Tecnologia

‘Resultados impressionantes’: Veja o que surpreendeu no balanço da dona do Google, segundo o Itaú BBA

30 abr 2026, 11:37 - atualizado em 30 abr 2026, 11:37
O logotipo da Google LLC em um prédio de San Diego, Califórnia, EUA 09/10/2024 REUTERS/Mike Blake
O logotipo da Google LLC em um prédio de San Diego, Califórnia, EUA 09/10/2024 REUTERS/Mike Blake

A Alphabet, dona doGoogle (GOOG;GOOGL), publicou seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2026 (1T26) na noite da última quarta-feira (29), um balanço que chamou a atenção dos investidores mais uma vez.

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Para os analistas do Itaú BBA, os resultados foram “impressionantes”, “demonstrando confiança de que o capex está sendo bem alocado”, escrevem os analistas, em referência aos elevados gastos com infraestrutura (capex) das empresas de tecnologia.

“Embora o aumento da depreciação e a compressão de margens em produtos relacionados à inteligência artificial (IA) permaneçam como preocupações, a margem operacional aumentou em quatro pontos percentuais na comparação trimestral”, escrevem Stephano Gabriel, Bárbara Soares, Maria Clara Infantozzi e Leonardo Cintra.

Pente-fino no balanço da Alphabet (Google)

De acordo com os analistas, o capex do trimestre — que ficou em US$ 37 bilhões — deve acelerar nos próximos períodos.

“A administração revisou para cima o guidance (projeções) de capex para o ano de 2026, elevando-o para a faixa de US$ 180 bilhões a US$ 190 bilhões (ante US$ 175 bilhões a US$ 185 bilhões anteriormente)”, escrevem.

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Apesar do fluxo de caixa positivo neste trimestre — com geração de US$ 10 bilhões em fluxo de caixa livre (margem de 9%) —, o ano deve encerrar com fluxo de caixa acumulado positivo, porém significativamente menor do que em anos anteriores.

Para o próximo ano, espera-se outro aumento relevante de Capex, alinhado com tendências de crescimento acelerado. Em nota, a Alphabet reforçou que mantém um foco rigoroso no ROIC (retorno sobre o capital investido). A empresa ainda opera com ROIC consolidado superior a 30%.

Além disso, o lucro líquido e o EPS deste trimestre foram impulsionados por um ganho relevante e não recorrente: um ajuste contábil não realizado de aproximadamente US$ 37 bilhões na participação na Anthropic, após sua rodada mais recente de valuation.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.

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