SLC Agrícola (SLCE3) indica alta de 1% no valor das suas terras para R$13,53 em 2026; atualiza hedges
A empresa agrícola SLC Agrícola (SLCE3), uma das maiores produtoras de grãos e oleaginosas do Brasil, afirmou nesta segunda-feira (15) que seu portfólio de terras foi avaliado em R$ 13,53 bilhões em 2026, aumento de 1% na comparação com o ano passado.
A companhia indicou que o cálculo levou em conta um valor médio do hectare agricultável de R$59.534.
O montante foi obtido a partir de avaliação da consultoria Deloitte Touche Tohmatsu, considerando terras de propriedade da companhia, juntamente com aquelas vinculadas aos acordos de associação com Fundos de Investimento em Participações (FIPs), administrados pela BTG Pactual.
A empresa divulgou separadamente, nesta segunda-feira, as posições atualizadas de hedge para as safras de 2025/26 e 2026/27, além de detalhes de um projeto de expansão da irrigação que mais do que triplicará sua área de cultivo irrigada.
A empresa cobriu 77,8% de sua produção de soja de 2025/26 a uma taxa de câmbio de R$5,67 por dólar e fez hedge de 76,3% do volume de commodities a US$11,22 por bushel.
Para a safra de 2026/27, a empresa fez hedge de 3,5% de sua exposição cambial de soja a R$5,4762 por dólar e 19,4% do volume da commodity a US$11,82 por bushel.
No caso do algodão, o hedge de produção evoluiu para quase 90% da safra 2025/26 e 43,5% em 2026/27.
Para o milho, o hedge de produção atingiu 17,4% da safra 2025/26.
O projeto de irrigação triplicará a área irrigada total da SLC Agrícola para 58.461 hectares, ante os atuais 19.061 hectares, nos “próximos anos”.
A área com implementação de irrigação em 2026/27 é de 6.677 hectares.