53.097.345,60 destinados à formação de reserva de capital. Com isso, o capital social da empresa passa a R$ 2.320.354.107,10, dividido em 147.787.132 ações.

As novas ações passarão a ser negociadas na B3 a partir de 17 de abril de 2026.

Marcopolo (POMO4) pagará juros sobre o capital próprio

A Marcopolo (POMO4) aprovou o pagamento de R$ R$ 0,085 por ação em juros sobre o capital próprio, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (15).

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Segundo o documento, o pagamento será feito a partir do dia 08 de maio de 2026. Quem quiser aproveitar, terá até o dia 26 para comprar o papel. As ações serão negociadas ex-juros a partir do dia 27 de abril de 2026.

Helbor (HBOR3) vê vendas caírem 32% no 1T26, pressionadas por base forte

A Helbor (HBOR3) registrou vendas brutas de R$ 421,3 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), queda de 31,9% na comparação anual e de 36,4% frente ao quarto trimestre, refletindo uma base de comparação mais forte e menor ritmo de lançamentos.

Segundo a companhia, o desempenho mais fraco é explicado principalmente pelo forte resultado do projeto Supreme Anália Franco no mesmo período de 2025, que teve mais de 90% das unidades vendidas ainda no trimestre de lançamento. Já na comparação trimestral, o recuo reflete o bom desempenho do Neo Concept no 4T25, também com elevada velocidade de vendas.

A participação da Helbor nas vendas totais foi de 54%, com R$ 226,3 milhões atribuíveis à companhia, queda de 17,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

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*Com informações da Reuters

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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