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Sem novas compras nesta semana, Strategy usa US$ 176,3 milhões para recomprar ações preferenciais

08 set 2026, 11:27
Michael Saylor Strategy
Michael Saylor, presidente da Strategy

A continuidade das compras debitcoin (BTC) da Strategy durou muito. De acordo com um comunicado enviado à SEC, a CVM dos Estados Unidos, a empresa voltou a pausar as aquisições da criptomoeda.

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Em vez disso, a Strategy gastou US$ 176,3 milhões do caixa na recompra de suas próprias ações preferenciais, informou em um documento apresentado nesta terça-feira (8).

Todo o valor foi destinado à recompra de 1.810.885 ações STRC, ações preferenciais perpétuas de taxa variável.

Ainda, a Strategy não recomprou nenhuma ação preferencial STRF, STRK ou STRD, nem ações ordinárias MSTR. Os recursos utilizados vieram de sua reserva de caixa em dólares.

O conselho de administração da empresa dobrou a autorização para essas recompras, elevando o programa de recompra de títulos de crédito digitais de US$ 1 bilhão para US$ 2 bilhões.

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Até a última segunda-feira (7), ainda havia um montante equivalente a US$ 1,19 bilhão disponível no primeiro programa. Um segundo montante separado, de US$ 1 bilhão para recompra de ações MSTR, permanece intacto e deve ser usado conforme a necessidade da Strategy.

Defesa da estratégia da Strategy

Na semana passada, o CEO da Strategy, Phong Le, não se arrepende de ter vendido bitcoin (BTC) perto de US$ 60 mil — apenas para recomprar a criptomoeda a um preço cerca de 30% mais alto algumas semanas depois.

Em entrevista à Bloomberg Crypto na quarta-feira (2), Le afirmou que a aparente operação de “vender na baixa e comprar na alta” refletiu mudanças no balanço patrimonial da empresa e nos custos de financiamento das operações — e não uma aposta na direção do preço do bitcoin.

“Naquele momento, foi a decisão certa vender Bitcoin para financiar os dividendos da STRC”, disse Le. “Neste momento, é a decisão certa vender MSTR com ágio para comprar bitcoin”.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.

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